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sábado, 4 de junho de 2016

Carlos Anjos, o Aficionado Bafiento

carlos anjos

Carlos Anjos ex-inspector da PJ, presidente da Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes, frequentador assíduo de touradas e escrevinhador no “Correio da Manhã” publicou um artigo intitulado “Ataque à tauromaquia”.

No longo e vomitativo artigo começa por afirmar que nunca deu importância aos anti-taurinos (prontos lá vem o espanholês) porque somos demasiado pequenos com toques ditatoriais e autoritários, só comemos ervas, não tomamos banho, não gostamos de caça e pesca mas gostamos de raves e de consumir drogas.

Nem sequer nos vamos dar ao trabalho de comentar estas alarvidades porque o que realmente nos chamou a atenção no artigo foi e citamos:
“Por última a questão de a tauromaquia tornar ou poder levar as pessoas para comportamentos desviantes, nomeadamente violentos. Nem sequer vou perder muito tempo com esta questão. Faço uma pergunta; Quantos toureiros, forcados, bandarilheiros, campinos, empresários taurinos, entre outras pessoas que participam na “festa brava” estão ou foram presos por crimes violentos? A resposta é Zero!!! E quantos foram presos por outro tipo de crimes, inclusive económicos? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos é que morreram em situações e condução de desastres de automóveis, por excesso de velocidade e consumo excessivo de drogas de qualquer tipo? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos estão presos por crimes sexuais? Zero. Por último, quantos estão ou foram presos na última década? A resposta continua a ser Zero!”

Ó Carlos Anjos você tem mesmo a certeza que toda a gente ligada à “festa” selvagem nunca cometeu qualquer tipo de crime? Tem mesmo a certeza que em todos os casos que enunciou a resposta é Zero?
É que nós assim de repente lembramo-nos de uns quantos casos como por exemplo Vitor Ribeiro ex-tauricida que se encontra em prisão preventiva por homicídio, Carlos Falé Filipe ganadeiro de touros de lide acusado de crime de corrupção, Ortega Cano tauricida condenado a dois anos e seis meses de prisão por homicídio negligente em virtude de conduzir completamente bêbado, o tauricida Gabriel Ruiz cabecilha de uma rede de tráfico de cocaína, forcados que completamente bêbados e quem sabe drogados se envolvem em rixas e partem e destroem tudo o que lhes aparece pela frente, aficionados que agridem aficionados e anti-touradas enfim a lista é ampla e estes só são alguns dos casos mais mediáticos porque muitos outros existirão que não fizeram manchete nos jornais.

Não tente tapar o sol com a peneira porque todos sabemos que a tauromaquia é um mundo de violência mundo esse que leva as pessoas a terem comportamentos desviantes e você como ex-inspector da PJ sabe isso melhor que ninguém.

Mais uma para provar que quando os aficionados abrem a boca…

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Este rapazinho tem um problema grave como é apanágio de todos os tauricidas.


Acreditam nas mentiras que dizem e dizem-nas tantas vezes que para eles se torna um verdade.
[[onde já ouvi isto?! Ah foi o Goebbels “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” ]]

«A Stand-Up Comedy do Diogo Palha

Diogo Palha, ex-forcado que se gaba de ter 5 primos cavaleiros tauromáquicos, 4 familiares ganadeiros e uma família que há mais de 150 anos vive da tortura de bovinos escreveu um artigo de opinião intitulado “Tauromaquia – Um Sector de Actividade Cheio de Saúde”.

O artigo em questão tem a ver com fundos comunitários nomeadamente os fundos Portugal 2020 e diz o pequeno e citamos:

“Porque realmente é preciso estar de muito boa saúde para se desprezarem as várias possibilidades que o Portugal 2020 oferece às empresas e suas associações e é bom não esquecer que as ganadarias são empresas, os toureiros são empresas, os promotores das corridas são empresas, os transportadores de toiros são empresas, os emboladores são empresas e os produtores de publicidade são empresas.
Se a Tauromaquia portuguesa e as suas empresas precisassem de apoios que a ajudassem a revigorar-se e a ser mais competitiva, os seus líderes estariam atentos e disponíveis para trabalhar de forma incessante no aproveitamento destes Fundos.
Só não estão atentos nem aproveitam porque a Tauromaquia portuguesa não precisa como aliás se pode verificar pelo fulgor económico dos nossos toureiros, ganaderos e empresários, pelas praças sempre esgotadas com cartéis com as máximas figuras de todo o mundo, pelo número crescente de corridas, pela quantidade de feiras taurinas existentes, pela forma moderna e atractiva com que investem na publicidade e promoção, pelo enorme valor de exportações que fazem actuando no estrangeiro e vendendo toiros para fora do país”.
(artigo de naturales-tauromaquiablog)

