O dinheiro público para a tauromaquia em VFX é bem mais que os 270.000,00 € referidos.
A somar a isto temos os 6.000,00 € que a junta de freguesia de Vila Franca de Xira entrega anualmente à "escola" de toureio. Depois há vários custos indirectos não contabilizados, são os apoios logísticos.
São funcionários municipais "desviados" das suas tarefas de serviço público para estar a montar e desmontar eventos tauromáquicos. Ou para estarem a tratar materiais de exposição de tertúlias tauromáquicas.
É o combustível para essas deslocações e para levar meia dúzia de gente à herdade onde se alugam os touros. São os materiais de comunicação. São taxas de publicidade e de emissão de ruído não cobradas a quem cola cartazes por todos o lado, deixa reboques nos passeios e anda com carros velhos a anunciar touradas e poluir a cidade, é mesmo muito mais.
Só quem está cá sabe... e nós sabemos!!!
《Alberto Mesquita revela que “em termos globais, existe um investimento anual de cerca de 270.000,00 €” na tauromaquia, em Vila Franca de Xira, numa entrevista, feita a todos os municípios que integram a Secção de Municípios com Actividade Taurina.
O seu município integra a rede de Municípios com Actividade Taurina. Qual a importância da tauromaquia para o município?
A Tauromaquia é um aspecto de extrema importância na afirmação da identidade de Vila Franca de Xira. A elevada participação popular em todas as iniciativas de âmbito tauromáquico, designadamente a Semana da Cultura Tauromáquica ou o Colete Encarnado, expressa de forma inequívoca o valor intrínseco da arte e cultura tauromáquicas no seio da nossa Comunidade. É muito mais do que apenas uma parte da nossa história; é um aspecto profundamente enraizado na nossa Cultura e marca aquilo que somos enquanto povo.
Como reage às manifestações e tentativas de acabar com a tauromaquia quer a nível nacional quer em termos internacionais por alguns grupos?
Consideramos que todos os pontos de vista são legítimos, desde que naturalmente se expressem de forma não-violenta e com respeito pelas demais opiniões divergentes. A democracia tem na sua essência princípios básicos de liberdade e de tolerância que devem ser respeitados acima de tudo.
Como pode, e deve ser gerida esta questão entre os anti taurinos e os aficionados?
Precisamente, com respeito e bom senso, de todas as partes, pelas opiniões de cada um.
Caso os Municípios venham a tutelar directamente o espectáculo tauromáquico, na sua óptica o que poderia mudar?
Importa sublinhar nesta matéria que o Município de Vila Franca de Xira, tal como outros Municípios com actividade taurina, tem vindo a afirmar reiteradamente que a Tauromaquia é uma tradição multissecular de âmbito nacional, sendo parte integrante do Conselho Nacional de Cultura desde 2010. A tauromaquia constitui, nas suas distintas e diversificadas manifestações, um património rico, vasto e singular da nossa cultura popular. E nessa medida, toda e qualquer legislação que venha a ser produzida neste âmbito deverá garantir a possibilidade de realização de corridas de toiros em todo o território nacional, no Continente ou nas Regiões Autónomas, sem qualquer excepção. Esta é uma matéria onde não deve existir margem para decisões singulares ou casuísticas em cada Município, que seriam nefastas para a coesão cultural nacional. Nessa medida, consideramos que a actual legislação não deve sofrer alterações e que não devem existir entendimentos diferentes, consagrados na lei, sobre o espectáculo tauromáquico enquanto manifestação cultural. É também por tudo isto que o Município de Vila Franca de Xira permanece empenhado na declaração da Tauromaquia como património imaterial nacional.
Na sua ótica e para melhorar um espetáculo tauromáquico, o que se deve alterar?
