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domingo, 1 de julho de 2018

Alberto Mesquita não sabe fazer contas aos (não)apoios

O dinheiro público para a tauromaquia em VFX é bem mais que os 270.000,00 € referidos.

 A somar a isto temos os 6.000,00 € que a junta de freguesia de Vila Franca de Xira entrega anualmente à "escola" de toureio. Depois há vários custos indirectos não contabilizados, são os apoios logísticos.
São funcionários municipais "desviados" das suas tarefas de serviço público para estar a montar e desmontar eventos tauromáquicos. Ou para estarem a tratar materiais de exposição de tertúlias tauromáquicas.

É o combustível para essas deslocações e para levar meia dúzia de gente à herdade onde se alugam os touros. São os materiais de comunicação. São taxas de publicidade e de emissão de ruído não cobradas a quem cola cartazes por todos o lado, deixa reboques nos passeios e anda com carros velhos a anunciar touradas e poluir a cidade, é mesmo muito mais.

Só quem está cá sabe... e nós sabemos!!!



《Alberto Mesquita revela que “em termos globais, existe um investimento anual de cerca de 270.000,00 €” na tauromaquia, em Vila Franca de Xira, numa entrevista, feita a todos os municípios que integram a Secção de Municípios com Actividade Taurina.


O seu município integra a rede de Municípios com Actividade Taurina. Qual a importância da tauromaquia para o município?

A Tauromaquia é um aspecto de extrema importância na afirmação da identidade de Vila Franca de Xira. A elevada participação popular em todas as iniciativas de âmbito tauromáquico, designadamente a Semana da Cultura Tauromáquica ou o Colete Encarnado, expressa de forma inequívoca o valor intrínseco da arte e cultura tauromáquicas no seio da nossa Comunidade. É muito mais do que apenas uma parte da nossa história; é um aspecto profundamente enraizado na nossa Cultura e marca aquilo que somos enquanto povo.



Como reage às manifestações e tentativas de acabar com a tauromaquia quer a nível nacional quer em termos internacionais por alguns grupos?

Consideramos que todos os pontos de vista são legítimos, desde que naturalmente se expressem de forma não-violenta e com respeito pelas demais opiniões divergentes. A democracia tem na sua essência princípios básicos de liberdade e de tolerância que devem ser respeitados acima de tudo. 


Como pode, e deve ser gerida esta questão entre os anti taurinos e os aficionados?

Precisamente, com respeito e bom senso, de todas as partes, pelas opiniões de cada um. 


Caso os Municípios venham a tutelar directamente o espectáculo tauromáquico, na sua óptica o que poderia mudar?

Importa sublinhar nesta matéria que o Município de Vila Franca de Xira, tal como outros Municípios com actividade taurina, tem vindo a afirmar reiteradamente que a Tauromaquia é uma tradição multissecular de âmbito nacional, sendo parte integrante do Conselho Nacional de Cultura desde 2010. A tauromaquia constitui, nas suas distintas e diversificadas manifestações, um património rico, vasto e singular da nossa cultura popular. E nessa medida, toda e qualquer legislação que venha a ser produzida neste âmbito deverá garantir a possibilidade de realização de corridas de toiros em todo o território nacional, no Continente ou nas Regiões Autónomas, sem qualquer excepção. Esta é uma matéria onde não deve existir margem para decisões singulares ou casuísticas em cada Município, que seriam nefastas para a coesão cultural nacional. Nessa medida, consideramos que a actual legislação não deve sofrer alterações e que não devem existir entendimentos diferentes, consagrados na lei, sobre o espectáculo tauromáquico enquanto manifestação cultural. É também por tudo isto que o Município de Vila Franca de Xira permanece empenhado na declaração da Tauromaquia como património imaterial nacional. 


Na sua ótica e para melhorar um espetáculo tauromáquico, o que se deve alterar?

