O dinheiro público para a tauromaquia em VFX é bem mais que os 270.000,00 € referidos.
A somar a isto temos os 6.000,00 € que a junta de freguesia de Vila Franca de Xira entrega anualmente à "escola" de toureio. Depois há vários custos indirectos não contabilizados, são os apoios logísticos.
São funcionários municipais "desviados" das suas tarefas de serviço público para estar a montar e desmontar eventos tauromáquicos. Ou para estarem a tratar materiais de exposição de tertúlias tauromáquicas.
É o combustível para essas deslocações e para levar meia dúzia de gente à herdade onde se alugam os touros. São os materiais de comunicação. São taxas de publicidade e de emissão de ruído não cobradas a quem cola cartazes por todos o lado, deixa reboques nos passeios e anda com carros velhos a anunciar touradas e poluir a cidade, é mesmo muito mais.
Só quem está cá sabe... e nós sabemos!!!
《Alberto Mesquita revela que “em termos globais, existe um investimento anual de cerca de 270.000,00 €” na tauromaquia, em Vila Franca de Xira, numa entrevista, feita a todos os municípios que integram a Secção de Municípios com Actividade Taurina.
O seu município integra a rede de Municípios com Actividade Taurina. Qual a importância da tauromaquia para o município?
A Tauromaquia é um aspecto de extrema importância na afirmação da identidade de Vila Franca de Xira. A elevada participação popular em todas as iniciativas de âmbito tauromáquico, designadamente a Semana da Cultura Tauromáquica ou o Colete Encarnado, expressa de forma inequívoca o valor intrínseco da arte e cultura tauromáquicas no seio da nossa Comunidade. É muito mais do que apenas uma parte da nossa história; é um aspecto profundamente enraizado na nossa Cultura e marca aquilo que somos enquanto povo.
Como reage às manifestações e tentativas de acabar com a tauromaquia quer a nível nacional quer em termos internacionais por alguns grupos?
Consideramos que todos os pontos de vista são legítimos, desde que naturalmente se expressem de forma não-violenta e com respeito pelas demais opiniões divergentes. A democracia tem na sua essência princípios básicos de liberdade e de tolerância que devem ser respeitados acima de tudo.
Como pode, e deve ser gerida esta questão entre os anti taurinos e os aficionados?
Precisamente, com respeito e bom senso, de todas as partes, pelas opiniões de cada um.
Caso os Municípios venham a tutelar directamente o espectáculo tauromáquico, na sua óptica o que poderia mudar?
Importa sublinhar nesta matéria que o Município de Vila Franca de Xira, tal como outros Municípios com actividade taurina, tem vindo a afirmar reiteradamente que a Tauromaquia é uma tradição multissecular de âmbito nacional, sendo parte integrante do Conselho Nacional de Cultura desde 2010. A tauromaquia constitui, nas suas distintas e diversificadas manifestações, um património rico, vasto e singular da nossa cultura popular. E nessa medida, toda e qualquer legislação que venha a ser produzida neste âmbito deverá garantir a possibilidade de realização de corridas de toiros em todo o território nacional, no Continente ou nas Regiões Autónomas, sem qualquer excepção. Esta é uma matéria onde não deve existir margem para decisões singulares ou casuísticas em cada Município, que seriam nefastas para a coesão cultural nacional. Nessa medida, consideramos que a actual legislação não deve sofrer alterações e que não devem existir entendimentos diferentes, consagrados na lei, sobre o espectáculo tauromáquico enquanto manifestação cultural. É também por tudo isto que o Município de Vila Franca de Xira permanece empenhado na declaração da Tauromaquia como património imaterial nacional.
Na sua ótica e para melhorar um espetáculo tauromáquico, o que se deve alterar?
Esta é uma questão que aponta para visões e sensibilidades muito particulares. Sendo que cada espetáculo tem as suas características próprias, penso que neste âmbito devem ser questionados directamente aqueles que realizam o espectáculo tauromáquico. A Câmara Municipal, tal como referido anteriormente, não tem nenhuma intervenção na componente artística do espectáculo tauromáquico. Os regulamentos que regem as touradas podem naturalmente ser revistos, por parte dos seus intervenientes mais directos, no sentido de dar, por exemplo, outras condições de ritmo ao espectáculo. O espectáculo taurino, tal como em qualquer outra manifestação artística, tem múltiplas manifestações e características, que também atraem diferentes tipos de público. E assim, para além das touradas existem esperas e largadas de toiros, existe a capeia arraiana no Sabugal, o toureio à corda nos Açores, e numa manifestação mais recente, o espectáculo dos Recortadores. São expressões da mesma paixão que também dão conta de uma cultura viva, em constante evolução, e de uma tradição que certamente não irá terminar por decreto.》
Fonte: infocul.pt
DINHEIROS PÚBLICOS PARA A TAUROMAQUIA (EM CONSTANTE ACTUALIZAÇÃO) [Clique para descarregar o PDF]
Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Franca de Xira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Franca de Xira. Mostrar todas as mensagens
domingo, 1 de julho de 2018
domingo, 7 de agosto de 2016
Pérolas: A defesa do indefensável
Existem tantos outros sociólogos e professores que defendem a Nossa Causa, Abolicionistas.
O sociolólogo Luis Capucha tem tanto direito como nós temos, de defender a Abolição dum espectáculo degradante. Ser sociólogo não lhe dá mais direitos.
Uma resposta que ficará para a História "Negra" e sangrenta desta cidade e deste país.

Uma resposta que ficará para a História "Negra" e sangrenta desta cidade e deste país.

«Carta Aberta à Diretora do “Público”
Em defesa do bom jornalismo e da liberdade cultural
Exma. Senhora Diretora
Resolveu V. Exa. no Editorial de ontem, 22 de julho, do “Público” alinhar com os argumentos anti-taurinos cujas materializações numa série de projetos de Lei foram chumbados recentemente na Assembleia da República, por uma maioria de deputados superior a 80%.
Sem reflexão ou justificação acusou os Partidos que chumbaram esses projetos de se moverem em função de meros interesses clientelares, entrando dessa forma numa linha de argumentação perigosamente populista. Melhor seria ter-se informado, como devem fazer os jornalistas e, por maioria de razão, os diretores de jornais, sobre os fundamentos dos factos que toma por verdades, quando na realidade não passam de puras falsidades. Como cidadã, a Diretora do Público pode ter a opinião que entende, incluindo sobre ideias erradas nos planos moral e ético, como o que se esconde atrás da ideia de “direitos dos animais” (embora ninguém explique quais são os correspondentes deveres). Mas não tem o direito de se servir do cargo para emitir meras opiniões assentes em puros e simples preconceitos. Passo a especificar aquilo que a Senhora Diretora deveria ter mandado investigar, ou ter procurado o contraditório antes de cair nos erros em que cai, em vez de alinhar pelas posições que alinhou.