Esta é uma questão que aponta para visões e sensibilidades muito particulares. Sendo que cada espetáculo tem as suas características próprias, penso que neste âmbito devem ser questionados directamente aqueles que realizam o espectáculo tauromáquico. A Câmara Municipal, tal como referido anteriormente, não tem nenhuma intervenção na componente artística do espectáculo tauromáquico. Os regulamentos que regem as touradas podem naturalmente ser revistos, por parte dos seus intervenientes mais directos, no sentido de dar, por exemplo, outras condições de ritmo ao espectáculo. O espectáculo taurino, tal como em qualquer outra manifestação artística, tem múltiplas manifestações e características, que também atraem diferentes tipos de público. E assim, para além das touradas existem esperas e largadas de toiros, existe a capeia arraiana no Sabugal, o toureio à corda nos Açores, e numa manifestação mais recente, o espectáculo dos Recortadores. São expressões da mesma paixão que também dão conta de uma cultura viva, em constante evolução, e de uma tradição que certamente não irá terminar por decreto.》
Fonte: infocul.pt
DINHEIROS PÚBLICOS PARA A TAUROMAQUIA (EM CONSTANTE ACTUALIZAÇÃO) [Clique para descarregar o PDF]
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domingo, 1 de julho de 2018
terça-feira, 26 de julho de 2016
O Negócio das praças de Touros
A realidade da tauromaquia na região num périplo pelas praças de touros, onde há mais prejuízo do que lucro. A rentabilidade das corridas está longe dos seus tempos áureos, também por culpa da crise.
Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”
O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

O empresário fala de uma afición difícil
Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.
No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.
O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.
Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem
A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.
Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.
A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.
Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.
A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.
Leia aqui o artigo completo:
CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo
Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”
O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

O empresário fala de uma afición difícil
Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.
No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.
O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.
Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem
A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.
Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.
A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.
Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.
A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.
Leia aqui o artigo completo:
CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Aluguer de Touros – Pagamos Todos!

A autarquia de Vila Franca de Xira celebrou um contrato por ajuste directo com a empresa Colina Fresca Agro-Pecuária, Lda. para o aluguer de touros e novilhos para as práticas bárbaras que decorrerão na vilória pela “módica” quantia de 55.000 euros.
Criminosamente, esta autarquia asquerosa, continua a não ter qualquer problema em roubar descaradamente milhares e milhares de euros aos contribuintes!
Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Milhares para os tauricidas!
Ignóbil! Vergonhoso! Xulos!
E ajudas para pessoas com deficiência que precisam de sair de casa?
Pagam 15€ aos bombeiros ou ficam em casa!
Esta gente tem que ser travada.
«Comparticipação financeira à Associação Escola de Toureio José Falcão para aquisição de viatura»
http://www.cm-vfxira.pt/uploads/writer_file/document/11414/ordem.dia.pdf

«Vila Franca de Xira Milhares de Euros para a Tauromaquia
A vergonhosa autarquia de Vila Franca de Xira continua escandalosamente a desbaratar dinheiros públicos em tauromaquia:
– 66.000 euros para a escola de toureio;
– 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado;
– 12.000 euros para apoiar a praça de touros, etc.
E hoje irá ser aprovada uma comparticipação financeira sabe-se lá de quantos mil euros para a aquisição de uma viatura para a escola de toureio José Falcão.
Um país onde certos autarcas desviam dinheiro dos cofres municipais para alimentar a asquerosa e nojenta indústria tauromáquica, autarcas esses, que se estão nas tintas para as necessidades dos cidadãos não é um país é uma anedota, porque num país a sério esta gentalha há muito que estaria sentada no banco dos réus para ser julgada pelos seus crimes.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2015/07/15/vila-franca-de-xira-milhares-de-euros-para-a-tauromaquia/
E ajudas para pessoas com deficiência que precisam de sair de casa?
Pagam 15€ aos bombeiros ou ficam em casa!
Esta gente tem que ser travada.
«Comparticipação financeira à Associação Escola de Toureio José Falcão para aquisição de viatura»
http://www.cm-vfxira.pt/uploads/writer_file/document/11414/ordem.dia.pdf

«Vila Franca de Xira Milhares de Euros para a Tauromaquia
A vergonhosa autarquia de Vila Franca de Xira continua escandalosamente a desbaratar dinheiros públicos em tauromaquia:
– 66.000 euros para a escola de toureio;
– 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado;
– 12.000 euros para apoiar a praça de touros, etc.
E hoje irá ser aprovada uma comparticipação financeira sabe-se lá de quantos mil euros para a aquisição de uma viatura para a escola de toureio José Falcão.
Um país onde certos autarcas desviam dinheiro dos cofres municipais para alimentar a asquerosa e nojenta indústria tauromáquica, autarcas esses, que se estão nas tintas para as necessidades dos cidadãos não é um país é uma anedota, porque num país a sério esta gentalha há muito que estaria sentada no banco dos réus para ser julgada pelos seus crimes.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2015/07/15/vila-franca-de-xira-milhares-de-euros-para-a-tauromaquia/
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Este rapazinho tem um problema grave como é apanágio de todos os tauricidas.

