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domingo, 7 de agosto de 2016

Pérolas: A defesa do indefensável

Existem tantos outros sociólogos e professores que defendem a Nossa Causa, Abolicionistas. O sociolólogo Luis Capucha tem tanto direito como nós temos, de defender a Abolição dum espectáculo degradante. Ser sociólogo não lhe dá mais direitos.
Uma resposta que ficará para a História "Negra"  e sangrenta desta cidade e deste país.




«Carta Aberta à Diretora do “Público”

Em defesa do bom jornalismo e da liberdade cultural

Exma. Senhora Diretora

Resolveu V. Exa. no Editorial de ontem, 22 de julho, do “Público” alinhar com os argumentos anti-taurinos cujas materializações numa série de projetos de Lei foram chumbados recentemente na Assembleia da República, por uma maioria de deputados superior a 80%.

Sem reflexão ou justificação acusou os Partidos que chumbaram esses projetos de se moverem em função de meros interesses clientelares, entrando dessa forma numa linha de argumentação perigosamente populista. Melhor seria ter-se informado, como devem fazer os jornalistas e, por maioria de razão, os diretores de jornais, sobre os fundamentos dos factos que toma por verdades, quando na realidade não passam de puras falsidades. Como cidadã, a Diretora do Público pode ter a opinião que entende, incluindo sobre ideias erradas nos planos moral e ético, como o que se esconde atrás da ideia de “direitos dos animais” (embora ninguém explique quais são os correspondentes deveres). Mas não tem o direito de se servir do cargo para emitir meras opiniões assentes em puros e simples preconceitos. Passo a especificar aquilo que a Senhora Diretora deveria ter mandado investigar, ou ter procurado o contraditório antes de cair nos erros em que cai, em vez de alinhar pelas posições que alinhou.

Diz-se no referido Editorial que “quando um pouco por toda a parte tendências de comportamento e movimentos cívicos evidenciam uma crescente sensibilização aos direitos dos animais, a Assembleia da República mostra o quanto está distante dessas preocupações e desses avanços civilizacionais”. Estranho civismo este que esquece o mais importante: um pouco por todo o lado o que cresce é a violência, o autoritarismo, o ódio, o terrorismo, a injustiça social e económica, o recuo dos direitos humanos, as agressões ao ambiente. O recuo do humanismo, o avanço da misantropia e a transferência dos afetos para com os nossos semelhantes para os afetos para com os animais de companhia não fará parte do ambiente cultural em que vingam todos estes grande problemas humanos?

Diz-se depois que o projeto de Lei do PAN sobre financiamento à tauromaquia é o “mais bem fundamentado, com argumentos e muitos dados por certo desconhecidos da maioria dos portugueses”, e que é “…doloroso transcrever parte da descrição pormenorizada feita no documento do PAN sobre os efeitos que a lide taurina provoca num animal”. Com pouco esforço, facilmente poderia um estagiário da sua Redação constatar que os dados avançados pelo PAN são falsos, pura mistificação e mentira demagógica. Quer quanto aos dinheiros, quer quanto ao ritual de que o Toiro Bravo é o centro. Já é costume esse tipo de propaganda completamente indiferente à verdade dos factos e aos resultados da investigação científica por parte dos animalistas, mas a uma jornalista isso fico mal.

Não falta depois o vitupério contra os seus concidadãos que gostam de toiros, Senhora Diretora. Não é a “…exposição nua e crua da tortura animal” que os anima. São valores profundamente inscritos na cultura tauromáquica e que integram a sua identidade cultural. A Senhora Diretora não é melhor cidadã do que nós, e não compreendemos a presunção de superioridade para connosco que transparece do seu Editorial. Se não compreende nem conhece a tauromaquia e os seus valores, nem quer compreender ou conhecer, respeito essa opção. Mas nesse caso não julgue o que não entende, porque a ignorância não é boa conselheira.