Esta é uma questão que aponta para visões e sensibilidades muito particulares. Sendo que cada espetáculo tem as suas características próprias, penso que neste âmbito devem ser questionados directamente aqueles que realizam o espectáculo tauromáquico. A Câmara Municipal, tal como referido anteriormente, não tem nenhuma intervenção na componente artística do espectáculo tauromáquico. Os regulamentos que regem as touradas podem naturalmente ser revistos, por parte dos seus intervenientes mais directos, no sentido de dar, por exemplo, outras condições de ritmo ao espectáculo. O espectáculo taurino, tal como em qualquer outra manifestação artística, tem múltiplas manifestações e características, que também atraem diferentes tipos de público. E assim, para além das touradas existem esperas e largadas de toiros, existe a capeia arraiana no Sabugal, o toureio à corda nos Açores, e numa manifestação mais recente, o espectáculo dos Recortadores. São expressões da mesma paixão que também dão conta de uma cultura viva, em constante evolução, e de uma tradição que certamente não irá terminar por decreto.


Fonte: infocul.pt


DINHEIROS PÚBLICOS PARA A TAUROMAQUIA (EM CONSTANTE ACTUALIZAÇÃO) [Clique para descarregar o PDF]

sábado, 5 de agosto de 2017

As touradas VÃO ACABAR!


O que eles dizem não é a realidade. Esta prática só sobrevive com os subsídios e apoios da autarquia. Não há lucro!

“As touradas não vão acabar. Vejo os miúdos virem aqui fingir que estão a tourear”

《A tourada está novamente a provocar polémica, desta vez por causa das declarações de Daniel Deusdado, diretor de programas da estação pública, que afirmou que, apesar das boas audiências televisivas, o canal não vai transmitir mais corridas além das agendadas. O i foi medir o pulso à Moita e a Vila Franca