Acreditam nas mentiras que dizem e dizem-nas tantas vezes que para eles se torna um verdade.
[[onde já ouvi isto?! Ah foi o Goebbels “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” ]]
«A Stand-Up Comedy do Diogo Palha
Diogo Palha, ex-forcado que se gaba de ter 5 primos cavaleiros tauromáquicos, 4 familiares ganadeiros e uma família que há mais de 150 anos vive da tortura de bovinos escreveu um artigo de opinião intitulado “Tauromaquia – Um Sector de Actividade Cheio de Saúde”.
O artigo em questão tem a ver com fundos comunitários nomeadamente os fundos Portugal 2020 e diz o pequeno e citamos:
“Porque realmente é preciso estar de muito boa saúde para se desprezarem as várias possibilidades que o Portugal 2020 oferece às empresas e suas associações e é bom não esquecer que as ganadarias são empresas, os toureiros são empresas, os promotores das corridas são empresas, os transportadores de toiros são empresas, os emboladores são empresas e os produtores de publicidade são empresas.
Se a Tauromaquia portuguesa e as suas empresas precisassem de apoios que a ajudassem a revigorar-se e a ser mais competitiva, os seus líderes estariam atentos e disponíveis para trabalhar de forma incessante no aproveitamento destes Fundos.
Só não estão atentos nem aproveitam porque a Tauromaquia portuguesa não precisa como aliás se pode verificar pelo fulgor económico dos nossos toureiros, ganaderos e empresários, pelas praças sempre esgotadas com cartéis com as máximas figuras de todo o mundo, pelo número crescente de corridas, pela quantidade de feiras taurinas existentes, pela forma moderna e atractiva com que investem na publicidade e promoção, pelo enorme valor de exportações que fazem actuando no estrangeiro e vendendo toiros para fora do país”.
(artigo de naturales-tauromaquiablog)
Depois de lermos estas afirmações das duas uma ou o rapazola está a ser irónico ou realmente acredita em tudo o que proferiu. Ora tendo em conta que a ironia não faz parte do vocabulário dos aficionados, isto quer dizer, que esta alminha quer convencer tudo e todos que a tauromaquia não recebe um chavo de fundos comunitários porque não precisa, porque está de boa saúde.
Que grande lata que o tipo tem especialmente quando pertence a uma família que anda a mamar há anos e anos subsídios europeus, estatais e camarários.
Que pena temos que a estupidez não pague imposto!
Prótouro
Pelos touros em liberdade
;) o faz tudo...
«Diogo Palha é PARA JÁ o empresário - proprietário de um meio de comunicação social da especialidade/ opinion maker/ ex dirigente da ANGF/ ex cabo do Grupo de Vila Franca/ ex forcado do Grupo de Santarém»
in diariotaurino
"quem não se sente não é filho de boa gente"? Ou quem nãodeve não teme!?
"Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Luís Mário Lopes - encenador
Não há PróToiro, não há reacção...
por Diogo Palha
Na passada segunda-feira teve lugar a entrega de Prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, eventos que a RTP transmitiu no seu canal 1.
Durante a entrega dos prémios um dos galardoados, um encenador de seu nome Luís Mário Lopes, aproveitou o seu tempo de antena para dar o seguinte recado: "Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Na nossa sociedade, que felizmente vive em liberdade, a ignorância é um direito e dizer alarvidades em directo na TV é o "pão nosso de cada dia". Por isso até acho normal que o tal Luís Mário Lopes seja ignorante e mostre a sua ignorância em directo na TV. O que já não me parece normal é que a Festa e os seus principais agentes continue impávida e serena a assistir a estas coisas sem reagir, sem repôr a verdade, sem vir a público dizer que o encenador Luís Mário Lopes é ignorante e não sabe do que fala.
Já diz o ditado que "quem não se sente não é filho de boa gente" e a Festa quando é atacada, ainda por cima de forma mentirosa e injusta, tem a obrigação de se sentir. Repito: tem a OBRIGAÇÃO de se sentir.
A maioria da população portuguesa não faz ideia de como funciona a tauromaquia em Portugal e, por isso, na segunda-feira passada por causa das palavras do tal Luís Mário Lopes, ficou com uma ideia errada de que a Festa é apoiada pela Ministério da Cultura e pela Ministra. Há que repôr a verdade.