Por fim, fecha essa a parte em apreço do Editorial com uma pergunta: “Ou será por acaso que os quatro partidos apoiantes das touradas são os únicos que dispõem de corte camarária?” Pergunto-lhe, Senhora Diretora, se pode pensar na resposta a outra pergunta: não será que os partidos sem presença nos municípios não estão nessa situação porque são incapazes de sair dos meios elitistas de que são originários para tentar compreender, de forma próxima e vivida, os sentimentos dos portugueses, naquilo que eles têm de especificamente local?»


Vila Franca de Xira, 23 de julho 2016
Luís Capucha, Sociólogo, Professor no ISCTE-IUL

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Os municípios devem decidir o fim das touradas

O Capucha é mais um nojento verme social, lixo amorfo que se quer promover à custa desta barbárie! Esta corja TUDO faz para atingirem os seus objectivos macabros!

O Costa(sem tomates)está a descentralizar a “SUA” competência. A livrar-se da responsabilidade. A “sacudir a água deste capote”! Sacode a água do “capote”?… descarta-se de responsabilidades e “cala a boca”(pensa ele) aos que advogam a ABOLIÇÃO. Nem pensar… estamos fartinhos destes NIMs cobardolas!!!!




O referendo na nossa terra(município) vai ser o que sabemos, desastroso SE a maioria(temos quase a certeza) no município que não é a favor se abstiver, como é costume. Veremos… 
Os algozes fazem é muito barulho(em VFX) porque bem contados são poucos e de má qualidade!




Já Agora Também Queres o Rabinho Lavado com Água de Malvas?
«Luís Capucha o sociólogo aficionado escreveu um artigo a propósito das declarações de António Costa sobre as touradas, em que diz, que sempre defendeu, que deveriam ser as autarquias, a assumir a regulação da barbaridade ao ponto de permitirem touradas à espanhola ou seja com a morte dos bovinos na arena.

Para este verme as touradas tal como existem não têm sofrimento e sangue que baste portanto bora lá meter os picadores e a estocada de morte.

Afirma ainda o tipo que António Costa quando referiu que devem ser as autarquias a decidir só falou no fim das touradas e não do desenvolvimento das mesmas.

Aprende a ler pá o que o Costa vergonhosamente disse foi que devem ser os municípios a decidir pela abolição ou manutenção das mesmas o que é algo totalmente diferente, já que o Costa, tal como a maioria dos políticos, ao invés de os ter no sítio e abolir esta aberração de uma vez por todas passou a bola e lavou as mãos tal como Pôncio Pilatos.»

Prótouro 
Pelos touros em liberdade


Luis Capucha deixa importante aviso à navegação!
Sob o título "Toque a rebate, em defesa da cultura tauromáquica e da festa de toiros", o sociólogo e grande aficionado vilafranquense Luis Capucha (foto) publicou ontem, 2 de Dezembro, no blog "café-vila franca" este importante texto, um verdadeiro aviso à navegação para os perigos que espreitam a Tauromaquia nos próximos tempos. Infelizmente, nem a ProToiro, nem a (dita) prensa taurina, certamente entretidos com outras historietas, deram ainda a devida importância ao alerta de Capucha. Nós fazê-lo, reproduzindo-o aqui, com a devida vénia:
in farpas blog