É fácil encontrar a praça de touros de Vila Franca de Xira. Para quem vem de Lisboa, a Praça de Touros Palha Blanco é a primeira coisa que se vê ao entrar na vila. Entalada entre a linha de comboio e o cemitério, a praça está, por estes dias, quase ao abandono: nesta zona não há sinais de comércio e até o restaurante e o museu etnográfico, que se encontram dentro do recinto, estão fechados, como nos explicou o arrumador de carros José Júlio – a única vivalma que por aqui se encontra. Também ele reconhece que esta zona está abandonada: “As pessoas só vêm cá quando há festas.”
Agora, a praça está impecavelmente pintada de branco e amarelo, mas José Júlio não esquece o dia em que manifestantes antitaurinos vandalizaram o recinto e, a vermelho, escreveram impropérios nas paredes e no monumento do toureiro que está à entrada. “Quem gosta, gosta. Quem não gosta, não venha porque não é bem-vindo”, desabafa.
Já no centro de Vila Franca, começa- -se a ver vida. Cada montra ou pedaço de parede livre é aproveitada para colar cartazes taurinos, com largo destaque para as festas de Coruche, Alverca e Alcochete, que se avizinham. Nas ruas há tábuas a proteger portas e janelas das marradas dos animais.
Alice Lambuça já vende artigos tauromáquicos na sua pequena loja há mais de 30 anos e não tem dúvidas de que, por aqui, o negócio tem sido sempre a piorar: “De há 30 anos para cá, há menos negócio aqui para a loja. A crise é grande e talvez esses senhores que andam a apregoar aí essas coisas também tenham ajudado…”, diz, referindo-se às associações de defesa dos animais e antitouradas.
Nascida e criada em Vila Franca de Xira, Alice habituou-se a ir ver as touradas desde miúda e agora é com pena que vê a tradição a ser atacada: “A tourada é cruel? Há muita coisa cruel. Mata-se porcos, mata-se frangos… eu não acredito que eles sejam todos vegetarianos. Palavra de honra, não acredito. Isso é coisas de meninos parvos. Alguns nem sabem o que é um touro”, refere, sem largar o pedaço de tecido verde que vai cosendo.
“As touradas não vão acabar, com certeza. Então eu vejo os miúdos a virem aqui comprar roupa para forcados. Alguns chegam aqui e começam a brincar com os panos de cozinha, a fingir que estão a tourear”, diz, já a sorrir.
Alice vende tudo, desde os sapatos do campino até ao barrete, “tudo feito à mão”. Um traje completo de campino custa 445 euros. Mas nem as touradas têm ajudado o seu negócio, só as festas: “Para os comerciantes, não faz grande diferença haver corrida ou não, as pessoas que vêm só para as corridas não vêm fazer compras. Quando há as festas do Colete Encarnado e da feira, aí sim, já se nota mais gente. Nos dias de festa nota-se logo.”
Para Alice, a culpa também é da desertificação: “Vila Franca está a ficar deserta. Se houvesse mais iniciativas, ajudava a terra. Não digo só touradas, mas mais coisas. Nós vivemos essencialmente do Colete Encarnado e da feira. Até outubro, está parado. Nesta zona da praça de touros ainda é pior, há ali o cemitério, se calhar é por isso”, graceja.
Já Adelaide, dona do restaurante Espeto Real, não vê motivos para dramas. “Nos dias de tourada vêm muitos forasteiros. Nas festas, então, isto é uma loucura, estamos a falar de 70 ou 80 mil pessoas que bombardeiam Vila Franca”, refere com um sotaque transmontano. Nascida em Vila Real, mudou-se para esta zona há 39 anos. Em Trás-os-Montes ou Vila Franca, a paixão pelos touros é a mesma: no norte não perdia uma garraiada e aqui não perde uma largada.
“Touradas em vias de extinção? Aqui?! Aqui não!”, exclama, acrescentando: “Temos de manter as nossas tradições porque sem elas deixamos de ser portugueses.” O Campo Pequeno, em Lisboa, serve de comparação: “Sem a tourada, aquilo passa a ser o quê? O circo?”
E as opiniões fortes de Adelaide não se ficam por aqui: “Criamos os animais para os comermos e para nos divertirmos com eles. É verdade ou não é?”
Em relação à polémica da semana, Adelaide não tem dúvidas: “Claro que há discriminação contra as touradas. Então porque é que se transmite um jogo de futebol onde anda tudo à pancada? Na tourada, ninguém anda à pancada. Para o futebol há tantos milhões e para a tourada ninguém sequer quer transmitir na televisão.”
Mário, de 79 anos, orgulha-se de ser o talhante mais antigo do mercado municipal de Vila Franca de Xira. Encara-nos logo sem rodeios: “Então mas vocês são aficionados? Ou são daquelas organizações que vêm para aqui fazer barulho por causa dos touros?”
“Eu cá adoro ir às corridas. Quando era novo ia todos os dias às festas de Badajoz. Depois do almoço saía aqui do talho, pegávamos no carro e [desliza as mãos rapidamente uma pela outra] lá íamos ver as corridas de touros”, recorda. Agora, a saúde já não permite tais andanças.
Para o talhante, a tradição está a perder-se: “Os jovens já não vão muito aos touros.” Pessimista, explica: “Daqui a dez anos já não estou cá, mas a tourada é capaz de desaparecer. Agora está tudo parado, aqui o mercado de Vila Franca de Xira, que era um dos melhores, está neste estado [e mostra a paisagem quase desértica do mercado]. Está tudo a acabar. Aqui não têm iniciativa, não fazem nada…”
Opinião contrária tem Maria João Carraça, chefe da divisão de Cultura da Câmara Municipal de Vila Franca: “Somos um município que não para na produção de eventos.” A autarquia reconhece o peso dos eventos de cariz taurino: “O impacto das atividades taurinas em Vila Franca de Xira é bastante notório ao longo do ano e manifesta-se particularmente na Festa do Colete Encarnado e na feira anual. São eventos que trazem muitos milhares de pessoas, portugueses e estrangeiros. Evidentemente que isto é muito importante para o comércio.”
“De há dez anos para cá, estes eventos têm vindo a crescer e há um maior número de visitantes”, explica Maria João Carraça, acrescentando que a vila não está dependente da tauromaquia: “A vila tem outros polos culturais que também trazem muita gente, há público para tudo.”》



Fonte: 
I online

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Aluguer de Touros – Pagamos Todos!

VFX 55.000 euros para touros

A autarquia de Vila Franca de Xira celebrou um contrato por ajuste directo com a empresa Colina Fresca Agro-Pecuária, Lda. para o aluguer de touros e novilhos para as práticas bárbaras que decorrerão na vilória pela “módica” quantia de 55.000 euros.

Criminosamente, esta autarquia asquerosa, continua a não ter qualquer problema em roubar descaradamente milhares e milhares de euros aos contribuintes!

 Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/

sábado, 9 de janeiro de 2016

Vila Franca de Xira não quer mexidas na lei que regula as touradas

Presidente da câmara vai escrever ao primeiro-ministro a expressar a sua preocupação com o assunto.
Em causa a possibilidade, aventada por António Costa, de serem as autarquias a referendar a proibição de espectáculos tauromáquicos nos seus territórios.

