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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Largada e Espera de touros

Touros e cabrestos na "curraleta";
 recinto onde esperam depois 
de chegarem em camiões.
Touros encabrestados
 são guiados pelos campinos
 até à praça de touros.

🔴Esperas de touros, é um costume tauromáquico tradicional nas festas de muitas localidades e algumas cidades da região do Ribatejo, em Portugal.

Consiste na condução de uma pequena manada normalmente de seis touros bravos com hastes intactas, ou seja, "em pontas",  e vários cabrestos (bois mansos), conduzidos desde os campos,  encabrestados através das ruas das localidades, por campinos montados a cavalo, empunhando pampilhos(varas com arpão)

Os touros são encaminhados para uma Praça de Touros e depois fechados nos curros para serem posteriormente soltos numa largada.








🔴A largada de touros é um costume tauromáquico tradicional nas festas de muitas localidades de Portugal e também de alguns países da América Latina.

Consiste em largar touros bravos, um de cada vez, nas ruas das localidades, em percursos delimitados por tronqueiras para serem "lidados" por uma multidão de curiosos.
Estes toureiros improvisados servem-se por vezes de panos, peças de roupa e de vários objectos como guarda-chuvas, cartões, caixotes de papelão e até bidões, para provocar a investida do touro e também para se protegerem, tentando escapar às colhidas.

A restante multidão observa o espectáculo em segurança atrás das tronqueiras e outros locais protegidos por burladeros, servindo estes também como último refúgio aos que se aventuram a desafiar os touros.

As colhidas são uma constante durante o tempo que dura a largada, provocando muitas vezes ferimentos mais ou menos graves , e por vezes algumas mortes.

É tradicionalmente antecedida por uma Espera de touros, onde estes são recolhidos em currais para depois serem soltos um a um na Largada. Em muitos locais, não existe hoje a Espera pois os touros são transportados dos campos para o local da Largada em gaiolas transportadas em camiões.

Fotos largada em Vila Franca de Xira


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Ao ataque: 'bombásticas' e inesperadas...

Empresário Tauromáquico Ataca APET
 Rafael Vilhais publicou um post no Facebook onde afirma que a tauromaquia está podre e chama a Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos de coveiro da festa.
E afirma também que há toureiros que pagam para tourear.
Mas que grande novidade, afinal ele só vem reafirmar aquilo que todo o mundo sabe, ou seja que há toureiros que pagam para tourear, ganadeiros que drogam bovinos, toureiros que drogam cavalos, forcados que pagam para abusar de animais e por aí fora já que entre esta gente e a máfia não existe qualquer diferença!
Prótouro
Pelos touros em liberdade

rafael vilhais post facebook

... declarações feitas por Rafael Vilhais, na sua página pessoal de Facebook, sobre a realização de Festivais Taurinos, fora do tempo acordado pelos membros da APET, procurou o TouroeOuro saber junto da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos, qual a posição da mesma face ao escrito que agitou o meio taurino.
Paulo Pessoa de Carvalho falou ao TouroeOuro...

A propósito das afirmações de Rafael Vilhais na sua página de Facebook e que passamos a citar 'A tauromaquia em Portugal não está doente, está podre!!! A Associação de Empresários 'APET' (de coveiros da festa) à qual eu infelizmente pertenço e que não me sinto representada por ela! Em Assembleia Geral neste início de 2016, em que acordámos que não eram permitidos Festivais Taurinos, entre as datas de 25 de Abril, em Sobral de Monte Agraço e terça-feira nocturna de Vla Franca, em plena temporada para não prejudicar os eventos das empresas, bem como dos toureiros chamados de profissionais??? Todo o contrário!!! Está tudo dito!! Eu no que me diz respeito, até já terminei a época, a actividade empresarial! Uma vergonha quando isto está a ser apoiado com gente que deveria ser responsável ou não? Desde empresários que pagam para tourear. Há que pôr o dedo na ferida! Eu nasci nisto! E quem não serve tem um caminho, la calle!'.

A este desabafo do novel empresário, responde no mesmo espaço, Ricardo Levesinho, visto que a ilustração a este post, se fazia com os cartazes dos festivais do fim-de-semana passado, Carregado (com organização a cargo da Tauroleve) e Alandroal. Diz o empresário que 'Rafael Francisco Vilhais você pode dizer o que entender já que estamos num estado de direito democrático mas utilizar as palavras que utilizou referindo se a artistas onde estão Vitor Mendes, Ana Batista, Antonio João Ferreira, Manuel Telles Bastos, Marcelo Mendes e Cuqui só para me referir ao Festival previsto a mais de um ano no Carregado (antes da deliberação ocorrida já este ano) e devidamente autorizada pela Direcção da APET penso que além de não ser correcto é algo injusto para quem colaborou desintressadamente a favor de uma paróquia que possui a sua responsabilidade valências de solidariedade. E para mim e para a minha empresa foi uma honra estar integrado neste projecto e repito totalmente dentro do respeito pelas instituições conforme solicitações devidamente formalizadas e aceites. Se tem dúvidas coloque a quem de direito pois tem toda a legitimidade para tal mas recomendava se me permite que use estas plataformas com o uso da informação correcta pois é tão fácil alavancarmos temas que depois provocam comentários que aqui já circulam e que em nada beneficiam ninguém. Nem mesmo de quem os provocou pois a Tauromaquia e a Festa como estamos ambos totalmente de acordo são superiores a interesses e protagonismos colectivos e pessoais. Um abraço Rafael e estou totalmente disponível para debater consigo onde e quando quiser pois tenho a honra de o respeitar e de sentir reciprocidade.'

Sobre o pertinente tema, procurou saber o TouroeOuro junto da APET, qual a sua posição face à inflamação e sobretudo, querendo obter um esclarecimento sobre a legitimidade ou não da realização de Festivais Taurinos durante o auge da temporada. Paulo Pessoa de Carvalho, Presidente da Associação Portuguesa de Empresários Taurinos, respondeu da seguinte forma, 'Perante o que me pergunta e que sinceramente não vi e não sei se vou ver, o que me constou foi que haveria criticas duras sobre a não união ou respeito dentro da APET sobre regras definidas e assumidas. Algumas pessoas falaram-me sobre o que o Rafael Vilhais escreveu e sobre alguns infelizes comentários a esse texto. O que sei, é que recebi um telefonema do Rafael Vilhais ontem, a dizer-me que o que tinha escrito, não era nada referido a mim, mas sim a outras pessoas (associados APET) que em Assembleia Geral tomam posições e no terreno negam-nas completamente, através das suas atitudes. O que tenho sobre o assunto a dizer é pouco, entristece-me que se venha para os Facebook's da vida escrever estes desabafos, pois é um caminho que não nos leva a lado nenhum. Há espaços próprios para se tratar dos assuntos e acima de tudo, as pessoas devem quando têm intenções sérias em resolver problemas ou aclarar situações, esclarecer-se antes de opinar seja o que for, pois há sempre metade da história que lhes dá razão e outra metade (a não contada) que lhes tira a razão. Eu não conto histórias, mas a propósito deste assunto e sobre o qual também gastei algum tempo, apenas informo que antes dos festivais postos em causa deste último fim de semana (Carregado e Alandroal), houve pelos menos outros cinco, dos quais apenas tive conhecimento à posteriori da sua realização, pois a sua legalização é efectuada no Fundo de Assistência dos toureiros e daí em diante está tudo 'bem', nem nada nem ninguém tem 'força' para parar seja o que for, cabendo ao bom senso, palavra e idoneidade de cada um, fazer cumprir a palavra e os compromissos assumidos, ou pura e simplesmente porque outros interesses pessoais se levantam, ignorar. Assim e para Vosso conhecimento e dos interessados, houve cinco festivais antes destes dois da polémica (informação fornecida pela ANT) que abaixo indico, com o elenco participante e as empresas promotoras dos mesmos.'

touroeouro
«Rafael Vilhais acusa APET: "Associação de Coveiros da Festa"!» in farpasblogue

terça-feira, 26 de julho de 2016

O Negócio das praças de Touros

A realidade da tauromaquia na região num périplo pelas praças de touros, onde há mais prejuízo do que lucro. A rentabilidade das corridas está longe dos seus tempos áureos, também por culpa da crise.

​ Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”

O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

Imagem
O empresário fala de uma afición difícil

Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.

No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.

O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.

Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem

​A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.

Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.

A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.

Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.

A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.


Leia aqui o artigo completo:
 CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo



sábado, 4 de junho de 2016

Carlos Anjos, o Aficionado Bafiento

carlos anjos

Carlos Anjos ex-inspector da PJ, presidente da Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes, frequentador assíduo de touradas e escrevinhador no “Correio da Manhã” publicou um artigo intitulado “Ataque à tauromaquia”.

No longo e vomitativo artigo começa por afirmar que nunca deu importância aos anti-taurinos (prontos lá vem o espanholês) porque somos demasiado pequenos com toques ditatoriais e autoritários, só comemos ervas, não tomamos banho, não gostamos de caça e pesca mas gostamos de raves e de consumir drogas.

Nem sequer nos vamos dar ao trabalho de comentar estas alarvidades porque o que realmente nos chamou a atenção no artigo foi e citamos:
“Por última a questão de a tauromaquia tornar ou poder levar as pessoas para comportamentos desviantes, nomeadamente violentos. Nem sequer vou perder muito tempo com esta questão. Faço uma pergunta; Quantos toureiros, forcados, bandarilheiros, campinos, empresários taurinos, entre outras pessoas que participam na “festa brava” estão ou foram presos por crimes violentos? A resposta é Zero!!! E quantos foram presos por outro tipo de crimes, inclusive económicos? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos é que morreram em situações e condução de desastres de automóveis, por excesso de velocidade e consumo excessivo de drogas de qualquer tipo? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos estão presos por crimes sexuais? Zero. Por último, quantos estão ou foram presos na última década? A resposta continua a ser Zero!”

Ó Carlos Anjos você tem mesmo a certeza que toda a gente ligada à “festa” selvagem nunca cometeu qualquer tipo de crime? Tem mesmo a certeza que em todos os casos que enunciou a resposta é Zero?
É que nós assim de repente lembramo-nos de uns quantos casos como por exemplo Vitor Ribeiro ex-tauricida que se encontra em prisão preventiva por homicídio, Carlos Falé Filipe ganadeiro de touros de lide acusado de crime de corrupção, Ortega Cano tauricida condenado a dois anos e seis meses de prisão por homicídio negligente em virtude de conduzir completamente bêbado, o tauricida Gabriel Ruiz cabecilha de uma rede de tráfico de cocaína, forcados que completamente bêbados e quem sabe drogados se envolvem em rixas e partem e destroem tudo o que lhes aparece pela frente, aficionados que agridem aficionados e anti-touradas enfim a lista é ampla e estes só são alguns dos casos mais mediáticos porque muitos outros existirão que não fizeram manchete nos jornais.