1) Não se sabe se a Ministra da Cultura é aficionada ou não. O que se sabe é que é cumpridora da lei e a lei em Portugal diz que a Tauromaquia é INQUIVOCAMENTE (esta palavra faz parte do decreto-lei) parte da Cultura Portuguesa. Ora se assim é, cabe ao titular da Pasta da Cultura, seja ele quem for, cuidar da Tauromaquia, como lhe cabe cuidar das restantes formas de cultura. É a lei que o diz e os governantes devem cumprir a lei.
2) A Tauromaquia não recebe um único euro do Ministério da Cultura. Do orçamento do Ministério da Cultura não sai um único euro para a Festa dos Toiros. Ao contrário do que sucede para o teatro (certamente para as peças encenadas pelo tal Luís Mário Lopes que ao contrário da Tauromaquia não consegue que o público se interesse para comprar os bilhetes suficientes para suportar o seu negócio, daí ter de andar a pedinchar à Ministra da Cultura).
3) A Tauromaquia paga ao Ministério da Cultura muitas dezenas de milhares de euros por ano em licenças.
4) A Tauromaquia até paga à Sociedade Portuguesa de Autores, em todos os espectáculos que se realizam, pelo direito da Banda tocar músicas que foram escritas por algum autor. É de mau gosto ir a uma gala receber um prémio e ofender e mentir sobre um contribuinte da entidade que dá o prémio, mas enfim, não podemos pedir que o tal Luís Mário Lopes não seja ignorante, mentiroso e mal educado.
Cabia à PróToiro ter reagido logo. Cabia-lhe ter feito chegar um Comunicado à RTP, à SPA e à comunicação social. Cabia-lhe repôr a verdade, não só na sua defesa mas também na defesa da própria Ministra da Cultura. Defender a Ministra porque ao contrário de outros esta não tem vergonha de cumprir a lei não se faz dando-lhe almoços e palmadinhas nas costas, faz-se com cidadania e a Festa tem de assumir de uma vez que tem a OBRIGAÇÃO de se defender e de se promover.
Quando ao tal Luís Mário Lopes, aconselho-o a que peça com mais insistência dinheiro ao Ministério da Cultura pois se agora já não consegue vender os bilhetes suficientes para tornar as suas encenações viáveis, fica a saber que ainda menos venderá pois nenhum aficionado irá ver as suas peças, a começar pela sua peça actual "Casa dos Anjos". Ao contrário dos "chulos" do orçamento do Ministério da Cultura que precisam do dinheiro de quem não tem interesse nenhum em ver as suas obras para sobreviverem, a Festa dos Toiros vive por si só e pela afición das centenas de milhares de portugueses que vão aos toiros todos os anos.
23 de fevereiro de 2011
sábado, 27 de junho de 2015
12.000 Euros para a Palha Blanco

«Em Vila Franca de Xira o dinheiro cresce nas árvores a avaliar pelas quantias dadas à tauromaquia senão vejamos alguns exemplos:
66.000 euros para a escola de toureio, 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado e 12.000 euros para apoiar a praça de touros de acordo com o protocolo que irá ser assinado com a empresa que gere a Palha Blanco e cujo empresário é Paulo Pessoa de Carvalho.
A autarquia tem tanto mas tanto dinheiro, que em tempo de crise, até se deu ao luxo de aumentar esse apoio uma vez que em 2014 o subsídio era de 10.000 euros.
Alberto Mesquita (PS), presidente do executivo, afirmou que era importante apoiar uma das imagens de marca do concelho.
Sr. Mesquita, o senhor até pode acreditar que apoiar a tortura é uma das imagens de marca do concelho, mas quando toca a desviar dinheiros públicos para apoiar essa imagem aí alto e pára o baile, porque esse dinheiro, não sai do seu ordenado mas sim dos bolsos de todos os vilafranquenses e a isso nós chamamos roubo descarado e despudorado.»
Prótouro
Pelos touros em liberdade
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Alberto Mesquita critica actuação da Entidade de Turismo de Lisboa

O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS), exige que a Entidade Regional de Turismo (ERT) da Região de Lisboa faça mais e melhor trabalho na promoção dos eventos turísticos diferenciadores do concelho, como é o caso das festas do Colete Encarnado.
No dia 18 de Junho foi realizada uma conferência de imprensa de apresentação das festas do Colete Encarnado, consideradas das mais importantes do Ribatejo, onde compareceram os representantes das forças vivas da comunidade e da festa brava. Os responsáveis da ERT também foram convidados, garante a câmara, mas ninguém dessa entidade compareceu.
