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sexta-feira, 3 de julho de 2015

«Enfermarias das Praças de Touros Não Cumprem Regulamento»

Luis Miguel Ramos

Luís Miguel Ramos, cirurgião do Hospital de Vila Franca de Xira e também responsável pela enfermaria da praça de touros da vilória afirma que a maioria das enfermarias das praças de tortura não têm condições porque não conseguem proporcionar um bom socorro aos algozes em caso de necessidade.

De acordo com o referido cirurgião e citamos: “Da esmagadora maioria das praças que visitei, nunca desempenharia lá a minha função porque não têm condições. Estou a falar de praças no Ribatejo, Norte e Sul do país mas também em algumas praças consideradas de primeira linha, que me deixaram desolado. Fiquei a pensar como era possível dar um espectáculo naquelas condições. Há praças que não têm desfibrilhadores para casos de paragem respiratória ou cardíaca. Só com uma compressa e Betadine não se resolve nada”.

E vai mais longe ao afirmar que poucas estarão em condições de se adaptarem às exigências do novo regulamento tauromáquico.

Comentários para quê afinal, as leis neste país, só servem para decorar o Diário da República, e este governo ao invés de abolir de uma vez por todas a nódoa que mancha este país e que dá pelo nome de tauromaquia aprovou um regulamento para satisfazer a indústria tauromáquica sabendo de antemão que o mesmo jamais seria cumprido.»

Pelos touros em liberdade

Notícia de 'O Mirante'


quinta-feira, 13 de março de 2014

A criação de um toiro bravo

O Mirante dos Leitores

Edição de 2014-03-13

Se é por “paixão louca” por um animal que nos pomos a criá-los para ao fim de 4 anos os despacharmos para serem mortos depois de servirem de divertimento ao serem torturados numa qualquer praça de touros... (???!!!)...bom, deixemo-nos de paixões loucas, então! Fiquemo-nos só pelo “gostar” de animais! E por favor, não passemos a ter paixões loucas por pessoas ! 
A tourada tem os dias contados, como tantas outras formas de crueldade, tanto em Portugal como nos outros (poucos) países em que ainda sobrevive esta “paixão louca”. De facto, gostar de andar a espetar ferros no lombo de um bovino mostra bastante loucura, sim... E atribuir emoções de que só um ser humano é capaz, como o “humilhar”, a um bovino... enfim, poderá chamar-se transferência de sentimentos do ser humano para o bicho, mas não deixa de mostrar uma certa insanidade de quem nisso acredita... Por favor, avancemos para o Século 21 e acabemos com estas perversidades! As arenas de Roma também já passaram a museu!

Fernanda Correia

Não gosto de touradas como não gosto de muitas outras coisas. Percebo que quem cria um animal como um toiro bravo não o faça apenas por ser um bom ou mau negócio. Já não tenho a mesma opinião relativamente a quem cria animais em reservas de caça para proporcionar o prazer a quem tem dinheiro para isso, de os perseguir e matar a tiro. Não consigo perceber porque há tanta contestação às touradas comparativamente com a contestação à caça, por exemplo. Já nem sequer falo das crianças que poucos querem adoptar por ser mais fácil protestar contra toureiros do que fazer feliz uma criança. O mundo é mesmo uma grande porcaria e o homem é que o faz assim.

Jorge Calvão