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quarta-feira, 25 de julho de 2012
A tourada vista por dentro...
O jornalista declara desde já – correndo o risco de ganhar inimigos de ambos os lados – que não é a favor nem contra as touradas. Declara-se ainda um leigo em matéria tauromáquica e por isso pediu ao empresário Paulo Pessoa de Carvalho que o sentasse ao lado de um aficionado para que este lhe desse umas dicas durante a corrida.
A crónica que se segue tem, pois, a visão e as explicações de Francisco Borges, 51 anos, ex-forcado do Grupo de Montemor, onde fez 85 pegas de caras e três de cernelha. Este bancário de profissão assiste a cerca de 30 corridas por ano e é uma figura bastante conhecida no meio tauromáquico.
São 21h45, a Praça de Touros da cidade está à pinha e cumprido o ritual de cortesia, irrompe pela arena o primeiro toiro da noite. São 510 quilos de músculos e nervo que em breve levam uma primeira estocada do cavaleiro António Ribeiro Telles que lhe desfere, certeiro, um ferro comprido. O bicho reage e persegue o cavalo, o que, para Francisco Borges, revela que o toiro é bravo porque não se intimidou com a dor e insiste em atacar o cavalo.
Segue-se um primeiro ferro curto que arranca aplausos da multidão, seguindo-se mais três até ao final da lide.
Uma lide a cavalo dura dez minutos e o cavaleiro pode desferir as farpas que quiser, mas a partir do quarto ferro curto é de bom tom pedir autorização ao director da corrida para poder continuar.
O director de hoje é Nuno Nery. Ele é a autoridade máxima dentro da praça, com poder para interromper ou cancelar a corrida, para mandar sair quem se porta mal e até para dar ordem de detenção, que deverá ser cumprida por um polícia.
Eis uma coisa curiosa do mundo da tauromaquia. O director de uma tourada é o representante do Estado, através da Secretaria de Estado da Cultura.
António Ribeiro Telles fez uma boa lide. É certo que o toiro também ajudou – era bravo e previsível. Agora o cornetim anuncia a pega de caras pelo Grupo de Forcados de Montemor. Francisco Borges benze-se discretamente, quase por instinto. Afinal foram 14 anos naquelas andanças e ainda hoje reconhece que sente um pico de adrenalina quando vê uma pega. Mais ainda se esta for do seu grupo de Montemor, o segundo mais antigo do país, fundado em 1939 (o primeiro foi o de Santarém).
Os rapazes saltam para a arena, posicionam-se e o forcado Filipe Mendes desafia o toiro, que não tarda em investir. A pega corre bem, muito por mérito deste jovem que soube manter-se agarrado ao toiro porque este fugiu ao grupo e tiveram que correr para o ajudar.
Segue-se Vítor Ribeiro, o segundo cavaleiro da noite, que observa, atento, o comportamento do toiro diante dos peões da brega (também designados bandarilheiros ou subalternos). Em breve desfere o primeiro ferro, destapando no toiro uma bandeira do CDS que ergue ao público, motivando um coro de aplausos. Paulo Portas, que fizera uma entrada discreta nos primeiros minutos da corrida, é o último a deixar de bater palmas.
Francisco Borges explica que as farpas actuais têm um mola que é accionada quando se espeta o toiro e que faz com que esta fique pendurada sob o dorso do animal em vez de se manter espetada. O objectivo é proteger os forcados aquando da pega porque, por mais de uma vez, houve ferimentos graves quando o animal investe e as farpas acertam no rosto do “forcado da cara” (forcado que pega o toiro).
A lide do cavaleiro Vítor Ribeiro está a ser um sucesso, apesar de ter contado com um toiro ainda mais colaborante do que o anterior. Entusiasmado, o público até bate palmas acompanhando o pasodoble, o que motiva o desagrado de quem percebe do assunto. “Vê-se que não é uma corrida de aficionados porque as pessoas batem palmas ao ritmo da música e isso pode distrair o toiro”, diz Francisco Borges. E tem razão. Há aqui dois tipos de público: o da tauromaquia e o do CDS/PP.
A intersecção destes dois grupos é que é grande.
Agora é a vez dos forcados das Caldas. Guilherme Carvalho Pinto dirige-se a Paulo Portas e oferece-lhe a pega, “com uma grande honra porque o senhor é um grande homem que defende a festa brava”. E, claro, novos aplausos.
A primeira pega não correu bem porque o forcado não se agarrou o suficiente. A segunda tentativa também falhou, mas à terceira foi de vez e Guilherme Pinto agarrou-se com genica ao animal enquanto a ajuda (o restante grupo de forcados) o imobilizava.
Às 22h20 solta-se de um lado das bancadas uma enorme faixa da Juventude Popular e ouvem-se vivas à JP. Para quem se tinha esquecido, a corrida de hoje também é política.