Diz-se no referido Editorial que “quando um pouco por toda a parte tendências de comportamento e movimentos cívicos evidenciam uma crescente sensibilização aos direitos dos animais, a Assembleia da República mostra o quanto está distante dessas preocupações e desses avanços civilizacionais”. Estranho civismo este que esquece o mais importante: um pouco por todo o lado o que cresce é a violência, o autoritarismo, o ódio, o terrorismo, a injustiça social e económica, o recuo dos direitos humanos, as agressões ao ambiente. O recuo do humanismo, o avanço da misantropia e a transferência dos afetos para com os nossos semelhantes para os afetos para com os animais de companhia não fará parte do ambiente cultural em que vingam todos estes grande problemas humanos?
Diz-se depois que o projeto de Lei do PAN sobre financiamento à tauromaquia é o “mais bem fundamentado, com argumentos e muitos dados por certo desconhecidos da maioria dos portugueses”, e que é “…doloroso transcrever parte da descrição pormenorizada feita no documento do PAN sobre os efeitos que a lide taurina provoca num animal”. Com pouco esforço, facilmente poderia um estagiário da sua Redação constatar que os dados avançados pelo PAN são falsos, pura mistificação e mentira demagógica. Quer quanto aos dinheiros, quer quanto ao ritual de que o Toiro Bravo é o centro. Já é costume esse tipo de propaganda completamente indiferente à verdade dos factos e aos resultados da investigação científica por parte dos animalistas, mas a uma jornalista isso fico mal.
Não falta depois o vitupério contra os seus concidadãos que gostam de toiros, Senhora Diretora. Não é a “…exposição nua e crua da tortura animal” que os anima. São valores profundamente inscritos na cultura tauromáquica e que integram a sua identidade cultural. A Senhora Diretora não é melhor cidadã do que nós, e não compreendemos a presunção de superioridade para connosco que transparece do seu Editorial. Se não compreende nem conhece a tauromaquia e os seus valores, nem quer compreender ou conhecer, respeito essa opção. Mas nesse caso não julgue o que não entende, porque a ignorância não é boa conselheira.
Por fim, fecha essa a parte em apreço do Editorial com uma pergunta: “Ou será por acaso que os quatro partidos apoiantes das touradas são os únicos que dispõem de corte camarária?” Pergunto-lhe, Senhora Diretora, se pode pensar na resposta a outra pergunta: não será que os partidos sem presença nos municípios não estão nessa situação porque são incapazes de sair dos meios elitistas de que são originários para tentar compreender, de forma próxima e vivida, os sentimentos dos portugueses, naquilo que eles têm de especificamente local?»
Vila Franca de Xira, 23 de julho 2016
Luís Capucha, Sociólogo, Professor no ISCTE-IUL
terça-feira, 26 de julho de 2016
O Negócio das praças de Touros
A realidade da tauromaquia na região num périplo pelas praças de touros, onde há mais prejuízo do que lucro. A rentabilidade das corridas está longe dos seus tempos áureos, também por culpa da crise.
Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”
O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

O empresário fala de uma afición difícil
Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.
No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.
O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.
Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem
A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.
Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.
A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.
Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.
A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.
Leia aqui o artigo completo:
CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo
Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”
O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

O empresário fala de uma afición difícil
Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.
No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.
O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.
Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem
A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.
Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.
A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.
Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.
A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.
Leia aqui o artigo completo:
CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Cantinas sociais de Vila Franca não conseguem dar resposta a tantos pobres
Desde o início do ano as cantinas sociais de Vila Franca de Xira estão a servir 861 refeições diárias a pessoas com grandes carências económicas. São mais 273 que em 2013.Fonte: O Mirante
A procura tem sido tão grande que abriram mais duas cantinas em Alverca e Vialonga e mesmo assim não se consegue dar resposta a todos os que necessitam de ajuda.
O pedido de alimentos, face a situações de desemprego, tem sido o que mais se tem verificado, quer ao nível da acção social do município quer nas associações do concelho com essas valências.
Dados do município mostram que no programa de ajudas alimentares a maioria dos cabazes entregues foram para as freguesias de Alhandra e Vila Franca de Xira. Este ano a câmara prevê entregar 6140 cabazes, mais 453 que no ano passado.
No âmbito do programa de apoio a situações de emergência, em que o município ajuda com verbas financeiras, o valor mais que duplicou nos primeiros meses do ano, passando dos 1121 euros entregues entre Setembro a Dezembro do ano passado para 3529 euros, só entre Janeiro e Maio de 2014.
Os locais onde mais se registaram atendimentos sociais foram Alverca, Sobralinho e Alhandra (de 81 para 130), Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa (de 302 para 358) e Povos, Vila Franca de Xira (de 40 para 94).
VERGONHOSO!
NÃO HÁ DINHEIRO???? AUMENTA A POBREZA EM VILA FRANCA DE XIRA E O DINHEIRO VAI PARA ONDE?
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai transferir 4.306 euros para a casa dos forcados. A quantia, destina-se a pagar o prémio de seguro de acidentes pessoais, (pagamento esse que tem vindo a ser feito desde 2007)
Fonte: O Mirante
EM 2012
Câmara de Vila Franca apoia temporada tauromáquica com dez mil euros
Fonte: O Mirante
DE 2008 a 2010
€ 1.133.904,14 para a tauromaquia em Vila Franca de Xira Mais de UM MILHÃO de euros de dinheiro dos contribuintes em apenas 3 anos!
Fonte: "Execução anual do plano de actividades municipais"
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Embebedam-se Torturam Animais e Acabam nos Hospitais
Isto é o que acontece em todas as chamadas festas populares onde os touros são molestados e maltratados, como por exemplo largadas de touros.
Muito álcool, provavelmente à mistura com outras drogas, é o cocktail perfeito para a insanidade. E não somos nós que o afirmamos, são os médicos: “A maioria dos ferimentos sofridos nas largadas de toiros da região (Vila Franca de Xira) são causados pela ingestão em excesso de bebidas álcoolicas.”
Feridos graves a necessitarem de internamento hospitalar (os mortos não contam), passam a factura a todos os contribuintes, e tudo isto com a conivênicia daqueles que nos governam, uma vez que não existe nenhuma lei que regule este tipo de “divertimentos”.