 A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira está preocupada com a intenção do Governo em mexer na legislação que tutela os espectáculos taurinos, abrindo a possibilidade de serem as autarquias a referendar a realização de corridas nos seus territórios. Por isso, o líder da autarquia, Alberto Mesquita (PS), assumiu que vai escrever directamente ao primeiro-ministro, o também socialista António Costa, a vincar qual a posição do seu município.“Vou enviar um ofício ao primeiro-ministro a dizer que a cultura tauromáquica é importante para o país e que em Vila Franca de Xira, em particular, não passa pela cabeça que a lei seja alterada. Está bem tal como está. Esta diz que não cabe aos municípios decidirem se devem ou não ter touradas, mas sim promover o que são as tradições.

Acho, sinceramente, que o primeiro-ministro terá outras matérias mais importantes do que esta com que se preocupar no imediato. Não me parece que passar para os municípios a responsabilidade de fazer referendos sobre tauromaquia seja uma boa ideia”, frisou.

Recorde-se que o primeiro-ministro António Costa afirmou, no Parlamento, que “é uma boa regra confiar aos municípios o que devem ser as decisões relativas a esses espectáculos, como outros envolvendo animais”, em resposta ao deputado do PAN, André Silva. “A descentralização de competências é uma pedra angular da reforma do Estado. Essa descentralização abre a porta a que os cidadãos, por via do referendo local, se possam pronunciar sobre essa matéria”, defendeu governante.

O assunto foi abordado na última reunião de câmara pelo vereador da Coligação Novo Rumo, Rui Rei, que manifestou a sua preocupação. “Uma das primeiras coisas que este governo fez foi um ataque à tauromaquia, uma tentativa de acabar com a festa de touros. Estranho o silêncio do PS neste assunto, mas veremos como se posicionam alguns ilustres vilafranquenses”, atirou.

Também a Protoiro já se manifestou contra a possibilidade levantada por António Costa, dizendo, em comunicado, que “esta posição revela, antes de mais, um total desconhecimento da legalidade e da importância da tauromaquia no nosso país e para os portugueses. É o próprio Estado que define no Decreto-Lei 89/2014 de 11 Junho, que “a Tauromaquia é nas suas diversas manifestações, parte integrante do património da cultura popular portuguesa” sendo esta área tutelada pelo Ministério da Cultura.

A serem implementadas as medidas proferidas, tal constituiria uma grave violação dos direitos, liberdades e garantias constitucionais dos portugueses”, alertando ainda para os milhões de euros de impacto que a tauromaquia tem na economia portuguesa, além dos empregos que gera.

A Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira também se pronunciou, aprovando uma moção (com os votos favoráveis de CDU e Coligação Novo Rumo e abstenção do PS) onde exige que o primeiro-ministro “cumpra a legislação que regula a Festa dos Toiros em Portugal”.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Violação dos artigos da Convenção dos Direitos da Criança

"a participação de crianças e adolescentes em actividades taurinas, constitui uma forte violação dos artigos da Convenção dos Direitos da Criança" 

Resolução do Comité dos Direitos da Criança da ONU, reunido na sede do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos em Genebra a 22 e 23 de janeiro de 2014.

Recomendação o Comité dos Direitos da Criança





«A recomendação parte do Comité dos Direitos da Criança, órgão máximo a nível internacional para esta matéria, encarregado de garantir o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança, com base num relatório apresentado pela Fundação Franz Weber, no âmbito da sua campanha “Infância sem Violência”.

A observação é destinada a Portugal, o único país com atividade taurina examinado este ano pelo Comité, mas segundo Vera Weber, vice-presidente da Fundação, “o mesmo princípio, aplica-se, desde hoje, a todos os outros Estados partes, pois a Convenção tem como objetivo oferecer os mesmos direitos a todos, e isto aplica-se a todas as crianças”.

A Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, um dos 9 órgãos de tratados em matéria de direitos humanos, pronunciou-se de forma expressa, contra a participação e assistência de crianças a eventos taurinos.