"Exigimos que esta entidade faça muito mais do que tem feito. Queremos que faça mais. Somos a grande região de Lisboa e temos de ter a capacidade de conseguir atrair pessoas além da capital. É nisso que Vila Franca de Xira é diferente, apresentando uma festa única e diferenciadora nesta região", vincou.
Alberto Mesquita confessou o "grande esforço" que tem sido feito para promover as festas, contra tudo e contra todos, mesmo quando os representantes da entidade de turismo não aparecem nos eventos. "Nós convidamos, mas nesta altura é preciso uma grande paixão para manter esta tradição viva [tauromaquia]. Sem os toiros e os campinos esta região era mais pobre. Sabemos que algumas pessoas não gostam e que o movimento anti-taurino entrou na agenda política. Mas o Colete Encarnado é o que nos diferencia no panorama turístico da capital e é nele que apostamos", vincou.
O MIRANTE contactou a ERT-RL sobre este assunto mas nenhuma resposta nos foi enviada até ao fecho desta edição.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Apoio municipal à escola de Tortura causa polémica
Movimentos ANTI-tourada dizem que os 60 mil euros dados pela Câmara de Vila Franca de Xira davam para 9 mil refeições escolares. Líder da autarquia refuta argumentos e diz que esse apoio social já existe e que o mesmo não implica que se deixem morrer as tradições.
O apoio que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira concede à Escola de Toureio José Falcão está a causar celeuma nas redes sociais. Os 60 mil euros que a autarquia atribui de subsídio à escola estão a ser contestados por grupos anti-touradas, nomeadamente o blog Prótouro - Pelos Touros em Liberdade, que afirma que essa mesma verba serviria para fornecer cerca de 9 mil refeições a famílias carenciadas com filhos no primeiro ciclo.
O líder autárquico realçou ainda a importância das tradições taurinas também no campo do combate ao desemprego na localidade, dados os recursos agrícolas que são necessários para criar cavalos e toiros e a sua utilidade para a agricultura.
in 'O Mirante'
terça-feira, 3 de março de 2015
66.000 Euros para um Antro de Tortura

A “escola” que forma tauricidas e que dá pelo nome de escola de toureio José Falcão, recebe da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira 60.000 euros e da junta de freguesia 6.000 euros.
Num artigo publicado no jornal “O Mirante”, António José Inácio presidente da dita escola afirma e citamos:
“O orçamento da escola é de 66 mil euros. Para desenvolver as nossas actividades com melhores condições para os nossos alunos e técnicos, gostaríamos de ter pelo menos o dobro. Do dinheiro que recebemos 60 mil são da câmara, seis mil euros da junta de freguesia e depois conseguimos ao longo do ano angariar mais algumas verbas através de uma ou outra iniciativa que vamos fazendo aqui na escola”.
Notícia d' O Mirante'
É obsceno que estas entidades desviem dos cofres públicos 66.000 euros que dariam para ajudar muitas famílias carenciadas, mas todos sabemos, que para estes autarcas vergonhosos, é mais importante fomentar a tauromaquia do que ajudarem aqueles que precisam!
PróTouro - Pelos touros em liberdade
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Cantinas sociais de Vila Franca não conseguem dar resposta a tantos pobres
Desde o início do ano as cantinas sociais de Vila Franca de Xira estão a servir 861 refeições diárias a pessoas com grandes carências económicas. São mais 273 que em 2013.Fonte: O Mirante
A procura tem sido tão grande que abriram mais duas cantinas em Alverca e Vialonga e mesmo assim não se consegue dar resposta a todos os que necessitam de ajuda.
O pedido de alimentos, face a situações de desemprego, tem sido o que mais se tem verificado, quer ao nível da acção social do município quer nas associações do concelho com essas valências.
Dados do município mostram que no programa de ajudas alimentares a maioria dos cabazes entregues foram para as freguesias de Alhandra e Vila Franca de Xira. Este ano a câmara prevê entregar 6140 cabazes, mais 453 que no ano passado.
No âmbito do programa de apoio a situações de emergência, em que o município ajuda com verbas financeiras, o valor mais que duplicou nos primeiros meses do ano, passando dos 1121 euros entregues entre Setembro a Dezembro do ano passado para 3529 euros, só entre Janeiro e Maio de 2014.
Os locais onde mais se registaram atendimentos sociais foram Alverca, Sobralinho e Alhandra (de 81 para 130), Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa (de 302 para 358) e Povos, Vila Franca de Xira (de 40 para 94).