Não tente tapar o sol com a peneira porque todos sabemos que a tauromaquia é um mundo de violência mundo esse que leva as pessoas a terem comportamentos desviantes e você como ex-inspector da PJ sabe isso melhor que ninguém.

Mais uma para provar que quando os aficionados abrem a boca…

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Milhares para os tauricidas!

Ignóbil! Vergonhoso! Xulos!
E ajudas para pessoas com deficiência que precisam de sair de casa?
Pagam 15€ aos bombeiros ou ficam em casa!
Esta gente tem que ser travada.

 «Comparticipação financeira à Associação Escola de Toureio José Falcão para aquisição de viatura»
http://www.cm-vfxira.pt/uploads/writer_file/document/11414/ordem.dia.pdf




«Vila Franca de Xira Milhares de Euros para a Tauromaquia

A vergonhosa autarquia de Vila Franca de Xira continua escandalosamente a desbaratar dinheiros públicos em tauromaquia:

– 66.000 euros para a escola de toureio;
– 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado;
– 12.000 euros para apoiar a praça de touros, etc.

E hoje irá ser aprovada uma comparticipação financeira sabe-se lá de quantos mil euros para a aquisição de uma viatura para a escola de toureio José Falcão.

Um país onde certos autarcas desviam dinheiro dos cofres municipais para alimentar a asquerosa e nojenta indústria tauromáquica, autarcas esses, que se estão nas tintas para as necessidades dos cidadãos não é um país é uma anedota, porque num país a sério esta gentalha há muito que estaria sentada no banco dos réus para ser julgada pelos seus crimes.

Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2015/07/15/vila-franca-de-xira-milhares-de-euros-para-a-tauromaquia/

domingo, 5 de julho de 2015

Lamentamos pelos Touros Torturados e Cavalos abusados!


fotos taurodromo
Alguém avisou os Touros! Teve "sorte" e foi colhido na corrida de ontem, domingo!

E Queria matar?

"Pedrito tentou nos últimos dias que fossem autorizados a intervir os seus picadores, mas a IGAC não permitiu."
in farpasblog

Maurício do Vale um Perito em Bacoradas

foto

No discurso feito na abertura da exposição dedicada aos 60 anos do matador de bovinos Mário Coelho, em Vila Franca de Xira, Maurício do Vale afirmou e citamos:

“Os toureiros são um exemplo de vida, para quem está e para quem virá a seguir. Temos todos a aprender com eles, com a sua humildade e paixão. Este país precisa da tauromaquia e destes exemplos como o do Mário Coelho. Tem de ser um factor de união profunda em Vila Franca de Xira e todos são bem-vindos, os que gostam desta arte, os que não gostam e os que são contra”.

Os toureiros são um exemplo de vida! Em Vila Franca de Xira são todos bem-vindos mesmo os que são contra!

Desde quando é que torcionários são um exemplo de vida? Desde quando é que os anti-touradas são bem-vindos em Vila Franca de Xira?

Maurício do Vale há limites para tudo até para a estupidez e uma vez que você não sabe, nós temos todos o prazer em informá-lo que o que este país precisa não é de tauromaquia, algozes ou pessoas como você, o que este país precisa urgentemente é de evoluir e de abolir de uma vez por todas práticas rançosas e medievais.

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Fica o nosso comentário:

“bem vindos… os que não gostam e os que são contra”?

Claro que somos! Ameaçados, ofendidos, ostracizados!
Por isso que muitas das pessoas nesta terra que são Anti-tauromaquia se calam! Conhecemos pessoalmente muitas que temem represálias e perder os postos de trabalho…
Lamentável! Vergonhoso! Isto sim é Involução!

[o Mauricinho(mais um “penetra”) está pior que o Choné-Chaubet quando diz: “Sou apreciador e defensor dos espetáculos tauromáquicos. Encontro neles emoção, estética, valentia, estoicismo, solidariedade e voluntariedade no perigo.”]
Só falta dizer: Venha vinho! Venha!

Sobre o “maestro” matador nem nos pronunciamos pois preferimos dizer pessoalmente!

Somos Vilafranquenses e somos Anti-tauromaquia!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Azambuja contra a mudança do nome do campo da feira


A JUNTA NÃO TEM NADA MAIS IMPORTANTE PARA FAZER???
"Tauromáquico"!? Nem pensar!

SABIAM que na Azambuja, querem que o antigo "Campo da Feira" passe a chamar-se "Campus Tauromáquico" - designação que não faz qualquer sentido!
Por favor, assine esta petição:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72518

Petição em Azambuja contra a mudança do nome do campo da feira
http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&id=69784&idSeccao=479&Action=noticia#.UwY9Lvl_sue

«A Câmara Municipal de Azambuja aprovou na reunião de Câmara do dia 4 de Fevereiro, a alteração toponímica do actual "Campo da Feira" para "Campus Tauromáquico", zona que compreende uma praça de touros, a "Poisada do Campino", um pavilhão desportivo, e parque de estacionamento automóvel, à entrada da sede de concelho. A decisão motivou o desacordo das bancadas da oposição e até foi sugerido que o vereador António Amaral, membro do executivo PS, não votasse por ser parte interessada na matéria, pois foi o mesmo que enquanto presidente da junta de Azambuja sugeriu a alteração em causa. Tal não foi observado e depois de muita discussão o nome foi aprovado. Esta quinta-feira, dia seis, foi lançada a petição contra a decisão camarária, por Mário Pedrosa, enquanto cidadão. O mesmo integrou as listas da coligação de centro-direita nas últimas eleições para a junta de Azambuja, não tendo sido eleito.»
http://valorlocal.weebly.com/peticcedilao.html