E ano após ano, pessoas são gravemente feridas e os organizadores de tais barbaridades, recusam responsabilidades porque não existe legislação.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Álcool em excesso provoca dois a três feridos graves por ano nas largadas de toiros da região
A maioria dos ferimentos sofridos nas largadas de toiros da região são causados pela ingestão em excesso de bebidas álcoolicas e todos os anos contribuem para uma média entre dois a três feridos graves na região que acabam por precisar de internamento em hospitais de Vila Franca e Lisboa.
A informação é avançada por Nuno Araújo Bentes, médico de cirurgia geral do hospital de Vila Franca de Xira, que na manhã de sexta-feira, 14 de Fevereiro, falou sobre politraumas nas largadas de toiros, nas primeiras “Jornadas de Saúde” realizadas em Samora Correia, concelho de Benavente.
“O álcool e os acidentes andam de mão dada. São alturas festivas em que se cometem excessos e habitualmente as vítimas de traumas mais graves são as que abusaram do álcool”, revela a O MIRANTE.
O clínico, que trabalha há três anos no hospital, diz que o serviço está preparado para prestar o melhor apoio às vítimas e que nas alturas festivas toda a gente já se encontra de prevenção.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
"a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente"
«A Tauromaquia Tem um Futuro Inexistente
O jornal “O Mirante”, publicou no dia 20 do corrente mês, um artigo intitulado: “Memórias de toiros Murteira Grave que faziam tremer as pernas a toureiros e forcados”.Prótouro
Joaquim Grave filho, num jantar convívio no clube taurino vilafranquense, ao recordar o pai, proferiu a seguinte afirmação: “Hoje não há tempo para os toiros se criarem mas não concordo com os aficionados que dizem que a tauromaquia tem um passado glorioso, um presente decadente e um futuro inexistente. O segredo dos ganaderos e dos aficionados é saber acompanhar os tempos”.
A afirmação só vem provar que até os aficionados sabem que as touradas têm um futuro inexistente. Obviamente que ele discorda porque quando as touradas acabarem, acaba-se o negócio e os subsídios.
E como o negócio vive à conta dos aficionados, está tudo dito.»
Pelos touros em liberdade
domingo, 7 de julho de 2013
“Sou um pregador da cirurgia taurina”
Luís Ramos, 33 anos, cirurgião e aficionado
“Sou um pregador da cirurgia taurina”
17-08-2005
A especialidade da cirurgia taurina não existe e, provavelmente, nunca irá existir. Mas a especificidade das lesões causadas por toiros com mais de 500 quilos, por vezes em pontas, e com uma musculatura muito forte obriga a um estudo permanente dos danos causados nos órgãos e tecidos. Os cirurgiões aprofundam soluções para salvar as vítimas e minimizar o seu sofrimento.
Luís Ramos, natural de Vila Franca de Xira, tem apenas 33 anos, mas possui uma vasta experiência nesta área. Desde que chegou ao Hospital de Vila Franca de Xira, há 11 anos e como estagiário, o médico começou a acompanhar as vítimas das cornadas. O gosto pela festa brava vem desde pequeno quando acompanhou o pai nas esperas de toiros e nas corridas pela Feira de Outubro e Colete Encarnado. Nunca sonhou ser toureiro ou forcado, mas cedo percebeu que tinha o gosto por socorrer as vítimas da festa brava.
Foi com naturalidade que, enquanto fez a especialidade de cirurgião, se dedicou à cirurgia taurina e começou a trocar experiências com especialistas espanhóis através da Internet. Os convites para participar em congressos e colóquios começaram a aparecer. Hoje Luís Ramos é conhecido como “o cirurgião dos toiros” de Vila Franca. “Sou o pregador da cirurgia taurina”, refere.
Como aficionado, Luís Ramos é um defensor da corrida integral com toiros picados e mortos na arena. O cirurgião não aceita que se sujeite o animal ao sofrimento de esperar horas e dias para ser abatido após uma corrida. “Deve ser logo abatido e posto à carne”, diz.
Vilafranquense e defensor das tradições, Luís Ramos não esconde a tristeza pela falta de público na praça Palha Blanco e aponta “o preço excessivo dos bilhetes e a falta de seriedade de alguns cartéis, ao longo dos últimos anos, como causas principais do afastamento dos aficionados.
O médico gostava de ver aparecer novas figuras da terra que pudessem atrair novos públicos. “Há um vazio de referências”, explica. Luís Ramos considera que a autarquia e as escolas do concelho têm um papel importante na divulgação e promoção da festa brava e podem ajudar a captar novos aficionados.
Nelson Silva Lopes
17-08-2005
A especialidade da cirurgia taurina não existe e, provavelmente, nunca irá existir. Mas a especificidade das lesões causadas por toiros com mais de 500 quilos, por vezes em pontas, e com uma musculatura muito forte obriga a um estudo permanente dos danos causados nos órgãos e tecidos. Os cirurgiões aprofundam soluções para salvar as vítimas e minimizar o seu sofrimento.
Luís Ramos, natural de Vila Franca de Xira, tem apenas 33 anos, mas possui uma vasta experiência nesta área. Desde que chegou ao Hospital de Vila Franca de Xira, há 11 anos e como estagiário, o médico começou a acompanhar as vítimas das cornadas. O gosto pela festa brava vem desde pequeno quando acompanhou o pai nas esperas de toiros e nas corridas pela Feira de Outubro e Colete Encarnado. Nunca sonhou ser toureiro ou forcado, mas cedo percebeu que tinha o gosto por socorrer as vítimas da festa brava.
Foi com naturalidade que, enquanto fez a especialidade de cirurgião, se dedicou à cirurgia taurina e começou a trocar experiências com especialistas espanhóis através da Internet. Os convites para participar em congressos e colóquios começaram a aparecer. Hoje Luís Ramos é conhecido como “o cirurgião dos toiros” de Vila Franca. “Sou o pregador da cirurgia taurina”, refere.
Como aficionado, Luís Ramos é um defensor da corrida integral com toiros picados e mortos na arena. O cirurgião não aceita que se sujeite o animal ao sofrimento de esperar horas e dias para ser abatido após uma corrida. “Deve ser logo abatido e posto à carne”, diz.
Vilafranquense e defensor das tradições, Luís Ramos não esconde a tristeza pela falta de público na praça Palha Blanco e aponta “o preço excessivo dos bilhetes e a falta de seriedade de alguns cartéis, ao longo dos últimos anos, como causas principais do afastamento dos aficionados.
O médico gostava de ver aparecer novas figuras da terra que pudessem atrair novos públicos. “Há um vazio de referências”, explica. Luís Ramos considera que a autarquia e as escolas do concelho têm um papel importante na divulgação e promoção da festa brava e podem ajudar a captar novos aficionados.