Desde pequenas, as crianças são expostas a uma forma de atividade violenta” que, além do mais, “apresenta riscos para a sua própria integridade física”.
(...)apesar do organismo português para a proteção das crianças, ter declarado em 2009, que estas atividades supõem um risco para estas, atualmente continuam a ser autorizados menores de idade a participar em espetáculos taurinos, contrariando as obrigações da Convenção.

(...)o Comité tornou pública a sua postura a respeito da participação e assistência de crianças a espetáculos taurinos “O Comité, com vista à eventual proibição da participação de crianças na tauromaquia, insta o Estado Parte a adotar as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objetivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e atuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores”. E, entre outras observações, acrescenta: “O Comité, insta também o Estado Parte, para que adote medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças”.

Nas escolas, nas aulas ou em eventos taurinos em que participam crianças, estas têm que ferir com violência os touros, com instrumentos cortantes, e agarra-los, sem qualquer proteção, até os dominar, sendo muitas vezes vítimas de acidentes”, afirma Sérgio Caetano, representante da Fundação Franz Weber em Portugal. “Por outro lado, as crianças que assistem a estes espetáculos, presenciam imagens de grande violência. Entendemos que agora, Portugal deve evitar que os menores de 18 anos frequentem aulas de tauromaquia e participem ou assistam a espetáculos taurinos

a ONU deu-nos mais um argumento para estarmos contra a tauromaquia e este tipo de espetáculos violentos que prejudicam, não só os animais, mas toda uma sociedade, incluindo crianças e adolescentes”.»

Fonte:
A ONU pede a Portugal para afastar as crianças da “violência da tauromaquia”

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Milhares para os tauricidas!

Ignóbil! Vergonhoso! Xulos!
E ajudas para pessoas com deficiência que precisam de sair de casa?
Pagam 15€ aos bombeiros ou ficam em casa!
Esta gente tem que ser travada.

 «Comparticipação financeira à Associação Escola de Toureio José Falcão para aquisição de viatura»
http://www.cm-vfxira.pt/uploads/writer_file/document/11414/ordem.dia.pdf




«Vila Franca de Xira Milhares de Euros para a Tauromaquia

A vergonhosa autarquia de Vila Franca de Xira continua escandalosamente a desbaratar dinheiros públicos em tauromaquia:

– 66.000 euros para a escola de toureio;
– 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado;
– 12.000 euros para apoiar a praça de touros, etc.

E hoje irá ser aprovada uma comparticipação financeira sabe-se lá de quantos mil euros para a aquisição de uma viatura para a escola de toureio José Falcão.

Um país onde certos autarcas desviam dinheiro dos cofres municipais para alimentar a asquerosa e nojenta indústria tauromáquica, autarcas esses, que se estão nas tintas para as necessidades dos cidadãos não é um país é uma anedota, porque num país a sério esta gentalha há muito que estaria sentada no banco dos réus para ser julgada pelos seus crimes.

Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2015/07/15/vila-franca-de-xira-milhares-de-euros-para-a-tauromaquia/

sábado, 27 de junho de 2015

12.000 Euros para a Palha Blanco

palha blanco

«Em Vila Franca de Xira o dinheiro cresce nas árvores a avaliar pelas quantias dadas à tauromaquia senão vejamos alguns exemplos:

66.000 euros para a escola de toureio, 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado e 12.000 euros para apoiar a praça de touros de acordo com o protocolo que irá ser assinado com a empresa que gere a Palha Blanco e cujo empresário é Paulo Pessoa de Carvalho.

A autarquia tem tanto mas tanto dinheiro, que em tempo de crise, até se deu ao luxo de aumentar esse apoio uma vez que em 2014 o subsídio era de 10.000 euros.

Alberto Mesquita (PS), presidente do executivo, afirmou que era importante apoiar uma das imagens de marca do concelho.

Sr. Mesquita, o senhor até pode acreditar que apoiar a tortura é uma das imagens de marca do concelho, mas quando toca a desviar dinheiros públicos para apoiar essa imagem aí alto e pára o baile, porque esse dinheiro, não sai do seu ordenado mas sim dos bolsos de todos os vilafranquenses e a isso nós chamamos roubo descarado e despudorado.»


Prótouro 
Pelos touros em liberdade

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alberto Mesquita critica actuação da Entidade de Turismo de Lisboa

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita
O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS), exige que a Entidade Regional de Turismo (ERT) da Região de Lisboa faça mais e melhor trabalho na promoção dos eventos turísticos diferenciadores do concelho, como é o caso das festas do Colete Encarnado.