OS DINHEIROS PÚBLICOS E A TAUROMAQUIA : Requalificação da Praça de Toiros de Azambuja custa 600 mil euros
http://vfxantitouradas.blogspot.pt/2012/03/praca-de-touros-de-azambuja-foi-um.html

~~~~~~~~~~~~~~~~~
«CURIOSIDADES: O "CAMPUS TAUROMÁQUICO"
Na Azambuja, a Junta de Freguesia pretende alterar a designação "Campo da Feira" para "Campus Tauromáquico".
A intenção de criar o "Campus" (que remete para Universidade), está a causar grande indignação, e os cidadãos locais até criaram uma petição. O promotor da petição lembra que "... não tem qualquer sentido a alteração do nome porque até a praça de touros só é utilizada uma vez por ano para uma corrida e uma novilhada."
Recorde-se, a propósito, que foram gastos 600.000 euros em obras nesta praça de touros, dinheiro que saíu dos bolsos dos contribuintes portugueses. De acordo com as estatísticas da IGAC, no ano passado realizaram-se duas touradas nesta praça...»

Basta de Touradas
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=722993477731461&set=a.472890756075069.108951.143034799060668&type=1&theater

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

"a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente"

«A Tauromaquia Tem um Futuro Inexistente
O jornal “O Mirante”, publicou no dia 20 do corrente mês, um artigo intitulado: “Memórias de toiros Murteira Grave que faziam tremer as pernas a toureiros e forcados”.
Joaquim Grave filho, num jantar convívio no clube taurino vilafranquense, ao recordar o pai, proferiu a seguinte afirmação: “Hoje não há tempo para os toiros se criarem mas não concordo com os aficionados que dizem que a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente. O segredo dos ganaderos e dos aficionados é saber acompanhar os tempos”.
A afirmação só vem provar que até os aficionados sabem que as touradas têm um futuro inexistente. Obviamente que ele discorda porque quando as touradas acabarem, acaba-se o negócio e os subsídios.
E como o negócio vive à conta dos aficionados, está tudo dito.»
Prótouro
Pelos touros em liberdade

domingo, 7 de julho de 2013

“Sou um pregador da cirurgia taurina”

Luís Ramos, 33 anos, cirurgião e aficionado 
foto“Sou um pregador da cirurgia taurina”

 17-08-2005
 
A especialidade da cirurgia taurina não existe e, provavelmente, nunca irá existir. Mas a especificidade das lesões causadas por toiros com mais de 500 quilos, por vezes em pontas, e com uma musculatura muito forte obriga a um estudo permanente dos danos causados nos órgãos e tecidos. Os cirurgiões aprofundam soluções para salvar as vítimas e minimizar o seu sofrimento.
Luís Ramos, natural de Vila Franca de Xira, tem apenas 33 anos, mas possui uma vasta experiência nesta área. Desde que chegou ao Hospital de Vila Franca de Xira, há 11 anos e como estagiário, o médico começou a acompanhar as vítimas das cornadas. O gosto pela festa brava vem desde pequeno quando acompanhou o pai nas esperas de toiros e nas corridas pela Feira de Outubro e Colete Encarnado. Nunca sonhou ser toureiro ou forcado, mas cedo percebeu que tinha o gosto por socorrer as vítimas da festa brava.
Foi com naturalidade que, enquanto fez a especialidade de cirurgião, se dedicou à cirurgia taurina e começou a trocar experiências com especialistas espanhóis através da Internet. Os convites para participar em congressos e colóquios começaram a aparecer. Hoje Luís Ramos é conhecido como “o cirurgião dos toiros” de Vila Franca. “Sou o pregador da cirurgia taurina”, refere.
Como aficionado, Luís Ramos é um defensor da corrida integral com toiros picados e mortos na arena. O cirurgião não aceita que se sujeite o animal ao sofrimento de esperar horas e dias para ser abatido após uma corrida. “Deve ser logo abatido e posto à carne”, diz.
Vilafranquense e defensor das tradições, Luís Ramos não esconde a tristeza pela falta de público na praça Palha Blanco e aponta “o preço excessivo dos bilhetes e a falta de seriedade de alguns cartéis, ao longo dos últimos anos, como causas principais do afastamento dos aficionados. 
O médico gostava de ver aparecer novas figuras da terra que pudessem atrair novos públicos. “Há um vazio de referências”, explica. Luís Ramos considera que a autarquia e as escolas do concelho têm um papel importante na divulgação e promoção da festa brava e podem ajudar a captar novos aficionados.
Nelson Silva Lopes

domingo, 19 de maio de 2013

Touro e Cavalo... usados como "troféus"

Cabeça de touro e cavalo como "troféus"
Decoração de uma sala na casa de João Moura.
Decoração de uma sala na casa de João Moura.

"Costumo perguntar às pessoas por que têm cabeças de animais na parede. Dizem sempre que é porque é um belo animal. Bom, eu acho a minha mãe muito bonita, mas apenas tenho fotografias dela."
 - Ellen DeGeneres

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Para tudo há Limites Especialmente para a Obscenidade

Vivemos à beira da bancarrota se é que já não estamos lá, mas no entanto para certas autarquias das duas uma ou têm um saco azul sem fundo ou um pote cheio de ouro no fim do arco-íris.


Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.

Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.

Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.

Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.

O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.

Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?

Prótouro
Pelos touros em liberdade

sábado, 6 de abril de 2013

Nós sabemos... mas são os aficionados que denunciam!

SABEMOS QUE SEMPRE FOI ASSIM MAS NUNCA FOI DENUNCIADO E AGORA SÃO OS AFICIONADOS QUE O FAZEM.. OBRIGADA!
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)

Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica

Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém.  Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:

fotoOs toiros espanhóis vêm para Portugal a preços baixíssimos. Estão legais, mas foram comprados para abate. A guia traz uma validade de oito dias e durante este período são utilizados nas corridas. Lá vendem um toiro por 300 euros para abate e depois ainda cobram mais uns 750 euros para serem lidados aqui. No mínimo, um bom toiro não custa menos de 5000 euros. Ninguém se mexe para acabar com esta situação. E se começarmos a pressionar depois os espanhóis não compram toiros portugueses.
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.


in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças


Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.

E uma vez mais citamos os aficionados:

Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…


in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca

Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.

A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Ganadero "parte a loiça". José Dias critica Governo e associação sobre a questão dos "toiros espanhóis"

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Algo se passa no reino da tortura...




SE DÁ TANTO LUCRO E É TÃO BOM, GOSTAM TANTO E SÃO TÃO AFICIONADOS, PORQUE SERÁ QUE A TAUROLEVE ESTÁ A FUGIR? MUDAM AS MÃOS MAS A CHACINA CONTINUA OU SERÁ QUE OS MANOS LEVEZINHO LAVARAM AS MÃOS, COMO PILATOS? PARECE QUE O CLUBE TAURINO NÃO ANDA MUITO SATISFEITO COM A TAUROLEVE, MAS SE A TAUROLEVE "se empenhou de forma notável na recuperação da praça de Vila Franca", ALGO ESTÁ MAL CONTADO... DESCONFIAMOS...



Incógnita: "Palha Blanco" muda de mãos?...

A futura gerência da praça vilafranquense "Palha Blanco" é uma das grandes incógnitas da próxima temporada, depois de Ricardo Levesinho (na foto de baixo com seu irmão Rui) já ter manifestado a intenção de se retirar. O proprietário da empresa "Tauroleve", que nos últimos anos se empenhou de forma notável na recuperação da praça de Vila Franca, geriu-a este ano pela última vez e usufruindo do direito de opção que, por contrato, lhe conferia mais uma temporada. Finda esta época, com a recente Feira de Outubro, a "Tauroleve" termina o contrato de adjudicação com a Santa Casa da Misericórdia, proprietária da praça, que a deverá agora levar a concurso.
Certamente que candidatos não hão-de faltar, mas Levesinho continua a ser o homem certo no local certo. Esperemos seriamente que reconsidere e regresse. Faz falta à "Palha Blanco" e faz falta à aficion de Vila Franca!

in farpasblog

sábado, 13 de outubro de 2012

Em Época de Defeso – Debates da Treta

Assim que acaba a época tauromáquica e à falta de se poderem entreter a ver torturar seres sencientes, começam a entreter-se com debates da treta.

Curiosamente os intervenientes são sempre os mesmos, os repetentes do costume. Para tal só existem duas explicações:
a) Não estudaram a lição convenientemente e portanto chumbaram;
b) São sempre os mesmos porque são uma reduzida minoria.
Há uns dias teve lugar um debate em Vila Franca de Xira onde estavam presentes “centenas” de aficionados, intitulado “Tauromaquia(s) e Património(s): Cultura de Arte e Afectos”
O título é pomposo e pretencioso, mas o que chama a atenção é a cultura dos afectos!

Afecto, define-se como amor, carinho, etc. É comummente sabido que nas touradas existe imenso amor e carinho. Aliás é com amor e carinho que os intervenientes espetam bandarilhas e na variante espanhola, puyas e estoque.

Só nós, anti-touradas, é que temos uma imensa falta de sensibilidade e não conseguimos perceber que estas práticas são afectos, amor e carinho!!!

Foram oradores neste debate abominável, entre os mais conhecidos, Maria da Luz Rosinha, Elísio Summavielle e Victor Escudero. Imperdoável terem-se esquecido da Gabriela Canavilhas a menos que a senhora tenha decidido retirar-se por uns tempos das luzes da ribalta tauromáquica.

E o que é que debateram? O mesmo de sempre, que a tauromaquia é património cultural e a candidatura a património imaterial porque esta é a última obcessão desta gentinha. Acordam, levantam-se e deitam-se a pensar nisto. E são unânimes em afirmar que é uma “cultura de afectos e paixões”, que “ou se gosta ou não se gosta”.

O facto de considerarem ser uma cultura de afectos e paixões é algo que eles acreditam e ninguém os vai convencer do contrário, no entanto, quando referem que é algo que ou se gosta ou não se gosta aí alto e pára o baile.

Quando falamos em tortura de seres sencientes por pura diversão não se trata de gostos. É isto que esta gente não consegue compreender que não têm o direito em nome de um gosto pessoal de participar e assistir à tortura de um animal.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

“Os grupos anti-taurinos fazem publicidade gratuita às touradas”

Não o chateia ter grupos à porta da praça a manifestarem-se?

É bom haver os que não gostam, porque fazem com que os que gostam ainda gostem mais. A polémica tem que existir na vida senão estamos todos a dormir. Agradeço aos anti-taurinos que façam manifestações porque nos estão a fazer publicidade gratuita. Mas eles esquecem-se que também comem carne. Vendo a carne dos toiros depois de lidados a uns supermercados por um preço mais económico do que vendia a outros. Para que vejam que o toiro não serve só para ser espicaçado na arena, mas também para dar de comer às pessoas e a preços mais baratos numa altura de crise.

O Mirante

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Macaquinhos de imitação

A sério, farto-me de rir com os aficionados, por toda a sua criatividade.

Reparem:

Se nós criamos um grupo anti-touradas no Facebook, eles criam a Frente de Acção Pró Taurina (FAPT); se nós enviamos e-mails para um organismo, eles também enviam com pedido inverso; se organizamos uma manifestação, eles falam, logo, em manifestações; se criamos uma petição, eles uma petição criam...

Os macaquinhos de imitação são muito engraçados.

E a melhor, finalmente, quando têm uma iniciativa não copiada por nós, o que é que sai dali?

Um Oscar® virtual para os aficionados que mais defenderam a causa.

Um Óscar? Mas isso não são prémios de cinema?
Ah Ah Ah Muito bom!

Em vez de criarem um prémio virtual próprio da FAPT, acharam mais arrojado usar o Óscar.
Não se lembraram do Prémio Nobel, foi o que foi...

E o melhor é que quem "recebeu" o Óscar, agradeceu com um discurso comovido como em Hollywood. Genial!



Bernardo Mesquitella um dos rostos da Frente!

A página da Frente de Acção Pró Taurina na rede social facebook atinge os 30.000. Criada por alguns aficionados que não pretendem qualquer protagonismo, amantes do mais belo espectáculo do mundo.

PARA DEFENDER A FESTA É PRECISO SOBRETUDO AGIR!
Missão
Objectivos desta página:

1) Denuncia de todas as Entidades, Organizações e Empresas que tomam medidas discriminatórias em relação à Festa Brava, à cultura Taurina, sua actividade e seus milhares e milhares de seguidores.

2) Defesa e Contra-Ataque organizado a todas as campanhas e acções com origem em organizações sectárias e fundamentalistas, de pessoas cujo objectivo final de luta, é obrigar todo e qualquer ser humano a tornar-se num vegetariano ( vide estatutos ). Deturpam a verdade tentando transpor o imaginário da corrida à espanhola para a realidade portuguesa , quando uma não tem nada a ver com a outra! Rotulam e enxovalham, sempre que podem, as centenas de milhares de pessoas que anualmente participam em eventos taurinos de toda a ordem e um pouco por todo o país , numa profunda demonstração de ódio, ressabiamento social e cultura fundamentalista anti-democrática.

A estes e aos outros, dizemos ……. BASTA !!
A partir de agora, já nada será como foi até aqui !!!
Por isso anti-taurinos, vos dizemos !! Acabou-se a vossa exclusividade no panorama mediático, a vossa soberba, a constante deturpação de factos e a demagogia de um discurso urbano-depressivo decalcado de outras culturas, que não a nossa, que nos querem impor à viva força, mesmo que não representem mais do que uma ínfima minoria.

Se estava farto do cenário que via, se interiormente perguntava onde estão todos, porque não fazemos nada, então, ESTA é a sua página .

Que fiquem 2 coisas MUITO bem claras . À moda Taurina, sem rodeios e de “caras” !!

1. Adira a esta página APENAS se for para AGIR.
2. Em hipótese alguma esta página tem a pretensão de substituir ou ocupar o espaço que no futuro caberá à Plataforma oficial de defesa da Tauromaquia. Quando muito servirá para motivar quem de direito a assumir as suas responsabilidades.

Bernardo Mesquitella
http://farpasecornadas.blogspot.pt/search?updated-max=2010-03-30T10:50:00%2B01:00&max-results=7&reverse-paginate=true
http://diariotaurino.blogspot.pt/2012/04/frente-de-accao-pro-taurina-30-mil-no.html

domingo, 29 de julho de 2012

Empresários & Burlões!


Empresário tauromáquico João Oliveira

Tourada polémica em Lousada depois de Vizela

Lousada: Grupo de jovens opõe-se a realização de tourada

Assim vai o "mundo dos toiros"!


Revolta popular em Lousada após anulação de uma tourada

Tourada cancelada em Lousada

Revolta popular em Lousada após anulação de tourada

Centenas protestam contra cancelamento de tourada e exigem dinheiro dos bilhetes


ESCANDALO EM LOUSADA


TAURONOVELA: 
Dona Branca da Tauromaquia!

Revolta em Lousada criada pelo cancelamento da Tourada





Corrida de touros de Lousada vai acabar em tribunal
A corrida de touros que se devia ter realizado no sábado, em Lousada, vai acabar em tribunal, com o empresário ligado à organização e o representante de um dos toureiros a anunciarem processos entre si.

O empresário taurino João Oliveira disse, esta segunda-feira, à Lusa que vai interpor uma queixa-crime contra Ricardo Levesinho, o representante do cavaleiro Pedro Salvador, por alegado "roubo" de 1.000 euros. Ricardo Levesinho, também em declarações à Lusa, acusou João Oliveira de "ofender o bom nome das pessoas", garantindo que "esse senhor vai ter de responder no sítio próprio".

A corrida de touros estava marcada para sábado, em Lousada, organizada pela Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, apresentando-se o empresário taurino João Oliveira como intermediário.

Além de Pedro Salvador, estavam previstas as atuações dos cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço e dos grupos de forcados da Moita e de Arronches.

O espetáculo acabou por não se realizar, apesar de algumas centenas de pessoas terem comprado os seus bilhetes.

Quando a decisão de cancelamento da corrida foi anunciada aos populares, estes protestaram e tentaram entrar na praça que tinha sido montada num terreno próximo da escola secundária da vila. Na altura, foi necessária a intervenção de militares da GNR.

João Oliveira disse hoje à Lusa que a responsabilidade pelo cancelamento da corrida tem de ser imputada a Ricardo Levesinho.

O empresário ligado à organização garantiu que, a meio da tarde de sábado, quando a venda de bilhetes estava suspensa por ordem da direção da corrida, numa reunião realizada com todos, foi acordado pagar, com o dinheiro das bilheteiras, parte do cachê aos representantes de cada um dos três toureiros que estavam no cartaz, na condição desses atuarem. O restante cachê seria pago durante a corrida.

"Todos estiveram de acordo e reabriram as bilheterias", contou, garantindo haver 10 testemunhas, incluindo o diretor da prova.

Contudo, acrescenta João Oliveira, o representante de Pedro Salvador, ao qual tinha sido entregue uma verba de 1.000 euros, "acabou por não cumprir e mandou carregar os cavalos".

Esse comportamento, observou, "acabou por influenciar" os cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço a não atuarem, apesar daqueles terem recebido 1.000 e 600 euros, respetivamente.

Por isso, disse, houve necessidade de anunciar o cancelamento da corrida e proceder, com o que restava das verbas da bilheteira, a mais alguns pagamentos a outros intervenientes, incluindo o grupo de Forcados da Moita.

"Eu não trouxe um cêntimo das bilheteiras", garantiu.

João Oliveira disse também ter sentido a sua vida e a do seu filho, de 12 anos, em risco naquela tarde, quando os espetadores tentaram invadir a praça.

Ricardo Levesinho esclareceu hoje que a decisão de não atuar foi tomada em conjunto com os dois colegas.

"Entenderam os toureiros que não estavam reunidas as condições mínimas", afirmou, acrescentando: "Os valores residuais das despesas que os toureiros receberam foram distribuídos com outros dos intervenientes de forma a reduzir os custos implicados".

O apoderado (representante) de Pedro Salvador disse que João Oliveira não pagou o total do cachê antes da realização da corrida, contrariando o que contratualizara com os cavaleiros.

Disse também que, após o recebimento do adiantamento, o valor sobrante nas bilheteiras não era suficiente para garantir a realização do espetáculo.

"Foi um processo de muita mentira e falsidade, que levou ao descredito dos organizadores", disse.

No sábado à noite, José Magalhães, presidente da Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, entidade coorganizadora do evento, disse à Lusa que as causas para o cancelamento deveriam ser perguntadas ao empresário João Oliveira.

"Foi ele que fez os contratos com os toureiros e que pediu todas as licenças. Não sabemos os que se passou em concreto", afirmou, lamentando o sucedido.


Detentores de bilhetes para tourada apresentam queixa na GNR
Quarenta pessoas que compraram bilhetes para a tourada que não se chegou a realizar em Lousada, no sábado, já apresentaram queixa no posto da GNR contra a organização do evento, disse hoje fonte policial.

Segundo a fonte, é provável que, nos próximos dias, haja mais pessoas a apresentar queixa.

Desde segunda-feira que dezenas de detentores de bilhetes para o espetáculo têm passado pela GNR, procurando saber qual o procedimento para apresentarem uma queixa formal.

Algumas dessas pessoas, segundo a autoridade policial, acabam por não formalizar a queixa, mas outras têm dado indicação para se avançar com pedido de procedimento criminal, juntando à sua identificação o bilhete que alegam terem adquirido.

Até ao final desta semana, a GNR de Lousada espera ter concluído o processo, encaminhando-o, de seguida para o Ministério Público.

A corrida de touros estava marcada para sábado à tarde, organizada pela Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, apresentando-se o empresário taurino João Oliveira como intermediário.

O evento acabou por não se realizar por falta de acordo relativamente a pagamentos dos cachês entre o empresário ligado à organização e os toureiros.

Quando a decisão de cancelamento da corrida foi anunciada aos populares, estes protestaram e tentaram entrar na praça que tinha sido montada num terreno próximo da escola secundária da vila. Na altura, foi necessária a intervenção de militares da GNR.

José Magalhães, presidente da Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, entidade organizadora do evento, disse à Agência Lusa que as causas para o cancelamento deveriam ser perguntadas ao empresário João Oliveira.

Foi ele que fez os contratos com os toureiros e que pediu todas as licenças. Não sabemos o que se passou em concreto”, afirmou, lamentando o sucedido.


O caso vai acabar em tribunal, com o empresário ligado à organização e o representante de um dos toureiros a anunciarem processos entre si.

P. Pinto confirma acordo com Oliveira (Lousada) para corrida "ir para a frente"
Pedro Pinto (na foto), um dos intervenientes na "história de Lousada" (o escândalo da corrida que não se realizou no sábado), onde estava na qualidade de apoderado da cavaleira praticante Verónica Cabaço, confirmou ontem no programa "3 Tércios" da Rádio Portalegre que o pagamento, por parte do organizador João Oliveira, de mil euros a cada cavaleiro profissional (Alberto Conde e Pedro Salvador) e de seiscentos euros à sua toureira, pressupunha, na verdade, "que a corrida fosse para a frente".
"Foi isso, de facto, o que apoderados e toureiros acordaram com o organizador da corrida. Recebíamos aquele dinheiro e dava-se a corrida. No final, acertavam-se as contas" - explicou o jornalista.
Miguel Alvarenga, que interviu ontem no programa precisamente para fazer um comentário a esta ocorrência, declarou que "aliás, outra coisa não seria de esperar, pois não estou a ver o organizador da corrida pagar aos apoderados uma parte dos cachet's se estive ciente de que a corrida não se realizaria, perdendo assim o dinheiro... e os toureiros!".
Alvarenga estranhou que "toureiros e apoderados e, ainda por cima sendo alguns os mesmos, se tivessem predisposto a tourear numa corrida organizada por um senhor que, por muito boas intenções que tivesse desta vez, já estivera envolvido, há três anos (2009) num caso de contornos pouco claros quando organizou uma corrida em Vizela".