Toque a rebate, em defesa da cultura tauromáquica e da festa de toiros

Hoje, dia 2 de dezembro, o primeiro governo de coligação entre o PS e a sua esquerda da era constitucional da democracia portuguesa apresentou-se no Parlamento para discutir o seu programa. Um dia destes deixarei aqui as minhas notas sobre o que se passou no plano político em Portugal desde 2011 e a minha opinião sobre os notáveis acontecimentos que se verificaram. Mas hoje resolvi escrever sobre um assunto urgente.
Em resposta a uma interpelação do Deputado do PAN, o Primeiro Ministro António Costa respondeu que discordava da fixação de uma regra nacional para o assunto, preferindo uma solução na qual devem ser os municípios a decidir o fim das touradas. É uma declaração ameaçadora. No dia em que, em entrevista a um canal de televisão, A. Costa admitiu que poderia alargar as negociações que conduzia com os partidos à esquerda do PS até ao PAN, afirmei no Facebook que deixava de pagar as quotas e, portanto, de ser militante do PS. Não admito que um partido de tradição humanista negoceie com um partido misógeno, animalista, que coloca aqueles que diz serem os problemas dos animais acima dos problemas das pessoas e que possui uma visão do mundo que seria legítima, caso não a procurasse impôr, seja por que meio for, de modo totalitário, aos outros.
Alguns amigos e amigas meus/minhas aficionados e ingénuos têm-me dito que não devemos prestar muita atenção aos que pretendem abolir a festa de toiros, porque são apenas um bando que procura o mero protagonismo e as sua bravatas estarão destinadas ao fracasso. Tenho insistido, por escrito e em intervenções diversas, que essa posição esquece a natureza dos atuais animalistas e das forças internacionais que os suportam, em defesa dos seus negócios e da dominação cultural, impondo uma maneira única (e nada natural) de olhar o mundo e a relação do homem com a natureza. Hoje creio que ficou claro que o impacto da sua ação pode ser mais pernicioso do que muitos imaginam. É claro que os mais ingénuos julgarão as palavras de A. Costa como julgaram sempre a atuação dos políticos nas últimas décadas - na verdade, desde a proibição dos toiros de morte pelo governo fascista. Sempre evitaram o tema, receosos de desagradar ou a gregos ou a troianos. A posição de A. Costa também tem um pouco desta cobardia política: passar o assunto para os autarcas, sacudindo a água do capote.
Mas há uma nuance que não se pode deixar de notar: ele podia ter dito que "devem ser os municípios a decidir o que fazer com as touradas". Mas não, a frase só aponta para o fim das touradas. Isto faz toda a diferença. Nos municípios não se farão, então, referendos sobre o desenvolvimento da festa, mas apenas sobre o seu fim?
Já muitas vezes defendi que uma solução para a regulação da festa de toiros como a que existe em França, que deixa às comunidades locais e aos seus agentes políticos essa regulação, poderia ser útil em Portugal. Mas isso se, e apenas se, os municípios assumirem toda a regulação da festa. Incluindo as modalidades que ela assume, desde as tauromaquias populares às corridas integrais com toiros de morte. Mas não é isso que A. Costa diz. Ele não diz que quer fazer aprovar no Parlamento uma Lei que anule todas as anteriores e que transfira toda a regulação, mas toda mesmo, para os municípios. O que quer dizer que continuaremos limitados, sem a corrida integral e sem toiros em pontas, correndo ainda o risco de alguns municípios, dirigidos por gente facciosa, poderem ficar privados das corridas que agora se realizam no seu território. Seria um passo no sentido do tal fim, aparentemente desejado, de todas as formas de touradas.
Acho que a declaração é suficientemente grave e esclarecedora para que todos os setores taurinos e aficionados se reunam com urgência para debater a situação e as medidas a tomar. E devem exigir aos deputados que foram eleitos por círculos eleitorais onde predomina a cultura tauromáquica, aos outros que se dizem aficionados e aos autarcas, que se definam e digam de que lado estão. Nenhum deles pode ficar calado agora e mais tarde vir procurar simpatias numa qualquer barreira numa das praças em que às touradas não se ponha fim.
Este post é dedicado ao meu pai, Armando Capucha, que hoje cumpriria o seu 92º aniversário se ainda estivesse entre nós e que detestava políticos cínicos.
publicado por cafe-vila-franca


Aficionados em Histeria Colectiva

«Os aficionados do costume entraram em histeria colectiva com as declarações do primeiro-ministro.
A federação da treta “prótoiro” emitiu uma nota de imprensa em que acusa António Costa de atacar a cultura tauromáquica e os direitos e liberdades fundamentais dos portugueses. O Mauricinho do Vale acusa o primeiro-ministro de desrespeitar a cultura popular.