Nelson Silva Lopes
sexta-feira, 28 de junho de 2013
QUEM PAGA ISTO???
VEJAM BEM O DINHEIRO QUE SE VAI GASTAR NESTA M****!!!!
XXIV Semana da Cultura Tauromáquica em Vila Franca de Xira
Exposições e colóquios são o forte de uma semana que exalta a cultura e arte tauromáquica, preparando a chegada do Colete Encarnado. De 28 de junho a 4 de julho estão em Vila Franca de Xira, os melhores críticos e profissionais ligados à Temática para aliciantes debates, a decorrerem no Salão Nobre da Câmara Municipal e na Praça de Toiros Palha Blanco.
As exposições, em vários pontos da Cidade, apresentam trabalhos de Ana Maria Malta, Paulo Robalo, Mathieu Sodore e de Boligan.
“Tertúlias na Rua” é, a par de outros momentos integrados na iniciativa, um ponto alto da animação, trazida pelos tertulianos que vêm ao Jardim Municipal apresentar “as suas casas” e fazer prova da sua afición.
- PROGRAMA
EXPOSIÇÕES
28. junho (sexta-feira) - Dia da Cidade de Vila Franca de Xira
21.30 Horas
Inauguração da Exposição, promovida pelo Museu Municipal de Vila Franca de Xira, no Celeiro da Patriarcal
“O Campino – Imaginários de uma Identidade”
Animação: Fadistas de Vila Franca de Xira
29. junho (sábado)
15.00 Horas - Inauguração de Exposições
“Emoções Taurinas” de Ana Maria Malta
Patente até 13 de outubro
Organização: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
“Cartazes de Seda”
Patente até 14 de julho
Organização: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Local: Rua Dr. Miguel Bombarda, N.º 155
“Cintas Encarnadas” de Paulo Robalo e Mathieu Sodore
Patente até 13 de outubro
Organização: Clube Taurino Vilafranquense
Local: Núcleo Museológico do Mártir Santo
“Faenas de Tinta” de Boligan
Patente até 13 de outubro
Organização: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Local: Museu do Neo-Realismo
Animação Musical: “Diálogos com Contrabaixo”, Alunos de Contrabaixo do Agrupamento de Escolas de Vialonga
COLÓQUIOS
1 . julho (segunda-feira)
21.30 Horas
Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Organização: Clube Taurino Vilafranquense
“A Tauromaquia – Património Cultural Imaterial”
Oradores:
Maria da Luz Rosinha - Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira |
Elísio Summavielle - Ex-Diretor Geral do Património Cultural
Dionízio Mendes - Presidente da Secção de Municípios com Atividade Taurina (ANMP)
| William Cárdenas - Presidente de Associação Internacional de Tauromaquia
| Júlio Martinez - Presidente da Praça de Toros de Las Ventas (Madrid) e Vogal da Associação Internacional de Tauromaquia
Moderador: Juan Miguel Nuñes – Ex-Chefe da Secção Taurina da Agência EFE e Ex- Diretor de “El Toreo” da Radio Intercontinental
2. julho (terça-feira)
21.30 Horas
Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Organização: Clube Taurino Vilafranquense
“A importância das Escolas de Toureio
nas suas vertentes taurina e social”
Oradores: Maestro Vítor Mendes | Maestro José Luís Bote | Fernando Masedo – Presidente da Associação Espanhola de Escolas de Tauromaquia
Felipe Dias Murillo – Presidente de Honra da Associação Espanhola de Escolas de Tauromaquia | António José Inácio – Presidente da Escola de Toureio José Falcão | José Manuel Rainho – Diretor da Escola de Toureio José Falcão
Moderador: Juan Miguel Nuñes – Ex-Chefe da Secção Taurina da Agência EFE e Ex- Diretor de “El Toreo” da Radio Intercontinental
No final, Homenagem do Clube Taurino Vilafranquense a José Luís Bote (pela comemoração dos 25 anos de alternativa), e à Associação Espanhola de Escolas de Tauromaquia, com atribuição do Galardão José Falcão
3. julho (quarta-feira)
21.30 Horas
Praça de Touros Palha Blanco
Organização: Tauroleve
“As Ganadarias. O Toiro. O Futuro da Tauromaquia”
Oradores: João Folque – Ganadaria Palha | Joaquim Grave – Ganadaria Murteira Grave | Fernando Cuadri – Herdeiros de Celestino Cuadri | Vasco Lucas – Representante da APCTL (Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide)
Moderadores: Catarina Bexiga e Miguel Ortega Cláudio - Críticos Taurinos
OUTRAS ACTIVIDADES
28 . junho (sexta-feira)
22.30 Horas
Espetáculo de Recortadores - Praça de Touros Palha Blanco
Organização: Tauroleve
29 . junho (sábado)
17.00 Horas
Aula Prática de Toureio - Tentadero do Cabo
Espadas: Samuel Ortiz (Escola de Toureio de Málaga) | Pedro Noronha (Escola de Toureio José Falcão) | Joaquin Galdoz (Escola de Toureio de Málaga) | Pedro Cunha (Escola de Toureio José Falcão)
Novilhos: Falé Filipe
Organização: Escola de Toureio José Falcão
21.00 Horas
Peddy Paper Taurino
Concentração / Partida / Chegada em frente à Sede do Clube de Campismo As Sentinelas de Vila Franca de Xira
Organização: Clube de Campismo As Sentinelas de Vila Franca de Xira
30 . junho (domingo)
10.00 / 18.00 Horas
Tertúlias na Rua - Jardim Municipal Constantino Palha
2 . julho (terça-feira)
15.45 Horas
IV Tentadero Vitor Mendes - Quinta da Reticoa
Escola de Toureio Marcial Lalanda de Madrid
Diretor Artístico – Maestro José Luís Bote
Novilheiros Praticantes – Jorge Isiegas / Jaime Rodriguez – Jesûs Mejias
Escola de Toureio José Falcão de Vila Franca de Xira
Diretor Artístico – Maestro Vitor Mendes
Novilheiros Praticantes – Pedro Noronha / Pedro Cunha
Novilhas: Falé Filipe
Organização: Clube Taurino Vilafranquense
4 . julho (quinta-feira)
20.00 Horas
Jantar das Tertúlias - Mercado Municipal
domingo, 26 de maio de 2013
QUEM PAGA ISTO???