Por outro lado, disse o director do "Farpas", e "por muito baralhadas que estejam, e estão, as versões sobre o assunto, não me parece credível que Ricardo Levesinho tenha sido aqui o 'mau da fita', recebendo mil euros do seu cavaleiro e pondo-se a andar, inviabilizando a corrida. Tenho Levesinho por um empresário sério e acima de qualquer suspeita. Digo mesmo que será, nos conturbados momentos que vivemos, um dos empresários mais sérios deste país".
Pedro Pinto explicou que "o problema" foi, "depois de recebermos o dinheiro, termos constatado que no final da corrida, o que houvesse não chegaria sequer para pagar ao ganadeiro os toiros e, assim sendo, mais valia não correr esse risco. Recebemos o que o organizador nos pagou e ficámos 'reféns', isto é, se a corrida fosse para a frente, íamos criar um prejuízo enorme ao ganadeiro e então, decidimos não o fazer".
"Mais valia, então, devolverem o dinheiro ao senhor. Não toureavam, mas também não eram acusados depois de terem recebido 'algum' e se terem ido embora...", disse Alvarenga.
"Mas havia despesas feitas por todos. O dinheiro foi dividido por todos, não ficámos com ele para nós. Dividimos o dinheiro pelo transportador dos toiros, pelos homens das camionetas de cavalos, etc. Todos tínhamos feito despesas para ir até Lousada, próximo do Porto", explicou Pedro Pinto.
Questionado por Hugo Teixeira se considerava que "este era o caso da semana", Miguel Alvarenga replicou:
"Infelizmente foi um dos casos da semana, mas pela negativa. [...]".
(farpasblog)

"Mano a Mano em tribunal"
Quem vai sair em ombros?

"Caso Lousada": Oliveira processa Levesinho e Levesinho processa Oliveira...
A corrida de toiros que se devia ter realizado no sábado, em Lousada, vai acabar em tribunal, com o empresário ligado à organização e o representante de um dos toureiros a anunciarem processos entre si.
O empresário João Oliveira  disse hoje à Lusa que vai interpor uma queixa-crime contra Ricardo Levesinho, o representante do cavaleiro Pedro Salvador, por alegado "roubo" de 1.000 euros. Ricardo Levesinho, também em declarações à Lusa, acusou João Oliveira de "ofender o bom nome das pessoas", garantindo que "esse senhor vai ter de responder no sítio próprio".
A corrida de toiros estava marcada para sábado, em Lousada, organizada pela Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, apresentando-se João Oliveira como intermediário.
Além de Pedro Salvador, estavam previstas as actuações dos cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço e dos grupos de forcados da Moita e de Arronches.
O espectáculo acabou por não se realizar, apesar de algumas centenas de pessoas terem comprado os seus bilhetes.
Quando a decisão de cancelamento da corrida foi anunciada aos populares, estes protestaram e tentaram entrar na praça que tinha sido montada num terreno próximo da escola secundária da vila. Na altura, foi necessária a intervenção de militares da GNR.
João Oliveira disse hoje à Lusa que a responsabilidade pelo cancelamento da corrida tem de ser imputada a Ricardo Levesinho.
O empresário ligado à organização garantiu que, a meio da tarde de sábado, quando a venda de bilhetes estava suspensa por ordem da direcção da corrida, numa reunião realizada com todos, foi acordado pagar, com o dinheiro das bilheteiras, parte do cachet aos representantes de cada um dos três toureiros que estavam no cartaz, na condição desses actuarem. O restante cachet seria pago durante a corrida.
"Todos estiveram de acordo e reabriram as bilheteiras", contou, garantindo haver 10 testemunhas, incluindo o director da corrida.
Contudo, acrescenta João Oliveira, o representante de Pedro Salvador, ao qual tinha sido entregue uma verba de 1.000 euros, "acabou por não cumprir e mandou carregar os cavalos".
Esse comportamento, observou, "acabou por influenciar" os cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço a não actuarem, apesar daqueles terem recebido 1.000 e 600 euros, respectivamente.
Por isso, disse, houve necessidade de anunciar o cancelamento da corrida e proceder, com o que restava das verbas da bilheteira, a mais alguns pagamentos a outros intervenientes, incluindo o grupo de Forcados da Moita.
"Eu não trouxe um cêntimo das bilheteiras", garantiu.
João Oliveira disse também ter sentido a sua vida e a do seu filho, de 12 anos, em risco naquela tarde, quando os espectadores tentaram invadir a praça.
Ricardo Levesinho esclareceu hoje que a decisão de não actuar foi tomada em conjunto com os dois colegas.
"Entenderam os toureiros que não estavam reunidas as condições mínimas", afirmou, acrescentando:
"Os valores residuais das despesas que os toureiros receberam foram distribuídos com outros dos intervenientes de forma a reduzir os custos implicados".
O apoderado (representante) de Pedro Salvador disse que João Oliveira não pagou o total do cachet antes da realização da corrida, contrariando o que contratualizara com os cavaleiros.
Disse também que, após o recebimento do adiantamento, o valor sobrante nas bilheteiras não era suficiente para garantir a realização do espectáculo.
"Foi um processo de muita mentira e falsidade, que levou ao descrédito dos organizadores", disse.
No sábado à noite, José Magalhães, presidente da Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, entidade co-organizadora do evento, disse à Lusa que as causas para o cancelamento deveriam ser perguntadas ao empresário João Oliveira.
"Foi ele que fez os contratos com os toureiros e que pediu todas as licenças. Não sabemos os que se passou em concreto", afirmou, lamentando o sucedido.


Corrida de touros de Lousada vai acabar em tribunal
A corrida de touros que se devia ter realizado no sábado, em Lousada, vai acabar em tribunal, com o empresário ligado à organização e o representante de um dos toureiros a anunciarem processos entre si.

O empresário taurino João Oliveira disse, esta segunda-feira, à Lusa que vai interpor uma queixa-crime contra Ricardo Levesinho, o representante do cavaleiro Pedro Salvador, por alegado "roubo" de 1.000 euros. Ricardo Levesinho, também em declarações à Lusa, acusou João Oliveira de "ofender o bom nome das pessoas", garantindo que "esse senhor vai ter de responder no sítio próprio".

A corrida de touros estava marcada para sábado, em Lousada, organizada pela Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, apresentando-se o empresário taurino João Oliveira como intermediário.

Além de Pedro Salvador, estavam previstas as atuações dos cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço e dos grupos de forcados da Moita e de Arronches.

O espetáculo acabou por não se realizar, apesar de algumas centenas de pessoas terem comprado os seus bilhetes.

Quando a decisão de cancelamento da corrida foi anunciada aos populares, estes protestaram e tentaram entrar na praça que tinha sido montada num terreno próximo da escola secundária da vila. Na altura, foi necessária a intervenção de militares da GNR.

João Oliveira disse hoje à Lusa que a responsabilidade pelo cancelamento da corrida tem de ser imputada a Ricardo Levesinho.

O empresário ligado à organização garantiu que, a meio da tarde de sábado, quando a venda de bilhetes estava suspensa por ordem da direção da corrida, numa reunião realizada com todos, foi acordado pagar, com o dinheiro das bilheteiras, parte do cachê aos representantes de cada um dos três toureiros que estavam no cartaz, na condição desses atuarem. O restante cachê seria pago durante a corrida.

"Todos estiveram de acordo e reabriram as bilheterias", contou, garantindo haver 10 testemunhas, incluindo o diretor da prova.

Contudo, acrescenta João Oliveira, o representante de Pedro Salvador, ao qual tinha sido entregue uma verba de 1.000 euros, "acabou por não cumprir e mandou carregar os cavalos".

Esse comportamento, observou, "acabou por influenciar" os cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço a não atuarem, apesar daqueles terem recebido 1.000 e 600 euros, respetivamente.

Por isso, disse, houve necessidade de anunciar o cancelamento da corrida e proceder, com o que restava das verbas da bilheteira, a mais alguns pagamentos a outros intervenientes, incluindo o grupo de Forcados da Moita.

"Eu não trouxe um cêntimo das bilheteiras", garantiu.

João Oliveira disse também ter sentido a sua vida e a do seu filho, de 12 anos, em risco naquela tarde, quando os espetadores tentaram invadir a praça.

Ricardo Levesinho esclareceu hoje que a decisão de não atuar foi tomada em conjunto com os dois colegas.

"Entenderam os toureiros que não estavam reunidas as condições mínimas", afirmou, acrescentando: "Os valores residuais das despesas que os toureiros receberam foram distribuídos com outros dos intervenientes de forma a reduzir os custos implicados".

O apoderado (representante) de Pedro Salvador disse que João Oliveira não pagou o total do cachê antes da realização da corrida, contrariando o que contratualizara com os cavaleiros.

Disse também que, após o recebimento do adiantamento, o valor sobrante nas bilheteiras não era suficiente para garantir a realização do espetáculo.

"Foi um processo de muita mentira e falsidade, que levou ao descredito dos organizadores", disse.

No sábado à noite, José Magalhães, presidente da Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, entidade coorganizadora do evento, disse à Lusa que as causas para o cancelamento deveriam ser perguntadas ao empresário João Oliveira.

"Foi ele que fez os contratos com os toureiros e que pediu todas as licenças. Não sabemos os que se passou em concreto", afirmou, lamentando o sucedido.

JN

Ainda o "Caso Lousada": Oliveira emite comunicado
Depois de ontem ter dado uma entrevista exclusiva ao "Farpas", João Oliveira (na foto), organizador da polémica tourada que acabou por não se realizar, sábado passado, em Lousada (Porto), emitiu um comunicado onde praticamente reafirma e confirma tudo aquilo que ontem nos disse. Esperando pelas "cenas dos próximos capítulos", ele aqui vai na íntegra:

Venho por este meio repor a verdade dos factos passados no sábado na corrida de toiros de Lousada.
Desminto por completo todas as notícias vinculadas na Lusa, "Jornal de Notícias", "Diário de Notícias" e demais sítios de informação.
Está neste momento a ser preparada uma queixa-crime por roubo e falta de cumprimento de acordo por parte do apoderado cavaleiro Pedro Salvador, o Exmº. Sr. Ricardo Levesinho, empresário também das praças de toiros de Vila Franca e Salvaterra de Magos.
Este apoderado, em reunião tida com a organização da corrida de toiros de Lousada, comprimeteu-se em que se se pagasse 1.000 euros à cabeça a todos os cavaleiros do cartel (ou seja, pelo menos as despesas), a corrida se iria realizar.
Este acordo foi realizado por todos os cavaleiros à frente da organização da corrida, dos forcados, do director de corrida, montador da praça, emboladores e agentes da autoridade, havendo mais de 10 testemunhas desta situação.
Nesse momento, a venda de bilhetes estava suspensa por ordem da organização da corrida, até que se chegasse a um acordo.
A partir daquele momento, em que todos os cavaleiros aceitaram a situação, a organização dirigiu-se à bilheteira e pagou o estipulado no acordo: 1.000 euros ao cavaleiro Pedro Salvador, 1.000 euros ao cavaleiro Alberto Conde e 600 euros à cavaleira Verónica Cabaço (praticante), ficando acordado que a corrida iria para a frente e que se pagaria o restante durante a corrida.