No dia 18 de Junho foi realizada uma conferência de imprensa de apresentação das festas do Colete Encarnado, consideradas das mais importantes do Ribatejo, onde compareceram os representantes das forças vivas da comunidade e da festa brava. Os responsáveis da ERT também foram convidados, garante a câmara, mas ninguém dessa entidade compareceu.

"Exigimos que esta entidade faça muito mais do que tem feito. Queremos que faça mais. Somos a grande região de Lisboa e temos de ter a capacidade de conseguir atrair pessoas além da capital. É nisso que Vila Franca de Xira é diferente, apresentando uma festa única e diferenciadora nesta região", vincou.

Alberto Mesquita confessou o "grande esforço" que tem sido feito para promover as festas, contra tudo e contra todos, mesmo quando os representantes da entidade de turismo não aparecem nos eventos. "Nós convidamos, mas nesta altura é preciso uma grande paixão para manter esta tradição viva [tauromaquia]. Sem os toiros e os campinos esta região era mais pobre. Sabemos que algumas pessoas não gostam e que o movimento anti-taurino entrou na agenda política. Mas o Colete Encarnado é o que nos diferencia no panorama turístico da capital e é nele que apostamos", vincou.

O MIRANTE contactou a ERT-RL sobre este assunto mas nenhuma resposta nos foi enviada até ao fecho desta edição.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Apoio municipal à escola de Tortura causa polémica

foto

Movimentos ANTI-tourada dizem que os 60 mil euros dados pela Câmara de Vila Franca de Xira davam para 9 mil refeições escolares. Líder da autarquia refuta argumentos e diz que esse apoio social já existe e que o mesmo não implica que se deixem morrer as tradições.

O apoio que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira concede à Escola de Toureio José Falcão está a causar celeuma nas redes sociais. Os 60 mil euros que a autarquia atribui de subsídio à escola estão a ser contestados por grupos anti-touradas, nomeadamente o blog Prótouro - Pelos Touros em Liberdade, que afirma que essa mesma verba serviria para fornecer cerca de 9 mil refeições a famílias carenciadas com filhos no primeiro ciclo.

O líder autárquico realçou ainda a importância das tradições taurinas também no campo do combate ao desemprego na localidade, dados os recursos agrícolas que são necessários para criar cavalos e toiros e a sua utilidade para a agricultura.
in  'O Mirante'

terça-feira, 3 de março de 2015

66.000 Euros para um Antro de Tortura

escola de tortura jose falcao

A “escola” que forma tauricidas e que dá pelo nome de escola de toureio José Falcão, recebe da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira 60.000 euros e da junta de freguesia 6.000 euros.

Num artigo publicado no jornal “O Mirante”, António José Inácio presidente da dita escola afirma e citamos:
“O orçamento da escola é de 66 mil euros. Para desenvolver as nossas actividades com melhores condições para os nossos alunos e técnicos, gostaríamos de ter pelo menos o dobro. Do dinheiro que recebemos 60 mil são da câmara, seis mil euros da junta de freguesia e depois conseguimos ao longo do ano angariar mais algumas verbas através de uma ou outra iniciativa que vamos fazendo aqui na escola”.
Notícia d' O Mirante'

É obsceno que estas entidades desviem dos cofres públicos 66.000 euros que dariam para ajudar muitas famílias carenciadas, mas todos sabemos, que para estes autarcas vergonhosos, é mais importante fomentar a tauromaquia do que ajudarem aqueles que precisam!


PróTouro - Pelos touros em liberdade



terça-feira, 20 de maio de 2014

Câmara Municipal CONTINUA a Pagar Seguro de Acidentes Pessoais aos Forcados

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai transferir 4.306 euros para a casa dos forcados. A quantia, destina-se a pagar o prémio de seguro de acidentes pessoais, (pagamento esse que tem vindo a ser feito desde 2007) dos energúmenos que se dedicam a violentar touros moribundos.

Já que a lei permite que estes tipos abusem de bovinos, arriscando a lesionar-se, então que sejam eles a pagar o seguro. Haja alguém que ponha cobro a esta pouca vergonha. Um país na penúria e estas câmaras que se apelidam taurinas, continuam a delapidar impunemente os cofres municipais.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Fonte: O Mirante
Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.

domingo, 26 de maio de 2013

QUEM PAGA ISTO???