VERGONHOSO!
NÃO HÁ DINHEIRO???? AUMENTA A POBREZA EM VILA FRANCA DE XIRA E O DINHEIRO VAI PARA ONDE?
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai transferir 4.306 euros para a casa dos forcados. A quantia, destina-se a pagar o prémio de seguro de acidentes pessoais, (pagamento esse que tem vindo a ser feito desde 2007)
Fonte: O Mirante
EM 2012
Câmara de Vila Franca apoia temporada tauromáquica com dez mil euros
Fonte: O Mirante
DE 2008 a 2010
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
Fonte: "Execução anual do plano de actividades municipais"
terça-feira, 20 de maio de 2014
Câmara Municipal CONTINUA a Pagar Seguro de Acidentes Pessoais aos Forcados
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai transferir 4.306 euros para a casa dos forcados. A quantia, destina-se a pagar o prémio de seguro de acidentes pessoais, (pagamento esse que tem vindo a ser feito desde 2007) dos energúmenos que se dedicam a violentar touros moribundos.
Já que a lei permite que estes tipos abusem de bovinos, arriscando a lesionar-se, então que sejam eles a pagar o seguro. Haja alguém que ponha cobro a esta pouca vergonha. Um país na penúria e estas câmaras que se apelidam taurinas, continuam a delapidar impunemente os cofres municipais.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Fonte: O Mirante
Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.
Já que a lei permite que estes tipos abusem de bovinos, arriscando a lesionar-se, então que sejam eles a pagar o seguro. Haja alguém que ponha cobro a esta pouca vergonha. Um país na penúria e estas câmaras que se apelidam taurinas, continuam a delapidar impunemente os cofres municipais.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Fonte: O Mirante
Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.
terça-feira, 23 de julho de 2013
SUBSÍDIOS PARA A TORTURA!
E NÃO HÁ DINHEIRO!?!?!
O que a autarca da NOSSA terra faz ao nosso dinheiro!!!
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira
Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
2008 - € 372.845,06
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2008)
€ 4.000,00 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2008)
€ 18.214,64 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2008)
€ 30.004,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2008)
€ 250.475,62 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2008)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/20090416120657864101.pdf
€ 10.150,00 - Segurança e encerramento das tranqueiras durante as esperas e largadas de touros na feira anual de Outubro - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=1700&lk=srch
2009 - € 361.878,69
€ 4.124,74 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2009)
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2009)
€ 1.000,00 - Confederação de cidades Taurinas (Relatório e Conta 2009)
€ 236.085,32 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2009)
€ 3.720,00 - Aluguer de touros - Salão do Cavalo (Relatório e Conta 2009)
€ 28.804,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2009)
€ 16.873,83 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2009)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
€ 11.270,00 - Obras de beneficiação da enfermaria da praça de touros de Vila Franca de Xira - Joaquim Euleutério e Filhos, Lda.
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=128521&lk=srch
"Execução anual do plano de actividades municipais"
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
2010 - € 399.180,39
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (pág. 115 Relatório e Conta 2010)
€ 288.688,36 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 28.737,50 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 17.648,13 - Semana da Cultura Tauromáquica (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
€ 4.106,40 - Circuito Tauromáquico - Protocolo com a Casa dos Forcados (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
Em 2011 gastaram-se 432.125 € para a tauromaquia em Vila Franca de Xira.
Eventos tauromáquicos = 374.500 €
Protocolo Clube Taurino
e Casa dos forcados = 63.125 €
O que a autarca da NOSSA terra faz ao nosso dinheiro!!!
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira
Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
2008 - € 372.845,06
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2008)
€ 4.000,00 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2008)
€ 18.214,64 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2008)
€ 30.004,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2008)
€ 250.475,62 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2008)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/20090416120657864101.pdf
€ 10.150,00 - Segurança e encerramento das tranqueiras durante as esperas e largadas de touros na feira anual de Outubro - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=1700&lk=srch
2009 - € 361.878,69
€ 4.124,74 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2009)
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2009)
€ 1.000,00 - Confederação de cidades Taurinas (Relatório e Conta 2009)
€ 236.085,32 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2009)
€ 3.720,00 - Aluguer de touros - Salão do Cavalo (Relatório e Conta 2009)
€ 28.804,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2009)
€ 16.873,83 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2009)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
€ 11.270,00 - Obras de beneficiação da enfermaria da praça de touros de Vila Franca de Xira - Joaquim Euleutério e Filhos, Lda.