Voltou-se então a colocar os bilhetes à venda, mas quando é o nosso espanto, que se verificou por todos, que, ao receber a quantia estipulada, o apoderado do cavaleiro Pedro Salvador mandou recolher os cavalos e o cavaleiro, dizendo que "já tinha o pagamento das despesas e que era para ir embora, pois não ia haver corrida".
Toda a gente que tinha estado nessa reunião ficou perplexa, pois não tinha sido isso o acordado, revoltando-se todos contra esse apoderado. Os espectadores, que se aperceberam que os cavalos estariam a ser colocados novamente dentro dos camiões, começaram, como é normal, a revoltar-se, imputando as culpas à organização, que estaria a vender bilhetes para roubar os espectadores, o que não corresponde à verdade, pois foi esse apoderado que, agindo de má fé, originou todo aquele problema e saíu de cabeça erguida, tendo ficado toda a responsabilidade na organização, que tudo fez para realizar a corrida, como os restantes cavaleiros, forcados, montador da praça e homem dos toiros e restante pessoal incluído na corrida.
Ou seja e para concluir: os cavaleiros receberam o acordado e em vez de tourear, levaram o dinheiro que pertencia aos espectadores e que, como se não deu a corrida, seria para devolver. E não tourearam.
A não se dar a corrida e não havendo dinheiro para pagar aos artistas, estes poderiam efectivamente colocar em tribunal a organização da corrida por faltar ao acordo estipulado.
Esta é a realidade dos factos que se passaram daquela porta para dentro e muito mais haveria para contar, pois reuniões para se resilver a situação foram pelo menos cinco.
Sem mais, por momento,

João Oliveira
in farpasblog



"Caso Lousada": Ricardo Levesinho enumera factos e acusa Oliveira
O blog "diário taurino" de Hugo Teixeira acaba de dar à estampa a versão de Ricardo Levesinho (na foto), apoderado do cavaleiro Pedro Salvador e representante da ganadaria Palha (cujos toiros não acabaram por ser embarcados "por falta de pagamento") na corrida que ontem não se realizou em Lousada (Porto). Já esta manhã (ler notícia anterior), Levesinho dera ao "Farpas" a sua versão dos factos. Aqui, conta tudo ao pormenor.


A versão do apoderado Ricardo Levesinho enviada ao Diário Taurino:
Enumero passos:
1. Janeiro de 2012. Contratação do Pedro Salvador por determinado valor a pagar na hora do sorteio e contratação de uma novilhada Palha (por mim gerida a pedido do Exmo. Sr. João Folque - proprietário da Ganadaria) por determinado valor a pagar no embarque.

Quem sempre concordou com o valor a a forma de pagamento foi o Senhor João Oliveira, que sempre disse e repetiu inúmeras vezes ao longo deste meses que era a palavra dele que estava em cima da mesa e que a situação de Vizela tinha sido algo por ele impossível de resolver mas que de forma a mostrar a sua seriedade os intervenientes recebiam conforme estipulado para não existir duvidas.
Solicitou igualmente o NIB para transferência para transferência bancaria de forma atempada do valor dos novilhos. Não le enviei no momento e o mesmo contactou me dois dias depois para repetr o pedido do NIB que lhe foi enviado de imediato.

2. Percurso de Janeiro a 22 de Julho. Informação do Senhor João Carlos Oliveira variadas vezes repetidas. Repetia e reafirmava a sua seriedade e que a corrida ia ser um sucesso de praça esgotada.

3. Dia 23 de Julho. A solicitar dados para deslocação dos animais e confirmar data e hora do embarque foi dito ao Sr. João Oliveira que como ate a data não tinha existido transferência era necessário que a mesma fosse efetuada ate a data ou que o próprio ou alguém pelo mesmo estivesse no embarque para por um lado aferir as boas condições dos animais e que procedesse ao pagamento dos mesmos.

O Sr. Oliveira ai colocou em causa o valor combinado e surgiu o seu ligeiro esquecimento sobre a forma de pagamento. O mesmo só se relembrou quando lhe foram dadas informações sobre momentos do negócio. Solicitou me tempo para falar com os membros da Associação de Produtores de Melão e Hortícolas que substituíam a parceria original que supostamente seria a Comissão de festas de Lousada.

No mesmo dia transmitiu me que a denominada Associação não entendia coerente que se pagasse os toiros na véspera e os restantes intervenientes ao sorteio. E que eu compreende--se.

De imediato transmiti-lhe a minha não concordância mas que a minha posição lhe era transmitida ate as 13 horas do dia seguinte de forma a ocultar opiniões devidas.

4. Foi transmitido ao Senhor Oliveira a não possível deslocação dos animais sem o negócio ser efetuado conforme o combinado. E todos os transtornos e custos inerentes que isso implicava na forma como estava a gerir o negócio. O mesmo sempre se desculpou com um tal de Jose Magalhães, Presidente da dita Associação.
Exigi saber o nome da ganadaria substituta de forma a transmitir ao cavaleiro que represento.

5. Dia 26 de Julho. O Sr. Oliveira transmitiu me como representante do cavaleiro Pedro Salvador que a ganadaria a lidar seria Francisco Luis Caldeira-

6. Dia 28 de Julho.

12:00 Sorteio realizado.

12:30 Solicita o Sr. Oliveira que o acompanhemos de forma a procedermos ao recebimento dos valores negociados e contratualizados.

13:00 Solicita o Sr. Oliveira que por atraso do representante da dita Associação aguardássemos até as 14 horas pois o dito senhor estava a almoçar e que regressássemos as 14:00. Foi transmitido ao Sr. Oliveira pelos 3 representantes dos toureiros que a situação estava a ser colocada de uma forma bem diferente da previamente combinada mas que e de forma a não sermos depois considerados impossibilitadores de algo aguardávamos ate essa hora.

14:00 O Sr. Oliveira por telefone diz para esperarmos que a situação estava a ser resolvida. Que o pagamento seria por cheque da dita Associação. Continuamos aguardando a chegada do Sr. Oliveira.

15:00 O Sr. Oliveira continuava a nos solicitar mas 10 minutos.

15:30 O Sr. Oliveira regressa a zona da Praça de Toiros e diz que esta ao telefone com a dita Associação e a resolver a questão.
Conseguimos o contacto do Sr. Jose Magalhães, que na presença de todos os intervenientes que fomos testemunha, transmitiu que não estava a Associação por ele presidida a tratar rigorosamente de nada e que a responsabilidade material era de inteira responsabilidade do Sr. Oliveira.
O Sr. Oliveira foi de imediato por todos nó colocado ao corrente do nosso conhecimento da suposta mentira sob a forma como estava a ser gerida a questão e ai o Sr. Oliveira começou a responsabilizar a dita Associação que culpava de estarem a fugir a responsabilidade.

16:00 Foram de imediato reunidos todos os intervenientes e analisado todo o processo.
Foi tentado chegar a uma solução de consenso que mais não seria do que apos uma avaliação dos valores contratualizados com todos os intervenientes se efetuasse um total do valor dos créditos e os mesmos fossem rateados conforme o valor realizado pela bilheteira no fim do espetáculo.
Neste momento não existiu consenso porque nas expectativas no momento existentes, o valor realizado na bilheteira era inferior a 3.000€ e entendia-se que pela forma como estava a decorrer as vendas a venda expectável teria possibilidade de fazer auferir entre 22% a 30% dos valores previamente combinado porque o Sr. Oliveira não possuía nenhuma verba suplementar e que ate tinha efetuado segundo palavras do proprietário da praça e ditas perante a autoridade lhe efetuado uma transferência bancaria inexistente já que os documentos comprovativos da mesma eram papeis forjados e totalmente falsos.

O consenso foi difícil de conseguir porque além das expectativas completamente defraudadas existiu um processo de muita mentira e falsidade o que levou ao descredito do processo e dos organizadores por parte dos intervenientes.

Foi pelo Sr. Oliveira solicitado varias vezes que a corrida seguisse em frente e efetuadas promessas de forma a cativar os toureiros a manterem-se na praça. Nesse passo foi dado aos toureiros profissionais um valor de 1.000€ e um valor de 600€ a cavaleira praticante. Estes recebimentos estão devidamente assinados e confirmado o seu recebimento.
Considerando que vários dos intervenientes não estavam de acordo com o rateio colocado como possível, foi pelos toureiros e de forma a defender interesses globais, decidido não tourearem. Sabendo que existem opiniões que se tem manifestado posteriormente diferentes porque o grau de responsabilidade e prejuízo a eles provocado e totalmente diferente. Mas e importante entender a Ganadaria que iria auferir por 6 toiros um valor ligeiramente superior ao valor de 1 (um) toiro!
Entenderam os toureiros não estarem reunidos as condições mínimas. E respeitando o público que foi lesado pela falta de devolução do valor dos bilhetes os toureiros pessoalmente deram a cara e transmitiram a todos os presentes através de sistema de som as suas razões e que foram aceites pela grande maioria dos lesados.
Acresce dizer que os valores residuais das despesas que os toureiros receberam foram distribuídos com outros dos intervenientes de forma a reduzir os custos implicados. O valor do Pedro Salvador foi repartido com a empresa de transportes dos toiros.
As decisões foram tomadas de forma muito difícil e que ainda neste momento e normal existir um balanço e uma avaliação a efetuar dos acontecimentos e decisões. E sempre complexo estar envolvido numa situação tão difícil onde se existe caos, desordem e prejuízos significativos.
Entendo ate que o nosso erro foi ao não proceder a anulação da corrida demonstrando não vontade de ir para a frente com a mesma logo apos a hora do sorteio, hora onde estava estabelecido o pagamento contratualizado. Tentamos no entanto dar todas as condições e tempo para que a situação fosse resolvida demonstrando a nossa boa-fé.
E uma situação para a Tauromaquia completamente errada mas que ao darmos possibilidade que a mesma tivesse continuação continuávamos a contribuir para a degradação interna deixando continuar a existir comportamentos completamente errados e desencorajadores para o futuro. E penso não ser esse o caminho.

Uma palavra de pedido de compreensão e desculpas para o publico lesado manifestando o nosso completo apoio ao mesmo, já o demonstrado pessoalmente pelos artistas e mostrando nos completamente disponíveis conforme referido a autoridade presente para testemunharmos em sede própria.

Ricardo Levesinho
in diariotaurino

"Tourada" em Lousada na imprensa nacional
Lamentavelmente para a Tauromaquia e sobretudo para a Tauromaquia nortenha, que está a ter enorme animação nesta temporada, o incidente de ontem em Lousada (Porto) vem hoje contado ao pormenor em quase toda a imprensa nacional. Já a seguir, não perca aqui no "Farpas" a versão de alguns intervenientes. Nas redes sociais, circula mesmo um "cartaz" com a fotografia do organizador da corrida (que não se realizou), João Oliveira (foto ao lado), dizendo que se procura. Há versões contraditórias para explicar o anulamento da tourada (que já vamos aqui contar). Na foto de cima, do "JN" de hoje, a GNR quando chegava ao local, onde acalmou o público em revolta pela não realização do espectáculo. Para já, fique com as notícias dadas hoje à estampa pela agência Lusa e pelo "Jornal de Notícias" - nada abonatórias, diga-se de passagem, para a imagem da Tauromaquia:

A notícia da agência Lusa
Centenas de pessoas que compraram bilhetes para uma corrida de toiros em Lousada (norte) manifestaram-se este sábado contra o cancelamento do espectáculo e exigiram serem ressarcidas do valor dos ingressos.