Depois de lermos estas afirmações das duas uma ou o rapazola está a ser irónico ou realmente acredita em tudo o que proferiu. Ora tendo em conta que a ironia não faz parte do vocabulário dos aficionados, isto quer dizer, que esta alminha quer convencer tudo e todos que a tauromaquia não recebe um chavo de fundos comunitários porque não precisa, porque está de boa saúde.

Que grande lata que o tipo tem especialmente quando pertence a uma família que anda a mamar há anos e anos subsídios europeus, estatais e camarários.

Que pena temos que a estupidez não pague imposto!

Prótouro
Pelos touros em liberdade


;) o faz tudo...
«Diogo Palha é PARA JÁ o empresário - proprietário de um meio de comunicação social da especialidade/ opinion maker/ ex dirigente da ANGF/ ex cabo do Grupo de Vila Franca/ ex forcado do Grupo de Santarém»
in diariotaurino


"quem não se sente não é filho de boa gente"? Ou quem nãodeve não teme!?
"Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Luís Mário Lopes - encenador

Não há PróToiro, não há reacção...
por Diogo Palha

Na passada segunda-feira teve lugar a entrega de Prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, eventos que a RTP transmitiu no seu canal 1.
Durante a entrega dos prémios um dos galardoados, um encenador de seu nome Luís Mário Lopes, aproveitou o seu tempo de antena para dar o seguinte recado: "Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Na nossa sociedade, que felizmente vive em liberdade, a ignorância é um direito e dizer alarvidades em directo na TV é o "pão nosso de cada dia". Por isso até acho normal que o tal Luís Mário Lopes seja ignorante e mostre a sua ignorância em directo na TV. O que já não me parece normal é que a Festa e os seus principais agentes continue impávida e serena a assistir a estas coisas sem reagir, sem repôr a verdade, sem vir a público dizer que o encenador Luís Mário Lopes é ignorante e não sabe do que fala.
Já diz o ditado que "quem não se sente não é filho de boa gente" e a Festa quando é atacada, ainda por cima de forma mentirosa e injusta, tem a obrigação de se sentir. Repito: tem a OBRIGAÇÃO de se sentir.
A maioria da população portuguesa não faz ideia de como funciona a tauromaquia em Portugal e, por isso, na segunda-feira passada por causa das palavras do tal Luís Mário Lopes, ficou com uma ideia errada de que a Festa é apoiada pela Ministério da Cultura e pela Ministra. Há que repôr a verdade.

1) Não se sabe se a Ministra da Cultura é aficionada ou não. O que se sabe é que é cumpridora da lei e a lei em Portugal diz que a Tauromaquia é INQUIVOCAMENTE (esta palavra faz parte do decreto-lei) parte da Cultura Portuguesa. Ora se assim é, cabe ao titular da Pasta da Cultura, seja ele quem for, cuidar da Tauromaquia, como lhe cabe cuidar das restantes formas de cultura. É a lei que o diz e os governantes devem cumprir a lei.
2) A Tauromaquia não recebe um único euro do Ministério da Cultura. Do orçamento do Ministério da Cultura não sai um único euro para a Festa dos Toiros. Ao contrário do que sucede para o teatro (certamente para as peças encenadas pelo tal Luís Mário Lopes que ao contrário da Tauromaquia não consegue que o público se interesse para comprar os bilhetes suficientes para suportar o seu negócio, daí ter de andar a pedinchar à Ministra da Cultura).
3) A Tauromaquia paga ao Ministério da Cultura muitas dezenas de milhares de euros por ano em licenças.
4) A Tauromaquia até paga à Sociedade Portuguesa de Autores, em todos os espectáculos que se realizam, pelo direito da Banda tocar músicas que foram escritas por algum autor. É de mau gosto ir a uma gala receber um prémio e ofender e mentir sobre um contribuinte da entidade que dá o prémio, mas enfim, não podemos pedir que o tal Luís Mário Lopes não seja ignorante, mentiroso e mal educado.