Os ALGOZES:
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Clube Taurino Vilafranquense homenageados em Madrid pelo Circulo Taurino Amigos da Dinastia Bienvenida
Fonte:
http://elredondeltaurino.blogspot.pt/2013/05/madrid-23-05-13-circulo-bienvenida.html?spref=fb
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Clube Taurino Vilafranquense homenageados em Madrid pelo Circulo Taurino Amigos da Dinastia Bienvenida
PARA ISTO HÁ DINHEIRO!!!
Fonte:
http://elredondeltaurino.blogspot.pt/2013/05/madrid-23-05-13-circulo-bienvenida.html?spref=fb
terça-feira, 23 de abril de 2013
Sangue e emoção(????) em Vila Franca
Esperas de toiros com feridos durante a Feira de Outubro (2003)
A tradição renovou-se em Vila Franca de Xira. Os toiros colheram vários aficcionados com gravidade, mas mesmo assim houve queixas de falta de bravura dos animais.
Um ferido com traumatismo craniano e três feridos ligeiros foram o resultado do primeiro dia de esperas de toiros em Vila Franca de Xira. Mas as colhidas não afastaram os aficcionados da Feira de Outubro, que decorre até domingo.
No sábado, 4 de Outubro, a “Sevilha Portuguesa” transformou-se num rebuliço com a perseguição aos seis cabrestos que fugiram da manga. Os animais provocaram danos materiais na chapa das viaturas dos Bombeiros de Vila Franca e atingiram ainda um carro dos Bombeiros de Castanheira do Ribatejo.
No domingo, registaram-se mais três feridos, um deles com traumatismo craniano. Um indivíduo foi colhido pelo toiro junto à lota, outro foi atingido na Praça Palha Blanco e o terceiro foi surpreendido junto à estação. No mesmo dia, um dos toiros ficou com uma fractura exposta numa pata da frente. Na segunda-feira de manhã houve a registar apenas alguns “sustos” sem gravidade, segundo informação do comandante António Pedro dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira.
A largada de toiros desapontou centenas de vilafranquenses...
O público sentado nas bancadas desmontáveis reclamava a falta de bravura dos animais fornecidos pela ganadaria de José Luís Pereira, de Salvaterra de Magos. Os mais corajosos saltaram para dentro das tranqueiras mas andaram de braços cruzados à espera de uma investida do animal. Enfim, o ambiente esteve calmo e até dava tempo para as crianças brincarem na manga sob o olhar dos pais.
De mãos na cintura e peito para fora, dezenas de homens arriscavam uma pega com alma de ribatejano. No entanto, por motivos alheios aos forcados de ocasião, os toiros saíram vivos, ou seja, não foram pegados.
Habituado às lides da festa brava, Vítor de Oliveira, de Alhandra, actualmente reformado, critica a falta de garra da nova geração. O ex-forcado recorda o tempo em que um grupo de homens cansava o toiro num sítio e dava espectáculo. No entanto, não falha a uma largada, já que é uma tradição que na sua opinião deve continuar.
in 'O Mirante'
Esperas de toiros em Vila Franca de Xira provocam seis feridos (2009)
As esperas de toiros em Vila Franca de Xira, inseridas na tradicional Feira de Outubro, provocaram seis feridos leves. Três pessoas da cidade foram colhidas pelos toiros e necessitaram de receber assistência médica ligeira a caminho do Hospital de Reynaldo dos Santos.
Os restantes três feridos foram resultado de quedas e atropelões da multidão. O registo de 2009 faz apagar da memória as esperas de 2007, ano em que as autoridades registaram 11 feridos, dois dos quais graves. “Este ano temos um registo muito positivo, apenas tivemos feridos muito ligeiros. É um sinal de que as pessoas estão mais preocupadas e conscientes do perigo”, afirmou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira, António Pedro
in 'O Mirante'
Colete Encarnado - Largadas de touros causam 22 feridos - 2010
in DN
Quatro feridos ligeiros nas largadas do Colete Encarnado (2011)
As largadas de toiros do Colete Encarnado 2011 originaram quatro feridos ligeiros. Segundo António Pedro Lopes, comandante dos Bombeiros de Vila Franca de Xira, a corporação assistiu e transportou ao Hospital Reynaldo dos Santos dois feridos ligeiros colhidos na largada de sábado e outros dois no decorrer da largada da manhã de domingo. Tudo situações sem gravidade de maior. Os bombeiros vila-franquenses assistiram igualmente 4 pessoas que se sentiram mal quando se encontravam nas bancadas a assistir aos espectáculos do Colete Encarnado. Houve ainda um ou dois casos de transporte para assistência de indivíduos mais embriagados mas, segundo Pedro Lopes, esta terá sido uma das edições mais calmas dos últimos anos no que diz respeito ao trabalho dos bombeiros.
in 'Voz Ribatejana'
Largadas em Vila Franca de Xira fazem três feridos( feira anual 2011)
Três pessoas ficaram feridas ontem à tarde na largada de touros de Vila Franca de Xira. O mais grave foi um adolescente que caiu de cima de uma grade e teve de ser imobilizado no local pelos bombeiros. Posteriormente foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira. Os outros dois feridos são ligeiros e foram colhidos pelos touros. Receberam assistência no local e foram transportados para o hospital, apenas com algumas escoriações
Touros em pontas são soltos em vários pontos da cidade e fazem as delícias dos aficionados
in 'CM'
largada de toiros da Feira Anual 2011
Depois de o dia de ontem ter havido alguns acidentes com os toiros do Engº Jorge de Carvalho, que resultaram em três feridos, um dos quais mais grave e também um acidente com um "curioso" dos que vestidos de lavradores acompanham os campinos, do qual resultou uma cornada numa égua, que teve de ser abatida nas boxes da Palha Blanco, devido aos ferimentos que apresentava, "curiosos".
A largada de hoje, foi algo sonsa mesmo sem sal, de toiros que não apresentavam trapio e eram mansos que logo muito cedo se encostaram, não reagindo ás chamadas de muitos curiosos. Alguns estavam demasiados magros e sem forças nas mãos, notorio logo á saída da praça de toiros.
in apaixaopelafestabrava
Colete Encarnado - 2013
10 feridos nas largadas
.. até o Fernando Rocha!
in Voz Ribatejana
Seis pessoas feridas durante largada de touros
in Publico
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Para tudo há Limites Especialmente para a Obscenidade
Vivemos à beira da bancarrota se é que já não estamos lá, mas no entanto para certas autarquias das duas uma ou têm um saco azul sem fundo ou um pote cheio de ouro no fim do arco-íris.
Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.
Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.
Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.
Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.
O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.
Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Discute-se no Sabugal, a criação de uma rede de municípios com tradições tauromáquicas. Ora isto não é de borla, alguém vai pagar esta rede, sim porque por exemplo, o município de Vila Franca de Xira faz parte da rede internacional de municípios com tradições tauromáquicas e para isso paga quotas mensais, já para não falarmos das recepções, almoçaradas, jantaradas e etc. Ora de onde é que vem o dinheiro? Dos municípes, pois claro.
Estamos fartos de obscenidades, estamos fartos de ver os dinheiros públicos serem desbaratados em supostas tradições que só envergonham este país. Isto mais não é que pão e touros. Querem enfardar as pessoas com touros, porque pão elas não têm.
Se alguém se der ao trabalho de ler as actas das reuniões municipais destas cidades, aperceber-se-á das carências económicas das mesmas, mas para estas aberrações dinheiro não falta.
Regiões e cidades, declaram a tauromaquia como património cultural e imaterial do excremento e o povo das mesmas paga. Sim, porque na realidade essas declarações, não o são sem mais, têm contrapartidas. E essas passam por esbanjar o dinheiro dos municípes.
O governo obriga os portugueses a apertar o cinto, esmifra-os do pouco que recebem através de impostos e esta ralé gasta o dinheiro dos orçamentos municipais nestes debates da treta e nestas declarações mafiosas.
Isto não é Portugal, é Poortugal, onde o Zé Povinho sofre e desespera por uma vida melhor e onde o poder instalado, desde o central até ao local goza e se enpaturra a gastar o dinheiro que não lhes pertence.
Chega de imoralidade, chega de gozar com quem trabalha para poder pagar as contas no fim do mês.
Senhor Primeiro Ministro, Senhor Secretário de Estado da Cultura para quando acabar com estas indecências e demitir toda esta gente que não tem competência para desempenhar o cargo que ocupa?
Prótouro
Pelos touros em liberdade
sábado, 6 de abril de 2013
Nós sabemos... mas são os aficionados que denunciam!
SABEMOS QUE SEMPRE FOI ASSIM MAS NUNCA FOI DENUNCIADO E AGORA SÃO OS AFICIONADOS QUE O FAZEM.. OBRIGADA!
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)
Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica
Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém. Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:
“Os toiros espanhóis vêm para Portugal a preços baixíssimos. Estão legais, mas foram comprados para abate. A guia traz uma validade de oito dias e durante este período são utilizados nas corridas. Lá vendem um toiro por 300 euros para abate e depois ainda cobram mais uns 750 euros para serem lidados aqui. No mínimo, um bom toiro não custa menos de 5000 euros. Ninguém se mexe para acabar com esta situação. E se começarmos a pressionar depois os espanhóis não compram toiros portugueses.
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.”
in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças
Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.
E uma vez mais citamos os aficionados:
“Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…”
in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca
Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.
A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
(Touros das corridas do colete encarnado e da feira de outubro eram na manhã seguinte largados nas ruas)
Os Cambalachos da Indústria Tauromáquica
Que a tauromaquia é um negócio não é novidade para ninguém. Que se alimenta do dinheiro dos contribuintes através de subsídios também não.
O que talvez pouca gente saiba é que este negócio é mais sujo que um esgoto.
José Dias, ganadeiro (ganadaria Santo Estevão, concelho de Benavente), numa entrevista dada ao jornal “O Mirante” em 2011:
Estamos sempre a ouvir que os toiros não são um negócio rentável. Mas continuam a existir muitas ganadarias. Os ganadeiros são na sua grande maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades.”
in Ganadeiro José Luís Dias diz que a culpa é dos governantes e da associação de criadores
Toiros espanhóis são comprados para abate mas acabam lidados nas praças
Mas a vigarice não fica por aqui, um blogue obscuro publicou um artigo exigindo um colóquio sobre as largadas de touros em Vila Franca de Xira. De acordo com o mesmo, querem acabar com as fraudes dos touros utilizados em largadas não só em Vila Franca mas também noutras localidades.
E uma vez mais citamos os aficionados:
“Toiros que dizem “puros” em largadas de toiros e não o são, toiros que foram toureados á pouco mais de um mês e vêm para Vila Franca, quando ainda não estão em condições de cura. Com o murrilho cheio de altos infectados com pús!
Toiros que já estiveram noutras festas…”
in Colóquio sobre as largadas de toiros em Vila Franca
Ou seja neste caso, os ganadeiros ganham a dobrar, vendem os touros para touradas e depois para largadas de touros.
A tauromaquia é um negócio mafioso, miserável, corrupto e inundado pela pior espécie de animais humanos que existem neste planeta.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Ganadero "parte a loiça". José Dias critica Governo e associação sobre a questão dos "toiros espanhóis"
domingo, 4 de novembro de 2012
Mesa redonda com bestas quadradas a resolver casos bicudos?!
QUEM PAGA?
"A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila franca de Xira."
Clube Taurino Vilafranquense promove colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial"
O clube Taurino Vilafranquense leva a efeito no dia 8 de Novembro um colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial".
A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila Franca.
No dia 8 de Novembro pelas 21h e 30m o Clube Taurino VilaFranquense promove um Colóquio intitulado “Tauromaquia Património Mundial”.
A iniciativa terá como principais oradores Maria da Luz Rosinha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Dionísio Mendes, Presidente da Câmara municipal de Coruche e da SMAT, Mathieu Sodore, Pintor e professor de artes plásticas no liceu francês, Elísio Summaveille, Director Geral do Património Cultural. O colóquio será moderado pelo crítico taurino Victor Escudero.
"A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila franca de Xira."

O clube Taurino Vilafranquense leva a efeito no dia 8 de Novembro um colóquio intitulado a "Tauromaquia Património Mundial".
A iniciativa conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila Franca.
No dia 8 de Novembro pelas 21h e 30m o Clube Taurino VilaFranquense promove um Colóquio intitulado “Tauromaquia Património Mundial”.
A iniciativa terá como principais oradores Maria da Luz Rosinha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Dionísio Mendes, Presidente da Câmara municipal de Coruche e da SMAT, Mathieu Sodore, Pintor e professor de artes plásticas no liceu francês, Elísio Summaveille, Director Geral do Património Cultural. O colóquio será moderado pelo crítico taurino Victor Escudero.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Algo se passa no reino da tortura...
SE DÁ TANTO LUCRO E É TÃO BOM, GOSTAM TANTO E SÃO TÃO AFICIONADOS, PORQUE SERÁ QUE A TAUROLEVE ESTÁ A FUGIR? MUDAM AS MÃOS MAS A CHACINA CONTINUA OU SERÁ QUE OS MANOS LEVEZINHO LAVARAM AS MÃOS, COMO PILATOS? PARECE QUE O CLUBE TAURINO NÃO ANDA MUITO SATISFEITO COM A TAUROLEVE, MAS SE A TAUROLEVE "se empenhou de forma notável na recuperação da praça de Vila Franca", ALGO ESTÁ MAL CONTADO... DESCONFIAMOS...