Os protestos dos populares, que tentaram entrar numa praça de touros amovível montada em Lousada, obrigaram à intervenção de forças da GNR, segundo disse à Lusa um espetador.
O cancelamento da corrida foi anunciado pelo empresário responsável pelo espectáculo, João Oliveira, que informou, pela instalação sonora da praça, não existirem condições para a realização.
Um dos espectadores presentes, o autarca da freguesia de Nogueira, Lousada, António Ferreira, disse ter sido "uma vergonha o que se passou hoje (...) foi muito mau para a imagem de Lousada".
Alguns minutos depois, Pedro Salvador, um dos cavaleiros cuja actuação tinha sido anunciada, também usou a instalação sonora para informar os espectadores que não havia condições para a realização do evento, porque os cavaleiros não teriam sido pagos.
Além de Pedro Salvador, estavam previstas as atuações dos cavaleiros Alberto Conde e Verónica Cabaço e dos grupos de forcados da Moita e Arronches.
Apesar do descontentamento, os espectadores acabaram por abandonar as imediações da praça de toiros.
José Magalhães, presidente da Associação de Produtores Melão Casca de Carvalho e Produtos Hortícolas do Vale do Sousa, entidade coorganizadora do evento, confirmou à Lusa o cancelamento da corrida de toiros e os incidentes provocados pelos espetadores.
De referir que vários coletivos e activistas anti-touradas e de defesa dos direitos dos animais responderam ao apelo dum grupo de habitantes de Lousada e fizeram, no domingo anterior à realização desta tourada, uma concentração e marcha de protesto contra o espectáculo anunciado para o passado dia 28 de Julho que acabaria por não se realizar.
Na origem deste incidente esteve um empresário, da Póvoa de Varzim, que já antes tinha sido notícia do "JN", em 2009, por ter promovido um espectáculo tauromáquico, em Vizela, como angariação de fundos para uma criança com paralisia cerebral sem nunca ter entregado qualquer verba à família. Pelo contrário, esta adiantou-lhe ainda 2000 euros.

A notícia do “Jornal de Notícias”
Gritos de revolta, arremessos de pedras, empurrões, pessoas a forçar a entrada da praça de toiros com a GNR a tentar manter a ordem pública e centenas de pessoas a reclamar o dinheiro dos bilhetes.
Era esse o cenário que estava, ao final da tarde deste sábado, instalado em Lousada, onde a anulação de uma tourada provocou a ira do povo que pagou entre 15 a 25 euros os bilhetes do espectáculo. Pelos relatos feitos ao "JN", na origem da anulação estará a falta de pagamento.
"Paguei seis bilhetes a 25 euros e agora não há tourada. Os homens dos toiros não foram pagos pelo empresário que organizou isto e decidiram não actuar. Ficámos à porta e como o empresário já tem fama de ter burlado uma família de Vizela, organizando uma tourada cujos lucros deveriam ter revertido a favor de uma criança doente, mas que ficaram no bolso dele, o povo desconfiou e revoltou-se", explicou ao "JN", um dos revoltados.
A tourada, que foi organizada à margem das Festas de Lousada por um empresário, já tinha causado polémica há dias, com uma centena de pessoas a participar numa marcha de protesto contra este tipo de evento.
farpasblog
"Caso Lousada": a versão dos intervenientes
"Apesar de João Oliveira já ter estado envolvido, há três anos, num escândalo que deu muito que falar (a organização de uma corrida de toiros em Vizela a favor de uma criança com paralisia cerebral, sendo depois acusado de 'burlar' a família e não lhe ter entregue a receita do espectáculo), nós todos demos-lhe o benefício da dúvida e 'embarcámos' nesta corrida de Lousada" - começa por explicar-nos Ricardo Levesinho (na foto de cima, este ano no festival de Dona Maria, com Mestre David R. Telles e Inácio Ramos Jr., outro dos envolvidos na bronca de ontem em Lousada (Porto), onde se não realizou a corrida que estava agendada.
As versões diferem e nas redes sociais circula mesmo o cartaz que reproduzimos à direita, com a fotografia de João Oliveira, o organizador da corrida, que em entrevista exclusiva ao "Farpas", que publicaremos hoje, acusa Levesinho de "o ter roubado" e anuncia que vai avançar amanhã com uma queixa-crime "por roubo" contra o conhecido empresário, que ontem em Lousada representava, como apoderado, o cavaleiro Pedro Salvador. Uma entrevista bombástica para ler hoje aqui no "Farpas".
Nas declarações que esta manhã prestou ao "Farpas", Ricardo Levesinho recorda que "as negociações com o senhor João Oliveira começaram há cerca de quatro meses", ao longo dos quais "ele foi sucessivamente adiando os seus compromissos".
Levesinho foi também o intermediário entre Oliveira e a ganadaria Palha, propriedade de João Folque de Mendoça, cujos toiros (novilhos) estavam anunciados para a corrida de ontem em Lousada.
"Os toiros seriam embarcados durante o dia de sexta-feira e por várias vezes avisei João Oliveira que, por norma da ganadaria, eles não sairiam da Herdade da Adema sem serem pagos. Prometeu sucessivas transferências bancárias... que nunca fez. Na sexta, soubemos que tinha comprado toiros de Francisco Luis Caldeira, ao senhor de Santo Estevão que é proprietário da camada deste ano do ganadeiro de Campo Maior...", conta Ricardo Levesinho.
O acordo de João Oliveira com os toureiros - Alberto Conde, Pedro Salvador e a praticante Verónica Cabaço - era, segundo Levesinho, "pagar os cachet's combinados à hora do sorteio", ou seja, ao meio-dia. Ficara acertado, segundo também o apoderado de Pedro Salvador, um cachet de 2.500 euros para o seu toureiro, um valor igual para o cabeça de cartaz Alberto Conde (representado pelo apoderado Inácio Ramos Júnior) e um cachet inferior para a toureira praticante (cujo apoderado é o jornalista Pedro Pinto).
"A partir da hora do sorteio, João Oliveira foi-nos apresentando várias desculpas, dizia que quem vinha trazer os cheques eram os homens da Associação do Melão, que davam a cara como organizadores da corrida e que por volta das duas da tarde receberíamos. Fomos todos (apoderados, bendarilheiros, etc.) almoçar e mantivemo-nos unidos. Às duas regressámos à praça e nada de cheques..." - conta Levesinho.
Entretanto, prossegue o conhecido empresário e apoderado, "conseguimos obter o telemóvel do presidente da Associação do Melão e ficámos perplexos quando ele nos disse, e depois apareceu na praça e confirmou pessoalmente, que não tinha nada a ver com a corrida, que só dera o nome à organização, mas que materialmente não tinha quaisquer responsabilidade, que não ia passar cheques nenhuns".
No meio da confusão, o director de corrida Nuno Nery pretendia abrir as portas da praça para o público ir entrando e foi disso impedido pelo proprietário da desmontável, o também cavaleiro tauromáquico Agostinho Silva "porque ainda não recebera o dinheiro todo do aluguer da mesma". Este, exaltado, chegou a "ameaçar Nuno Nery" dizendo que a praça "era sua" e que "quem mandava era ele".
Agostinho Silva já recebera 3.250 euros. João Oliveira pagou-lhe "mais mil", com a garantia de que "abriria as portas e a corrida se dava". Perto da hora do início do espectáculo, segundo nos disse João Oliveira (entrevista exclusiva para ler aqui ainda hoje), os apoderados "aceitaram receber parte do dinheiro, assegurando a realização do espectáculo, aceitando também que receberiam o resto no final".
Levesinho e Inácio Ramos Jr. receberam (e assinaram um papel confirmando que tinham recebido) "mil euros cada", por conta dos cavaleiros que ambos apoderam, respectivamente, Pedro Salvador e Alberto Conde. E Pedro Pinto, apoderado da praticante Verónica Cabaço, "recebeu 600 euros".
E é aqui que as versões diferem. Ricardo Levesinho diz-nos que recebeu os mil euros "por conta das despesas" e que com esse dinheiro "pagou ao proprietário da camioneta de cavalos (alugada) que transportara as montadas de Salvador" e "dividiu o mal pelas aldeias, dando algum dinheiro ao proprietário dos toiros, que ia ser aquele que mais prejudicado ficaria, pois acabaria por receber também apenas mil euros pelo curro de toiros...".
"Se a corrida fosse para a frente, estávamos todos a dar uma corda ao proprietário dos toiros para se enforcar, pois não iria receber. Foi por isso que todos decidimos não ir para a frente com a corrida e viemos embora" - esclarece Levesinho.
Pedro Pinto, por seu turno, disse ao "Farpas" que "João Oliveira não tem a culpa toda":
"Não podem atirar as culpas todas ao homem e andar a circular na internet esse cartaz a dizer que é procurado, porque o homem não fugiu. Esteve sempre dentro da praça e deu a cara. Há que questionar também que responsabilidades tinha a tal Associação do Melão. Dão o nome, dão o número de contribuinte, assumem-se como organizadores da corrida e depois descartam-se e dizem que não têm nada a ver com aquilo?...".
O apoderado de Verónica Cabaço confirma ao "Farpas" que quando recebeu "os 600 euros" e quando os outros dois apoderados receberam "mil euros cada", foi "com o compromisso de que iríamos com a corrida para a frente e era essa a nossa disposição". E diz:
"Eu e o Inácio ficámos 'pendurados' depois de o Ricardo Levesinho se ter ido embora e ter mandado embarcar os cavalos do Pedro Salvador, decidindo que não toureava...".
Pedro Pinto lamenta o incidente e reconhece que o mesmo "em nada beneficiou a imagem da Festa Brava. Numa altura destas, com tantas forças contrárias, não devíamos dar estes tristes exemplos...".
Ricardo Levesinho, nas declarações prestadas esta manhã ao "Farpas", contradiz a versão de Pedro Pinto e assume que "a decisão de não realizar a corrida foi todos e não só minha".
Nuno Nery elaborou um relatório sobre o incidente, que amanhã de manhã entregará na Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC). João Oliveira avança com uma queixa-crime "por roubo" contra Levesinho. E no meio desta trapalhada, espera-se, ansiosamente, pelas tomadas de posição, face ao sucedido, da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), da Associação Nacional de Toureiros (ANDT) e da Federação Prótoiro - que não podem, nem devem, existir "só por existir". Exige-se que tomem posição quando sucedem coisas destas - ou não?...
farpasblog
Nunes sobre Oliveira: "A tua cara não me é estranha..."
"Olha quem ele é!" - foi assim que o empresário António Nunes (foto de cima) reagiu ao ler no "Farpas Blogue", há momentos, a entrevista de João Oliveira, o organizador da corrida que ontem não se realizou em Lousada (Porto).
"Perdi o rasto a esse senhor, mas desde 2009 que me deve o dinheiro dos toiros da ganadaria de Jorge Mendes e o cachet do Filipe Gonçalves, da célebre corrida que deu em Vizela em 2009 (cartaz ao lado) a favor do menino Tó-Zé. Ainda decorre em tribunal um processo por burla", garante Nunes.
Nessa corrida de 5 de Julho de 2009 em Vizela, António Nunes representava a ganadaria de Jorge Mendes (que substitui a anunciada de Pontes Dias) e também o cavaleiro Filipe Gonçalves, de que ao tempo era apoderado.
"Estupidamente, deixei embarcar os toiros sem receber primeiro. A corrida deu-se e o homem desapareceu, sem pagar aos toureiros, sem pagar os toiros", lembra António Nunes.
E acrescenta:
"Até hoje, o senhor Oliveira nunca mais me contactou, nem nunca mais me pagou. Estranhei que ontem em Lousada o cavaleiro Pedro Salvador estivesse anunciado, pois foi também um dos que ficou a arder em Vizela. E estranhei que também fosse o Alberto Conde, cujo apoderado, Inácio Ramos Júnior, era também nessa corrida de Vizela apoderado do cavaleira Isabel Ramos, que igualmente não recebeu...".
farpasblog
Lousada, Paulo Graça e outros mistérios...
Miguel Alvarenga - O que ontem aconteceu em Lousada, independentemente de as culpas serem acartadas a este ou aquele, confirma, infelizmente, a perturbante desorganização e a não menos inquietante desunião dos homens dos toiros. Num momento conturbado, em que a nível político e não só, aumentam assustadoramente os ataques à Tauromaquia, impunha-se e exigia-se uma postura diferente por parte de quem pulula neste meio. Mas continua sempre tudo ao contrário...
Primeiro: segundo constava, mas nunca se percebe bem, dado o secretismo em que decorre sempre o que se decide e não se decide em sede da chamada Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), haveria um acordo entre empresários, toureiros e ganadeiros para que não se deixassem contratar por "estranhos", isto é, por pessoas não associadas, não empresárias "à séria".
Segundo: por muito que alegue que foi "traído", que as culpas não são todas dele, a verdade é que o senhor João Oliveira, organizador da tourada de ontem em Lousada, é o mesmo João Oliveira de um escândalo em Vizela há três anos, em que, ainda há pouco o lembrou António Nunes, deu uma corrida e não pagou aos intervenientes. Assim sendo, há que culpabilizar também pelo sucedido de ontem, os toureiros e os apoderados, o ganadeiro e os forcados que acederam a voltar a deixar-se contratar pelo mesmo senhor. Se já sabiam do que "a casa gasta", esperavam o quê? Ou andam todos a dormir ou então continuam a "ir a todas", na mira de arrecadarem mais uns euritos, mesmo que para isso tenham que correr riscos...
Terceiro: é confrangedor o silêncio das associações tauromáquicas que pretendem sempre ter um protagonismo em tudo e depois se calam quando acontecem coisas destas. O que é que a Associação de Empresários, a de Forcados, a de Toureiros, a de Ganadeiros e a Federação Prótoiro têm a dizer sobre o caso de Lousada? Nada?
Por menos que isto de Lousada ontem, há não muitos anos, os homens dos toiros crucificaram na praça pública e obrigaram a que se afastasse de vez do meio um antigo e valoroso forcado, Paulo Graça (na foto) de seu nome (lembram-se?), que durante sete anos foi empresário de praças importantes, entre as quais as de Salvaterra, da Chamusca e da Barquinha, sempre honrando os seus compromissos, contratando as Figuras e dignificando a Festa, só porque um dia, no Pinhal Novo, foi organizador de uma corrida que não correu bem e ficou a dever algum dinheiro a um ganadeiro e a toureiros...
Hoje, muitos, e até alguns "consagrados", fazem exactamente o mesmo que Paulo Graça fez (ou foi obrigado a fazer) no Pinhal Novo... e ninguém os belisca.
O nosso meio taurino é fantástico, não é?...
farpasblog

Escândalo em Lousada (Porto): tem a palavra a Associação de Empresários!
Bronca esta tarde em Lousada (Porto), para onde se anunciava (há vários meses) uma tourada integrada nas festas em honra do Senhor dos Aflitos - mas aflitos ficaram os muitos espectadores que tinham adquirido o seu bilhete e não reaveram o dinheiro, apesar de a corrida de toiros não se ter realizado. Mau para a Festa, sobretudo num momento em que a arte tauromáquica se começa a expandir, com êxito notável, a Norte. Protestada há vários dias por associações anti-taurinas (foto), a tourada de Lousada acabou mesmo por não se efectuar, mas não por acção destes grupos... o que é ainda mais laentável.
João Paulo Oliveira era, alegadamente, o organizador do festejo. E aqui importa questionar a Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), sempre tão "atenta" a coisas de menor importância e que, depois, permite que se registem casos lamentáveis como o de hoje em Lousada. Pode "qualquer um", sem estar habilitado para tal, ser organizador de uma corrida de toiros? E os toureiros, forcados, ganadeiros e demais intervenientes, não se acautelam, deixam-se contratar "por quem quer que seja", sujeitando-se depois a casos como este? Haja ordem, senhores!
João Oliveira estivera já ligado, há poucos anos, trazido para a Festa pela mão de um jovem e conhecido empresário e apoderado, à organização de outros festejos que também "deram raia". O dito organizador do festejo de Lousada acusou os toureiros "de terem recebido o dinheiro e se terem recusado a actuar". Um dos cavaleiros anunciados, Pedro Salvador, explicou já na rua ao público que não fora isso que se passara, que os intervenientes se recusaram a tourear por "incumprimento" do organizador, que se comprometera a pagar os honorários "antes da corrida" e o não fez. Recebeu uma ovação do público.
Pedro Pinto, apoderado da cavaleira praticante Verónica Cabaço, disse ao "Farpas" que "a corrida não se deu por incumprimento do organizador, que ficou de pagar os cachet's à hora do sorteio, depois era uma hora depois, depois era mais tarde e chegou-se à hora da corrida e nada". Pinto confirmou, contudo, ao "Farpas", que a sua cavaleira "recebeu cerca de trezentos euros", o que "não dá nem para as despesas".
Estavam anunciados toiros da centenária ganadaria Palha, mas os toiros que estavam na praça eram de Francisco Luis Caldeira, o que muitos atribuem, também, "à falta de cumprimento" do organizador para com a ganadaria da Herdade da Adema, que "não terá deixado embarcar os toiros".
Agostinho Silva, cavaleiro tauromáquico e proprietário da praça portátil que estava montada em Lousada, também não terá recebido o estipulado com o organizador, tendo mesmo "recusado a fornecer a rampa dos curros" enquanto o dinheiro não aparecesse.
À hora do espectáculo e com as portas da praça fechada, o público revoltou-se e os ânimos só acalmaram graças ao Corpo de Intervenção da GNR. O organizador da corrida, alguns familiares, entre os quais um filho menor e outros membros alegadamente ligados à promoção da tourada, estiveram cerca de dias horas "fechados no interior da desmontável", só saindo graças à protecção das forças policiais.
Enfim, uma cena nada edificante, que até já teve "honras televisivas" e que em nada, mesmo nada, prestigia a Festa de Toiros. Altamente lamentável.
Certamente que agora surgirão comunicados, versões distintas e se levará "roupa suja". Mas o mal está feito. E em Lousada, esta tarde, a Tauromaquia não saíu minimamente dignificada.



Em 2009
Tourada solidária culmina em queixas-crime

Tourada solidária com criança acaba em Tribunal

Vizela: pai do pequeno Tozé acusa João Oliveira de "burla"

Câmara Municipal da Marinha Grande não autoriza tourada na Praia da Vieira de Leiria Organizada pelo empresário tauromáquico João Oliveira

De forma generosa JOÃO oLIVEIRA veio oferecer-se para apresentar graciosamente uma corrida de touros em Vizela com as receitas a reverter a favor desta criança.

... espectáculo tauromáquico vizelense, organizado pelo empresário João Oliveira, com as receitas a reverterem para "Tozé", menino vítima de paralisia cerebral.

Nega a tourada vale queixa em tribunal

A câmara de Braga não autorizou a realização de uma tourada organizada pelo empresário João Oliveira


João Oliveira nega envolvimento


E tinha este movimento?!?!????
PELA LIBERDADE DA TRADIÇÃO EM PORTUGAL

PELA DEMOCRACIA, LIBERDADE DE ESCOLHA,TRADIÇÃO E CULTURA ,DESTA TÃO NOBRE NAÇÃO QUE É PORTUGAL.

Meu nome é João Oliveira, nascido na linda cidade de Braga, e morador á 40 anos na não menos bonita cidade da Póvoa de Varzim ,cidade esta aliás uma das preferidas pelo nosso primeiro ministro Ex.Sr. Pedro Passos Coelho. Neste movimento, quero transmitir aquilo que nós maioria dos portugueses sentimos neste momento. Aquando das ultimas eleições legislativas , votei com consciência,com esperança,numa mudança de rumo,face a enorme crise mundial instalada neste inicio de século,mas votei também num governo que penso ,e tenho a certeza, que nos dá garantias de viver num pais onde a democracia,a liberdade de escolha, as tradições e culturas bem portuguesas, continuaram a ser democraticamente defendidas, respeitando opiniões divergentes mas que como num pais avançado, poderemos viver lado a lado, daqueles que tem uma visão diferente das nossas,mas teremos obrigação de respeitar,vivendo numa democracia. Não quero pensar , que um governo escolhido pelo povo, seja influenciado, por uma parcela habitacional,que tem uma visão diferente sobre o que é neste caso concreto a tauromaquia .Não preciso aqui de lembrar,aos nosso governantes tudo o que a tauromaquia traz de beneficio ao nosso pais,desde as centenas senão milhares de postos de trabalho,que estariam em causa, a fauna e flora,o desaparecimento mais que óbvio de uma raça animal, neste caso o touro bravo,os milhares de euros pagos de imposto por todos os intérpretes da festa brava em Portugal,as ajudas ás Santas Casas de Mesericordia, que muito á custa da tauromaquia vai continuando a poder ajudar muita gente carenciada, e muita delas se calhar pede para acabar com esta mesma tradição e cultura,e o mais importante uma arte devidamente institucionalizada,sem um unico apoio financeiro do governo ou seja,continua a ser um beneficio para os cofres do estado que neste momento tanto precisam , para combater a crise,não preciso de dizer aos nosso governantes, que a tauromaquia, a seguir ao futebol,é o espetáculo que mais gente leva ao recinto.Basta ir ás sondagens do INE.Mas mesmo assim, continua haver uma parcela de habitantes deste pais, que defendendo as suas ideologias,fundamentalistas e radicalistas,tentando com a suas boas vontades ,sobre os direitos dos animais,de quem eu sou um defensor,( dos animais )não não é contracenso,mas sim,a maneira correta de colocar a situação,respeitar os animais,sim, mas de forma coerente, compreendendo para que foram criados,uns para pertencerem a nossa cadeia alimentar,outros para serem nossos animais de estimação,outros para trabalhar na agricultura e felizmente para Portugal ,que temos duas espécies,que ao longos dos anos foram criados e aperfeiçoados, para a arte de tourear,que são o nosso cavalo de raça Lusitana, que muitos troféus alem fronteiras tem trazido para Portugal, e que pelos especialistas não há,nas variadissimas raças de cavalos, outros, com as mesmas caracteristicas, para a lide do touro bravo,a segunda espécie a que eu me referi em cima ,animal este unicamente criado e aperfeiçoado, ao longo dos séculos,pelos seus donos ,chamados de ganadeiros, que com muita paixão ,muito trabalho,muito empenho,dedicação,e muito investimento,conseguiram criar um animal de qualidade unica, bravo ,nobre e que não vira a cara a luta. Um animal que durante quatro anos vive no sua leziria,esperando o dia para numa praça de touros, mostrar a sua bravura,a sua nobreza como animal de combate que é .O ganadeiro esse, após esses quatro anos de espera e de muito investimento feito,espera ver o seu touro a dignificar o seu nome , para lhe poder atribuir o prémio,de não ser morto ,e lhe devolver a boa vida no campo. Isto é a tauromaquia em Portugal,que muitos desconhecem , mas que criticam sem ter o minimo conhecimento de causa,isto é aquilo que eu defendo,eu e muitos milhares de portugueses que querem acreditar que temos um governo que não é influenciado por minorias radicalistas e fundamentalistas, acreditar num governo de todos e para todos.