Os ALGOZES: 
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Clube Taurino Vilafranquense homenageados em Madrid pelo Circulo Taurino Amigos da Dinastia Bienvenida


PARA ISTO HÁ DINHEIRO!!! 

















Fonte:
http://elredondeltaurino.blogspot.pt/2013/05/madrid-23-05-13-circulo-bienvenida.html?spref=fb

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Para tudo há Limites Especialmente para a Obscenidade

Vivemos à beira da bancarrota se é que já não estamos lá, mas no entanto para certas autarquias das duas uma ou têm um saco azul sem fundo ou um pote cheio de ouro no fim do arco-íris.


Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.

Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.

Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.

Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.

O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.

Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?

Prótouro
Pelos touros em liberdade

sábado, 6 de abril de 2013

Nós sabemos... mas são os aficionados que denunciam!

SABEMOS QUE SEMPRE FOI ASSIM MAS NUNCA FOI DENUNCIADO E AGORA SÃO OS AFICIONADOS QUE O FAZEM.. OBRIGADA!
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)

Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica

Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém.  Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:

fotoOs toiros espanhóis vêm para Portugal a preços baixíssimos. Estão legais, mas foram comprados para abate. A guia traz uma validade de oito dias e durante este período são utilizados nas corridas. Lá vendem um toiro por 300 euros para abate e depois ainda cobram mais uns 750 euros para serem lidados aqui. No mínimo, um bom toiro não custa menos de 5000 euros. Ninguém se mexe para acabar com esta situação. E se começarmos a pressionar depois os espanhóis não compram toiros portugueses.
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.


in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças


Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.

E uma vez mais citamos os aficionados:

Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…


in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca

Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.

A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Ganadero "parte a loiça". José Dias critica Governo e associação sobre a questão dos "toiros espanhóis"

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Mesa redonda com bestas quadradas a resolver casos bicudos?! [2]

O comentador de touradas ao serviço do jornal “Correio da Manhã”, informa que o Clube Taurino Vilafranquense vai levar a cabo um colóquio original onde vai juntar toureiros e futebolistas para abordar o tema da mente humana em ambas as actividades.

Ele será o moderador e o lema segundo as suas próprias palavras é “mente sã em corpo são”.

Os convidados são um matador, um cavaleiro tauromáquico, um bandarilheiro e um forcado pela parte dos tauricidas e dois futebolistas Ferando Peres e Virgílio e para analisar esta questão tão “importante” para o futuro quer da tauromaquia, quer do futebol estará também presente o psicólogo Miguel Sampaio (podemos estar errados mas cheira-nos que pertence à família do famigerado Jorge Sampaio, o tal que é responsável pela legalização dos touros de morte em Barrancos).

Ora para começar, não sabemos se esta gente ligada à tauromaquia tem um corpo são, mas uma coisa temos a certeza, não têm nem nunca terão uma mente sã. Se tivessem, com toda a certeza não torturariam e matariam animais, antes pelo contrário fariam tudo ao seu alcance para os proteger.

Afirmar que pessoas que abusam e torturam animais têm uma mente sã é o mesmo que afirmar que todos os assassinos deste mundo são pessoas perfeitamente normais.

Se não se desse o facto de estarmos a confrontar-nos com pessoas que ganham a vida a torturar animais, este colóquio seria a maior anedota do ano que está a findar.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Faenas da Mente - Clube Taurino Vilafranquense, 21 de Dezembro de 2012
Faenas da Mente - Clube Taurino Vilafranquense, 21 de Dezembro de 2012 Colóquio em Faenas da Mente - Clube Taurino Vilafranquense no dia 21 de Dezembro de 2012 às 20:00h

Observações: O Clube Taurino Vilafranquense realiza no dia 21 de Dezembro pelas 20h00m, o colóquio "Faenas da Mente", em que será servido uma saborosa massada de peixe á ribatejana.

Este colóquio tem a particularidade de ser debatido por toureiros, desportistas de elite e psicólogos, em que será abordado vários aspectos relacionados com o sucesso ou insucesso devido ao fator mental, um colóquio unico e nunca realizado.