Cabia à PróToiro ter reagido logo. Cabia-lhe ter feito chegar um Comunicado à RTP, à SPA e à comunicação social. Cabia-lhe repôr a verdade, não só na sua defesa mas também na defesa da própria Ministra da Cultura. Defender a Ministra porque ao contrário de outros esta não tem vergonha de cumprir a lei não se faz dando-lhe almoços e palmadinhas nas costas, faz-se com cidadania e a Festa tem de assumir de uma vez que tem a OBRIGAÇÃO de se defender e de se promover.

Quando ao tal Luís Mário Lopes, aconselho-o a que peça com mais insistência dinheiro ao Ministério da Cultura pois se agora já não consegue vender os bilhetes suficientes para tornar as suas encenações viáveis, fica a saber que ainda menos venderá pois nenhum aficionado irá ver as suas peças, a começar pela sua peça actual "Casa dos Anjos". Ao contrário dos "chulos" do orçamento do Ministério da Cultura que precisam do dinheiro de quem não tem interesse nenhum em ver as suas obras para sobreviverem, a Festa dos Toiros vive por si só e pela afición das centenas de milhares de portugueses que vão aos toiros todos os anos.

23 de fevereiro de 2011

sábado, 27 de junho de 2015

12.000 Euros para a Palha Blanco

palha blanco

«Em Vila Franca de Xira o dinheiro cresce nas árvores a avaliar pelas quantias dadas à tauromaquia senão vejamos alguns exemplos:

66.000 euros para a escola de toureio, 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado e 12.000 euros para apoiar a praça de touros de acordo com o protocolo que irá ser assinado com a empresa que gere a Palha Blanco e cujo empresário é Paulo Pessoa de Carvalho.

A autarquia tem tanto mas tanto dinheiro, que em tempo de crise, até se deu ao luxo de aumentar esse apoio uma vez que em 2014 o subsídio era de 10.000 euros.

Alberto Mesquita (PS), presidente do executivo, afirmou que era importante apoiar uma das imagens de marca do concelho.

Sr. Mesquita, o senhor até pode acreditar que apoiar a tortura é uma das imagens de marca do concelho, mas quando toca a desviar dinheiros públicos para apoiar essa imagem aí alto e pára o baile, porque esse dinheiro, não sai do seu ordenado mas sim dos bolsos de todos os vilafranquenses e a isso nós chamamos roubo descarado e despudorado.»


Prótouro 
Pelos touros em liberdade

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Apoio municipal à escola de Tortura causa polémica

foto

Movimentos ANTI-tourada dizem que os 60 mil euros dados pela Câmara de Vila Franca de Xira davam para 9 mil refeições escolares. Líder da autarquia refuta argumentos e diz que esse apoio social já existe e que o mesmo não implica que se deixem morrer as tradições.

O apoio que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira concede à Escola de Toureio José Falcão está a causar celeuma nas redes sociais. Os 60 mil euros que a autarquia atribui de subsídio à escola estão a ser contestados por grupos anti-touradas, nomeadamente o blog Prótouro - Pelos Touros em Liberdade, que afirma que essa mesma verba serviria para fornecer cerca de 9 mil refeições a famílias carenciadas com filhos no primeiro ciclo.

O líder autárquico realçou ainda a importância das tradições taurinas também no campo do combate ao desemprego na localidade, dados os recursos agrícolas que são necessários para criar cavalos e toiros e a sua utilidade para a agricultura.
in  'O Mirante'

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

"a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente"

«A Tauromaquia Tem um Futuro Inexistente
O jornal “O Mirante”, publicou no dia 20 do corrente mês, um artigo intitulado: “Memórias de toiros Murteira Grave que faziam tremer as pernas a toureiros e forcados”.
Joaquim Grave filho, num jantar convívio no clube taurino vilafranquense, ao recordar o pai, proferiu a seguinte afirmação: “Hoje não há tempo para os toiros se criarem mas não concordo com os aficionados que dizem que a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente. O segredo dos ganaderos e dos aficionados é saber acompanhar os tempos”.
A afirmação só vem provar que até os aficionados sabem que as touradas têm um futuro inexistente. Obviamente que ele discorda porque quando as touradas acabarem, acaba-se o negócio e os subsídios.
E como o negócio vive à conta dos aficionados, está tudo dito.»
Prótouro
Pelos touros em liberdade