Incógnita: "Palha Blanco" muda de mãos?...
A futura gerência da praça vilafranquense "Palha Blanco" é uma das grandes incógnitas da próxima temporada, depois de Ricardo Levesinho (na foto de baixo com seu irmão Rui) já ter manifestado a intenção de se retirar. O proprietário da empresa "Tauroleve", que nos últimos anos se empenhou de forma notável na recuperação da praça de Vila Franca, geriu-a este ano pela última vez e usufruindo do direito de opção que, por contrato, lhe conferia mais uma temporada. Finda esta época, com a recente Feira de Outubro, a "Tauroleve" termina o contrato de adjudicação com a Santa Casa da Misericórdia, proprietária da praça, que a deverá agora levar a concurso.
Certamente que candidatos não hão-de faltar, mas Levesinho continua a ser o homem certo no local certo. Esperemos seriamente que reconsidere e regresse. Faz falta à "Palha Blanco" e faz falta à aficion de Vila Franca!
in farpasblog
sábado, 13 de outubro de 2012
Em Época de Defeso – Debates da Treta
Assim que acaba a época tauromáquica e à falta de se poderem entreter
a ver torturar seres sencientes, começam a entreter-se com debates da
treta.
Curiosamente os intervenientes são sempre os mesmos, os repetentes do costume. Para tal só existem duas explicações:
a) Não estudaram a lição convenientemente e portanto chumbaram;
b) São sempre os mesmos porque são uma reduzida minoria.
Há uns dias teve lugar um debate em Vila Franca de Xira onde estavam presentes “centenas” de aficionados, intitulado “Tauromaquia(s) e Património(s): Cultura de Arte e Afectos”
O título é pomposo e pretencioso, mas o que chama a atenção é a cultura dos afectos!
Afecto, define-se como amor, carinho, etc. É comummente sabido que nas touradas existe imenso amor e carinho. Aliás é com amor e carinho que os intervenientes espetam bandarilhas e na variante espanhola, puyas e estoque.
Só nós, anti-touradas, é que temos uma imensa falta de sensibilidade e não conseguimos perceber que estas práticas são afectos, amor e carinho!!!
Foram oradores neste debate abominável, entre os mais conhecidos, Maria da Luz Rosinha, Elísio Summavielle e Victor Escudero. Imperdoável terem-se esquecido da Gabriela Canavilhas a menos que a senhora tenha decidido retirar-se por uns tempos das luzes da ribalta tauromáquica.
E o que é que debateram? O mesmo de sempre, que a tauromaquia é património cultural e a candidatura a património imaterial porque esta é a última obcessão desta gentinha. Acordam, levantam-se e deitam-se a pensar nisto. E são unânimes em afirmar que é uma “cultura de afectos e paixões”, que “ou se gosta ou não se gosta”.
O facto de considerarem ser uma cultura de afectos e paixões é algo que eles acreditam e ninguém os vai convencer do contrário, no entanto, quando referem que é algo que ou se gosta ou não se gosta aí alto e pára o baile.
Quando falamos em tortura de seres sencientes por pura diversão não se trata de gostos. É isto que esta gente não consegue compreender que não têm o direito em nome de um gosto pessoal de participar e assistir à tortura de um animal.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
Curiosamente os intervenientes são sempre os mesmos, os repetentes do costume. Para tal só existem duas explicações:
a) Não estudaram a lição convenientemente e portanto chumbaram;
b) São sempre os mesmos porque são uma reduzida minoria.
Há uns dias teve lugar um debate em Vila Franca de Xira onde estavam presentes “centenas” de aficionados, intitulado “Tauromaquia(s) e Património(s): Cultura de Arte e Afectos”
O título é pomposo e pretencioso, mas o que chama a atenção é a cultura dos afectos!
Afecto, define-se como amor, carinho, etc. É comummente sabido que nas touradas existe imenso amor e carinho. Aliás é com amor e carinho que os intervenientes espetam bandarilhas e na variante espanhola, puyas e estoque.
Só nós, anti-touradas, é que temos uma imensa falta de sensibilidade e não conseguimos perceber que estas práticas são afectos, amor e carinho!!!
Foram oradores neste debate abominável, entre os mais conhecidos, Maria da Luz Rosinha, Elísio Summavielle e Victor Escudero. Imperdoável terem-se esquecido da Gabriela Canavilhas a menos que a senhora tenha decidido retirar-se por uns tempos das luzes da ribalta tauromáquica.
E o que é que debateram? O mesmo de sempre, que a tauromaquia é património cultural e a candidatura a património imaterial porque esta é a última obcessão desta gentinha. Acordam, levantam-se e deitam-se a pensar nisto. E são unânimes em afirmar que é uma “cultura de afectos e paixões”, que “ou se gosta ou não se gosta”.
O facto de considerarem ser uma cultura de afectos e paixões é algo que eles acreditam e ninguém os vai convencer do contrário, no entanto, quando referem que é algo que ou se gosta ou não se gosta aí alto e pára o baile.
Quando falamos em tortura de seres sencientes por pura diversão não se trata de gostos. É isto que esta gente não consegue compreender que não têm o direito em nome de um gosto pessoal de participar e assistir à tortura de um animal.
Prótouro
Pelos touros em liberdade
domingo, 30 de setembro de 2012
FAZEM SALDOS!
Integrada na Federação Internacional de Escolas Taurinas, a "Tauroleve" em colaboração com a Escola de Toureio "José Falcão" levará a efeito a partir de hoje na "Palha Blanco", a IV Feira de Novilhadas da Federação Internacional de Escolas Taurinas.
O ciclo de novilhadas contempla dois espetáculos, dias 29 e 30 de Setembro pelas 17 horas,
(...)
Com preços simbólicos de 3 euros por espetáculo, ninguém pode ficar indiferente ao apoio destes jovens valores da tauromaquia.
in farpasblog
PELO MENOS VAMOS TER MENOS UMA CORRIDA(mas fazem 2 novilhadas, pior)
(...)
Com preços simbólicos de 3 euros por espetáculo, ninguém pode ficar indiferente ao apoio destes jovens valores da tauromaquia.
in farpasblog
PELO MENOS VAMOS TER MENOS UMA CORRIDA(mas fazem 2 novilhadas, pior)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
“Os grupos anti-taurinos fazem publicidade gratuita às touradas”
Não o chateia ter grupos à porta da praça a manifestarem-se?