O terceiro toiro pesa 500 quilos e entra bem na arena, de forma bravia. Reage bem ao castigo, o mesmo é dizer, ao primeiro ferro, mas vai dar algum trabalho a Pedro Salvador, o cavaleiro que procurará por todos os meios captar a atenção de um animal que está demasiado atento ao que se passa fora da arena e reage a todos os movimentos circundantes. “O toiro não vai ao cavalo”, ouve-se dizer entre os entendidos. Por esse motivo, a dupla cavalo mais cavaleiro tem de se esforçar para lhe conseguir espetar os dois ferros compridos e quatro curtos com que termina a lide.
E segue-se a pega. O forcado de Montemor, Tiago Telles de Carvalho, pegou à primeira e mereceu os aplausos do público.
PAULO PORTAS NA ARENA
A corrida não teve intervalo, mas sim um momento em que o líder do CDS também entrou na arena e foi cumprimentar os artistas (expressão que designa os actores deste espectáculo).
A segunda parte da corrida – com os cavaleiros Brito Pães, Duarte Pinto e Soller Garcia – revelar-se-ia desastrosa para o grupo de forcados das Caldas da Rainha, com dois feridos a serem evacuados da arena. Xavier Ovídeo, que dedicou a pega a Paulo Pessoa de Carvalho, acabaria por se desprender do animal e por ele ser pisado, tendo de ser retirado em maca pelos colegas e pelos bombeiros, enquanto o toiro era mantido a uma distância prudente pelo trabalho dos peões de brega. A pega dos forcados caldenses acabaria por se concretizar com Francisco Rebelo de Andrade.
Seguiu-se o quinto toiro da noite, com 485 quilos, que foi lidado por Duarte Pinto e cuja pega – por coincidência – foi dedicada pelos forcados de Montemor ao próprio Francisco Borges. Modestamente, só nesta altura este aficionado conta que tem dois filhos no grupo de Montemor e que estão ali ambos naquela noite.
A sensação do pai ex-forcado perante os filhos que lhe seguem as pisadas é contraditória: “por um lado não queremos porque sabemos os riscos que se correm, mas por outro é um orgulho porque é uma actividade de grande camaradagem, onde se forma um grupo de amigos capazes de dar a vida uns pelos outros”.
O último toiro da noite, com 536 quilos, revelou-se o menos colaborante de todos. Ficava parado no meio da praça e recusava-se a perseguir o cavaleiro que, apesar de tudo, teve uma boa lide. Entretanto os Forcados Amadores das Caldas da Rainha decidem que este toiro será pegado de cernelha, o que significa fazer entrar os cabrestos (bois mansos que servem de guia aos touros e os encaminham para a saída) na arena para o rodearem e o obrigarem a andar no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Nessa altura, dois únicos forcados devem pegá-lo em simultâneo, um pelos costados e o outro pelo rabo, até o imobilizarem.
José Sousa Dias e Salvador Costa Pereira por duas vezes o tentaram, mas não o conseguiram, até que o primeiro acabou por ser evacuado por, ao estar atento aos movimentos do toiro, não ter reparado num cabresto que chocou contra ele e o pisou.
Os forcados caldenses decidem então realizar uma pega de caras, terminando a noite com muito espectáculo, mas nem sempre fazendo as coisas bem feitas.
Em teoria, os cabrestos deveriam ser retirados da arena e o grupo posicionar-se para pegar o toiro. Mas, algo desesperados por a noite não estar a correr da melhor maneira, os caldenses decidem pegá-lo por entre a confusão dos cabrestos, falhando um primeira tentativa.
Nova tentativa, outra vez improvisada, e Mário Cardeira, que já fora ao chão e tem a cara coberta de sangue, salva a honra do grupo e consegue pegar o maior toiro da noite, sendo bastante ovacionado pela sua coragem.
A corrida chegou ao fim.
Carlos Cipriano
in Gazeta das Caldas
“O CDS defende as touradas”
“O CDS/PP não tem uma posição oficial sobre as touradas. Há muita gente que é contra e muita gente que é a favor. Mas sempre que quiserem atacar as touradas, o CDS defende-as”. A afirmação é de Paulo Portas, no final da corrida, após ter recusado inicialmente prestar declarações, dizendo que “não confundo política com entretenimento”.
C.C.
domingo, 11 de março de 2012
Entrevista a Vitor Mendes
Ser toureiro é uma graça de Deus(?)
É uma vida difícil...
(*)O Animalismo é uma ideologia fictícia que satiriza o Stalinismo ; É um sistema de cunho político e económico descrita no livro "Animal Farm" de George Orwell.
(**)A Associação de Ganadeiros de Touros de Lide afirma que os touros são animais domésticos! É uma associação animalista(?)
"Existe una polémica de como clasificar al toro bravo, si como animal doméstico o salvaje. Es doméstico ya que, como los otros bovinos, las reses de lidia dependen totalmente para su subsistencia del hombre, quien determina el medio ambiente donde vive y su dieta manejando su evolución por medios de manipulación genética, con el propósito de beneficiarse económicamente de su bravura.”
ASOCIACIÓN EUROPEA DE GANADEROS DE TOROS DE LIDIA
(***)Enganou-se!