E como não têm tomates para o insultar, fazem afirmações falsas e acusações que provam que não sabem o que dizem como se pode comprovar pelo seguinte extracto da nota da “prótoiro”:

“Declarações gravíssimas e inadmissíveis, atentatórias da cultura portuguesa e dos direitos e liberdade dos cidadãos portugueses. Tais declarações constituem um enorme atentado à cultura, identidade, direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, sendo absolutamente inadmissíveis, vindas de um primeiro ministro que se quer credível e respeitado. Estas declarações levantaram indignação em vários sectores da sociedade portuguesa e, levaram mesmo, à desfiliação de membros do partido socialista”.

Tais declarações não constituem um atentado a coisíssima nenhuma, antes pelo contrário constituem a manutenção do desrespeito fundamental pelo direito à vida ao aceitar que a barbaridade tauromáquica continue a existir nas autarquias retrógradas onde os autarcas estão vendidos à máfia tauromáquica.

E a afirmação que vários membros se desfiliaram do partido socialista mais não é que uma das partes da tese de doutoramento em mentiras da “prótoiro” já que somente o aficionado xuxalista Luís Capucha o fez.

Pela teoria das probabilidades, as declarações histéricas não se vão ficar por aqui e tudo porque os aficionados sofrem de analfabetismo compulsivo, porque caso não sofressem até estavam a aplaudir a vergonhosa declaração do aficionado Costa.»

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

domingo, 6 de setembro de 2015

Um artigo deprimente!

Que Luís Capucha é aficionado, já há muito se sabe. O que se torna agora incontornável é a falta de capacidade de análise e a total ausência de pensamento crítico de que este senhor padece. Prova disto é o infeliz artigo que escreveu no Público: uma sucessão de chavões sem qualquer objectividade ou sustentação lógica. Quando se quer defender o indefensável não basta a vontade; é preciso, sobretudo, inteligência, capacidade de manipulação dos factos e muito empenho. Acresce a tudo isto o facto de o artigo ser, essencialmente, um ataque a outro articulista e ao que escreveu e não uma defesa objectiva da tauromaquia. Ataca-se o mensageiro para evitar o vexame de reconhecer que não há razões válidas para se justificar um vício, que não seja assumi-lo humildemente.

Em suma, um artigo deprimente.
via Enterrar Touradas


Sobre a Festa de Toiros: falemos de democracia
 Para os aficionados, o toiro é um animal sagrado, que se teme e admira, que desperta paixão e amor.

in Jornal Público

sábado, 24 de março de 2012

A nova oportunidade de Luís Capucha

foto
Em Vila Franca de Xira a tauromaquia está muito acima da política. Só assim se percebe que o professor e sociólogo Luís Capucha, antigo responsável das Novas Oportunidades do Governo PS, tenha sido convidado para falar de toiros num debate organizado pelo PSD, na quinta-feira, em Vila Franca de Xira, onde curiosamente esteve o actual responsável das Novas Oportunidades, Gonçalo Xufre, também presidente da Comissão Política do PSD de Vila Franca de Xira.

O socialista Luís Capucha expandiu-se sobre o tema de toiros, tauromaquia e afins enquanto o social-democrata Gonçalo Xufre “não saiu da trincheira” entre a assistência e acabou por sair antes do final. Talvez por não estar a gostar da lide. Luís Capucha, que foi exonerado pelo actual Governo, pelos vistos agora só consegue brilhar a falar de toiros e tauromaquia. Pelo menos assim só “incomoda” quem não gosta da área.


Nota:
O sr. professor perdeu as oportunidades no PCP e foi á procura das Novas do PS, agora que só sabe falar de tauromafia, assenta-lhe que nem uma luva.. mas olhe que vai ser por pouco tempo porque o tema está em decadência.