É bom haver os que não gostam, porque fazem com que os que gostam ainda gostem mais. A polémica tem que existir na vida senão estamos todos a dormir. Agradeço aos anti-taurinos que façam manifestações porque nos estão a fazer publicidade gratuita. Mas eles esquecem-se que também comem carne. Vendo a carne dos toiros depois de lidados a uns supermercados por um preço mais económico do que vendia a outros. Para que vejam que o toiro não serve só para ser espicaçado na arena, mas também para dar de comer às pessoas e a preços mais baratos numa altura de crise.
O Mirante
É bom haver os que não gostam, porque fazem com que os que gostam ainda gostem mais. A polémica tem que existir na vida senão estamos todos a dormir. Agradeço aos anti-taurinos que façam manifestações porque nos estão a fazer publicidade gratuita. Mas eles esquecem-se que também comem carne. Vendo a carne dos toiros depois de lidados a uns supermercados por um preço mais económico do que vendia a outros. Para que vejam que o toiro não serve só para ser espicaçado na arena, mas também para dar de comer às pessoas e a preços mais baratos numa altura de crise.
O Mirante
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Guerra em V. Franca: presidente do Clube Taurino contra autarca Rosinha
O presidente do Clube Taurino Vilafranquense, Paulo Silva, está em guerra com a presidente da Câmara da "Sevilha portuguesa", Maria da Luz Rosinha. Diz que o está "em nome pessoal" e não como presidente da instituição... que é quase o mesmo. Eis o seu polémico comunicado:
Exmos Senhores.
Venho por este meio fazer o pedido de divulgação.
Gostava de frizar e que se publicassem a noticia, que falo em meu nome pessoal e não em nome da Direcção do Clube Taurino Vilafranquense.
A Exma Senhora Presidente da Camara Municipal de Vila Franca de Xira, durante uma reunião realizada hoje no salão nobre tentou denegrir todo o trabalho que o Clube Taurino Vilafranquense tem realizado para que em Vila Franca de Xira a festa taurina seja considerada Património Cultural Imaterial, devido a um problema pessoal que tem comigo relacionado com uma festa de homenagem realizada a um toureiro.
Não admito que devido a um problema pessoal que tem para comigo, ande a tentar denegrir a imagem do Clube Taurino Vilafranquense, hoje por hoje a entidade taurina que mais tem feito para elevar o nome de Vila Franca de Xira que ela não duvide.
Só lhe quero lembrar uma coisa para que não se esqueça, quem manda no Clube Taurino é os sócios e não é ela , que por mais que me tente tirar do Clube Taurino Vilafranquense são os sócios e não ela junto com outros que nem os quero classificar que me vão tirar.
Já agora que saiba que eu posso não ter condições para fazer as iniciativas que gostaria de fazer mas tudo o que fazemos é com nosso dinheiro e amigos e não é preciso andar submisso para que ela apoie as iniciativas.
E desafio a dizer se alguma contribui com alguma importância monetária para a realização de algum evento.
E por aqui fico porque existe muito histórias que se passaram nestes 4 anos para contar, mas esteja descansada que eu não me dou com as pessoas conforme as minhas necessidade.
Atenciosamente
Paulo Silva
Exmos Senhores.
Venho por este meio fazer o pedido de divulgação.
Gostava de frizar e que se publicassem a noticia, que falo em meu nome pessoal e não em nome da Direcção do Clube Taurino Vilafranquense.
A Exma Senhora Presidente da Camara Municipal de Vila Franca de Xira, durante uma reunião realizada hoje no salão nobre tentou denegrir todo o trabalho que o Clube Taurino Vilafranquense tem realizado para que em Vila Franca de Xira a festa taurina seja considerada Património Cultural Imaterial, devido a um problema pessoal que tem comigo relacionado com uma festa de homenagem realizada a um toureiro.
Não admito que devido a um problema pessoal que tem para comigo, ande a tentar denegrir a imagem do Clube Taurino Vilafranquense, hoje por hoje a entidade taurina que mais tem feito para elevar o nome de Vila Franca de Xira que ela não duvide.
Só lhe quero lembrar uma coisa para que não se esqueça, quem manda no Clube Taurino é os sócios e não é ela , que por mais que me tente tirar do Clube Taurino Vilafranquense são os sócios e não ela junto com outros que nem os quero classificar que me vão tirar.
Já agora que saiba que eu posso não ter condições para fazer as iniciativas que gostaria de fazer mas tudo o que fazemos é com nosso dinheiro e amigos e não é preciso andar submisso para que ela apoie as iniciativas.
E desafio a dizer se alguma contribui com alguma importância monetária para a realização de algum evento.
E por aqui fico porque existe muito histórias que se passaram nestes 4 anos para contar, mas esteja descansada que eu não me dou com as pessoas conforme as minhas necessidade.
Atenciosamente
Paulo Silva
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Sangue e emoção(????) em Vila Franca V
largada de toiros da Feira Anual 2011
A entrada de toiros hoje em Vila Franca de Xira, foi completamente limpa, e bonita de se ver os toiros bem encabrestados nas ruas da cidade ribatejana.
Depois de o dia de ontem ter havido alguns acidentes com os toiros do Engº Jorge de Carvalho, que resultaram em três feridos, um dos quais mais grave e também um acidente com um "curioso" dos que vestidos de lavradores acompanham os campinos, do qual resultou uma cornada numa égua, que teve de ser abatida nas boxes da Palha Blanco, devido aos ferimentos que apresentava, "curiosos".
A largada de hoje, foi algo sonsa mesmo sem sal, de toiros que não apresentavam trapio e eram mansos que logo muito cedo se encostaram, não reagindo ás chamadas de muitos curiosos. Alguns estavam demasiados magros e sem forças nas mãos, notorio logo á saída da praça de toiros.
in apaixaopelafestabrava
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sangue e emoção(????) em Vila Franca IV
Largadas em Vila Franca de Xira fazem três feridos( feira anual 2011)
Três pessoas ficaram feridas ontem à tarde na largada de touros de Vila Franca de Xira. O mais grave foi um adolescente que caiu de cima de uma grade e teve de ser imobilizado no local pelos bombeiros. Posteriormente foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira. Os outros dois feridos são ligeiros e foram colhidos pelos touros. Receberam assistência no local e foram transportados para o hospital, apenas com algumas escoriações
Touros em pontas são soltos em vários pontos da cidade e fazem as delícias dos aficionados
in 'CM'
Subscrever:
Mensagens (Atom)











.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)