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=128521&lk=srch
"Execução anual do plano de actividades municipais"
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
2010 - € 399.180,39
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (pág. 115 Relatório e Conta 2010)
€ 288.688,36 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 28.737,50 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 17.648,13 - Semana da Cultura Tauromáquica (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
€ 4.106,40 - Circuito Tauromáquico - Protocolo com a Casa dos Forcados (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
Eventos tauromáquicos = 374.500 €
Protocolo Clube Taurino
e Casa dos forcados = 63.125 €
domingo, 26 de maio de 2013
QUEM PAGA ISTO???
Os ALGOZES:
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Clube Taurino Vilafranquense homenageados em Madrid pelo Circulo Taurino Amigos da Dinastia Bienvenida
Fonte:
http://elredondeltaurino.blogspot.pt/2013/05/madrid-23-05-13-circulo-bienvenida.html?spref=fb
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Clube Taurino Vilafranquense homenageados em Madrid pelo Circulo Taurino Amigos da Dinastia Bienvenida
PARA ISTO HÁ DINHEIRO!!!
Fonte:
http://elredondeltaurino.blogspot.pt/2013/05/madrid-23-05-13-circulo-bienvenida.html?spref=fb
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Para tudo há Limites Especialmente para a Obscenidade
Vivemos à beira da bancarrota se é que já não estamos lá, mas no entanto para certas autarquias das duas uma ou têm um saco azul sem fundo ou um pote cheio de ouro no fim do arco-íris.
Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.
Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.
Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.
Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.
O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.
Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.
Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.
Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.
Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.
O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.
Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?
Prótouro
Pelos touros em liberdade
sábado, 6 de abril de 2013
Nós sabemos... mas são os aficionados que denunciam!
SABEMOS QUE SEMPRE FOI ASSIM MAS NUNCA FOI DENUNCIADO E AGORA SÃO OS AFICIONADOS QUE O FAZEM.. OBRIGADA!
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)
Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica
Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém. Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:
“Os toiros espanhóis vêm para Portugal a preços baixíssimos. Estão legais, mas foram comprados para abate. A guia traz uma validade de oito dias e durante este período são utilizados nas corridas. Lá vendem um toiro por 300 euros para abate e depois ainda cobram mais uns 750 euros para serem lidados aqui. No mínimo, um bom toiro não custa menos de 5000 euros. Ninguém se mexe para acabar com esta situação. E se começarmos a pressionar depois os espanhóis não compram toiros portugueses.
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.”
in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças
Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.
E uma vez mais citamos os aficionados:
“Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…”
in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca
Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.
A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)
Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica
Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém. Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.”
in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças
Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.
E uma vez mais citamos os aficionados:
“Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…”
in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca
Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.
A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Ganadero "parte a loiça". José Dias critica Governo e associação sobre a questão dos "toiros espanhóis"
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Câmara de Vila Franca apoia temporada tauromáquica com dez mil euros
E NÃO HÁ DINHEIRO???????? PARA QUEM?
NÃO HÁ NADA MAIS IMPORTANTE ONDE APLICAR ESTE DINHEIRO?????????DEZ MIL EUROS!!!!!!!!!!!
Mais um concelho! Mais uma vergonha!
Câmara de Vila Franca apoia temporada tauromáquica com dez mil eurosFonte: O Mirante
Dez mil euros é quanto a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai transferir para a Tauroleve - Sociedade Tauromáquica Letra da Neta, empresa que gere a praça de toiros, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira, a fim de apoiar a temporada em 2012.
A autarquia garante assim que a empresa coloca à venda bilhetes a preços reduzidos, destinados a idosos acima dos 65 anos e a jovens até aos 18 anos nas corridas de toiros realizadas na época taurina de 2012 na praça da cidade.
A empresa compromete-se ainda a colocar nos cartéis de dez espectáculos de variedades taurinas, que se realizem na presente temporada e em diversas praças de toiros, alunos da Escola de Toureio José Falcão.
O município de Vila Franca de Xira é associado da “Associação da Escola de Toureio José Falcão”, integra a mesa da assembleia geral e apoia financeira e logisticamente o seu funcionamento, proporcionando a aprendizagem da arte de toureio e garantindo a participação activa dos jovens alunos em espectáculos taurinos.