Entre os intervenientes do cóquio moderado por Maurício do Vale estão: o matador de toiros Vítor Mendes; o cavaleiro Paulo Jorge Santos; o bandarilheiro João José; o cabo dos Amadores de Vila Franca, Ricardo Castelo; o ex-jogadores do Sporting e da Selecção Nacional, Fernando Peres e Virgílio e o psicólogo Dr. Miguel Sampaio.

Este jantar será aberto a todos que queiram desfrutar da boa gastronomia e conviver com os intervenientes. 
Contato-9173338528.

domingo, 4 de novembro de 2012

Mesa redonda com bestas quadradas a resolver casos bicudos?!

QUEM PAGA?
"A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila franca de Xira."
Clube Taurino Vilafranquense promove colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial"
Clube Taurino Vilafranquense promove colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial"

O clube Taurino Vilafranquense leva a efeito no dia 8 de Novembro um colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial".
A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila Franca.

No dia 8 de Novembro pelas 21h e 30m o Clube Taurino VilaFranquense promove um Colóquio intitulado “Tauromaquia Património Mundial”.

A iniciativa terá como principais oradores Maria da Luz Rosinha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Dionísio Mendes, Presidente da Câmara municipal de Coruche e da SMAT, Mathieu Sodore, Pintor e professor de artes plásticas no liceu francês, Elísio Summaveille, Director Geral do Património Cultural. O colóquio será moderado pelo crítico taurino Victor Escudero.


sábado, 13 de outubro de 2012

Em Época de Defeso – Debates da Treta

Assim que acaba a época tauromáquica e à falta de se poderem entreter a ver torturar seres sencientes, começam a entreter-se com debates da treta.

Curiosamente os intervenientes são sempre os mesmos, os repetentes do costume. Para tal só existem duas explicações:
a) Não estudaram a lição convenientemente e portanto chumbaram;
b) São sempre os mesmos porque são uma reduzida minoria.
Há uns dias teve lugar um debate em Vila Franca de Xira onde estavam presentes “centenas” de aficionados, intitulado “Tauromaquia(s) e Património(s): Cultura de Arte e Afectos”
O título é pomposo e pretencioso, mas o que chama a atenção é a cultura dos afectos!

Afecto, define-se como amor, carinho, etc. É comummente sabido que nas touradas existe imenso amor e carinho. Aliás é com amor e carinho que os intervenientes espetam bandarilhas e na variante espanhola, puyas e estoque.

Só nós, anti-touradas, é que temos uma imensa falta de sensibilidade e não conseguimos perceber que estas práticas são afectos, amor e carinho!!!

Foram oradores neste debate abominável, entre os mais conhecidos, Maria da Luz Rosinha, Elísio Summavielle e Victor Escudero. Imperdoável terem-se esquecido da Gabriela Canavilhas a menos que a senhora tenha decidido retirar-se por uns tempos das luzes da ribalta tauromáquica.

E o que é que debateram? O mesmo de sempre, que a tauromaquia é património cultural e a candidatura a património imaterial porque esta é a última obcessão desta gentinha. Acordam, levantam-se e deitam-se a pensar nisto. E são unânimes em afirmar que é uma “cultura de afectos e paixões”, que “ou se gosta ou não se gosta”.

O facto de considerarem ser uma cultura de afectos e paixões é algo que eles acreditam e ninguém os vai convencer do contrário, no entanto, quando referem que é algo que ou se gosta ou não se gosta aí alto e pára o baile.

Quando falamos em tortura de seres sencientes por pura diversão não se trata de gostos. É isto que esta gente não consegue compreender que não têm o direito em nome de um gosto pessoal de participar e assistir à tortura de um animal.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Câmara paga seguro de acidentes aos forcados de Vila Franca

Os forcados de Vila Franca de Xira  recebem uma verba de 4300 euros da Câmara Municipal para pagar o seguro de acidentes pessoais.

A verba é atribuída no âmbito de um protocolo estabelecido entre a câmara e os forcados. O município justificou a atribuição da verba com a importância do grupo, que considera ser o embaixador do município “nos quatro cantos do mundo, na área da tauromaquia, a área cultural que mais contribui para a identidade do concelho”.

O Mirante

Desde 28 de Março de 2007, altura em que a câmara rubricou um protocolo com a associação, que o município apoia a colectividade com o pagamento do seguro.