Cinco mil euros serão transferidos pela câmara na semana anterior ao Colete Encarnado e o restante será entregue na semana que antecede a Feira de Outubro. O protocolo já foi aprovado em reunião de câmara.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
SUBSÍDIOS PARA TORTURA! 2011
Eventos = 374.500 €
Protocolo Clube Taurino
e Casa dos forcados = 63.125 €
SUBSÍDIOS PARA TORTURA! 2008/2009/2010
E NÃO HÁ DINHEIRO!?!?!
O que a autarca da NOSSA terra faz ao nosso dinheiro!!!
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira
Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
2008 - € 372.845,06
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2008)
€ 4.000,00 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2008)
€ 18.214,64 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2008)
€ 30.004,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2008)
€ 250.475,62 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2008)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/20090416120657864101.pdf
€ 10.150,00 - Segurança e encerramento das tranqueiras durante as esperas e largadas de touros na feira anual de Outubro - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=1700&lk=srch
2009 - € 361.878,69
€ 4.124,74 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2009)
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2009)
€ 1.000,00 - Confederação de cidades Taurinas (Relatório e Conta 2009)
€ 236.085,32 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2009)
€ 3.720,00 - Aluguer de touros - Salão do Cavalo (Relatório e Conta 2009)
€ 28.804,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2009)
€ 16.873,83 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2009)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
€ 11.270,00 - Obras de beneficiação da enfermaria da praça de touros de Vila Franca de Xira - Joaquim Euleutério e Filhos, Lda.
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=128521&lk=srch
"Execução anual do plano de actividades municipais"
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
2010 - € 399.180,39
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (pág. 115 Relatório e Conta 2010)
€ 288.688,36 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 28.737,50 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 17.648,13 - Semana da Cultura Tauromáquica (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
€ 4.106,40 - Circuito Tauromáquico - Protocolo com a Casa dos Forcados (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
O que a autarca da NOSSA terra faz ao nosso dinheiro!!!
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira
Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
2008 - € 372.845,06
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2008)
€ 4.000,00 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2008)
€ 18.214,64 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2008)
€ 30.004,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2008)
€ 250.475,62 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2008)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/20090416120657864101.pdf
€ 10.150,00 - Segurança e encerramento das tranqueiras durante as esperas e largadas de touros na feira anual de Outubro - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=1700&lk=srch
2009 - € 361.878,69
€ 4.124,74 - Protocolo com a Casa dos Forcados de Vila Franca de Xira (Relatório e Conta 2009)
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (Relatório e Conta 2009)
€ 1.000,00 - Confederação de cidades Taurinas (Relatório e Conta 2009)
€ 236.085,32 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (Relatório e Conta 2009)
€ 3.720,00 - Aluguer de touros - Salão do Cavalo (Relatório e Conta 2009)
€ 28.804,80 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (Relatório e Conta 2009)
€ 16.873,83 - Semana da Cultura Tauromáquica (Relatório e Conta 2009)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
€ 11.270,00 - Obras de beneficiação da enfermaria da praça de touros de Vila Franca de Xira - Joaquim Euleutério e Filhos, Lda.
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=128521&lk=srch
"Execução anual do plano de actividades municipais"
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
2010 - € 399.180,39
€ 60.000,00 - Escola de toureio José Falcão (pág. 115 Relatório e Conta 2010)
€ 288.688,36 - Festa tauromáquica Colete Encarnado (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 28.737,50 - Protocolo com Clube Taurino - Feira Anual de Outubro (pág. 113 Relatório e Conta 2010)
€ 17.648,13 - Semana da Cultura Tauromáquica (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
€ 4.106,40 - Circuito Tauromáquico - Protocolo com a Casa dos Forcados (pág. 114 Relatório e Conta 2010)
http://www.cm-vfxira.pt/files/3/documentos/2010043012261208904.pdf
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Câmara paga seguro de acidentes aos forcados de Vila Franca
Os forcados de Vila Franca de Xira recebem uma verba de 4300 euros da Câmara Municipal para pagar o seguro de acidentes pessoais.
A verba é atribuída no âmbito de um protocolo estabelecido entre a câmara e os forcados. O município justificou a atribuição da verba com a importância do grupo, que considera ser o embaixador do município “nos quatro cantos do mundo, na área da tauromaquia, a área cultural que mais contribui para a identidade do concelho”.
O Mirante
Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.
A verba é atribuída no âmbito de um protocolo estabelecido entre a câmara e os forcados. O município justificou a atribuição da verba com a importância do grupo, que considera ser o embaixador do município “nos quatro cantos do mundo, na área da tauromaquia, a área cultural que mais contribui para a identidade do concelho”.
O Mirante
Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.
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