Victor Manuel Valentim Mendes, matador de touros e ganadero (director de lide e maestro da Escola de Toureio José Falcão) nasceu em Marinhais no dia 14 de fevereiro de 1958.
O matador de toiros que quer ser advogado e aprender a dançar
Vítor Mendes: "Toureio é quase como respirar"
"... o toureio em si é um jogo de racionalidade. Isto não é para ‘kamikazes'! Se assim fosse, o toiro jogaria em 70 ou 80 por cento de vantagem na força, na estupidez."
É uma vida difícil...
(...)
"Antitaurinos existiram sempre, mas há 10, 15 anos existe o "animalismo"(*), que tem a ver com uma doença grave da nossa sociedade, em que as pessoas tentam transportar a sensibilidade e o sentimento do que é racional e humano para o animal. E isto porque a nossa sociedade está doente. Existem cada vez mais indivíduos sós, com mais problemas psicológicos, em que a sensibilidade, o sentimento, a relação humana é difícil de alcançar. É difícil sentir e relacionar-se. Por este facto, os animais domésticos são a salvaguarda e a bóia de salvação de muita gente, que tenta transmitir a ideia de que também o toiro é um animal doméstico, o que não é(**). Transportar este sentimento para um animal irracional é totalmente estúpido. Respondendo directamente à sua pergunta, o que se passa em Barcelona é uma atitude política, que vai acabar por não vingar(***). Toureei várias vezes em Barcelona e sei o que estou a dizer."
(*)O Animalismo é uma ideologia fictícia que satiriza o Stalinismo ; É um sistema de cunho político e económico descrita no livro "Animal Farm" de George Orwell.
(**)A Associação de Ganadeiros de Touros de Lide afirma que os touros são animais domésticos! É uma associação animalista(?)
"Existe una polémica de como clasificar al toro bravo, si como animal doméstico o salvaje. Es doméstico ya que, como los otros bovinos, las reses de lidia dependen totalmente para su subsistencia del hombre, quien determina el medio ambiente donde vive y su dieta manejando su evolución por medios de manipulación genética, con el propósito de beneficiarse económicamente de su bravura.”
ASOCIACIÓN EUROPEA DE GANADEROS DE TOROS DE LIDIA
(***)Enganou-se!
Victor Manuel Valentim Mendes, matador de touros e ganadero (director de lide e maestro da Escola de Toureio José Falcão) nasceu em Marinhais no dia 14 de fevereiro de 1958.
O matador de toiros que quer ser advogado e aprender a dançar
Vítor Mendes: "Toureio é quase como respirar"
"... o toureio em si é um jogo de racionalidade. Isto não é para ‘kamikazes'! Se assim fosse, o toiro jogaria em 70 ou 80 por cento de vantagem na força, na estupidez."
quinta-feira, 19 de março de 2009
Toureiro Mário Coelho na barra dos tribunais acusado de plágio
Em causa excertos do livro “Da Prata ao Ouro” que evoca percurso da figura da festa brava
O toureiro de Vila Franca de Xira, Mário Coelho, vai ser levado à barra dos tribunais por contrafacção. Textos da pintora Antonieta Janeiro foram alegadamente usados no livro “Do Ouro à Prata” que evoca o percurso da figura da tauromaquia.
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) decidiu levar a julgamento o toureiro de Vila Franca de Xira Mário Coelho pela eventual prática do crime de contrafacção. Em causa está o livro lançado pelo toureiro “Da Prata ao Ouro – História de um Toureiro”, em que alegadamente terá usado, sem autorização, textos escritos pela pintora Antonieta Janeiro, que os tinha registados na Sociedade Portuguesa de Autores e na Inspecção Geral das Actividades Culturais.
Dada a prova produzida em inquérito e instrução o colectivo de juízes daquele tribunal considerou haver indícios claros e suficientes de que o autor transpôs para a sua obra passagens inteiras de textos, alguns registados, outros não, da autoria da artista plástica. Mesmo que o arguido possa ter participado na construção de alguns desses textos, não foi ele o seu criador intelectual ou pelo menos exclusivo.
Apesar de ter conhecimento da existência desses textos e da sua autora, usou-os como se tivesse sido ele a escrevê-los, sem autorização prévia, não conferindo assim individualidade à obra e por isso, susceptível de integrar a previsão do crime de contrafacção, consideram os magistrados.
Inicialmente o Ministério Público deduziu acusação contra o arguido pelo crime de usurpação de direitos de autor (plágio), mas o caso foi arquivado na fase de instrução após contestação pelo arguido. A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) interpôs recurso da decisão instrutória para o Tribunal da Relação de Lisboa que considerou que o caso configura o crime de contrafacção e não usurpação de direitos de autor, como defendia a SPA. O arguido não deduziu oposição ao recurso e por isso vai a julgamento.
Mário Coelho, em declarações a O MIRANTE, confirma a existência do processo em tribunal, diz que o caso está entregue ao seu advogado e reivindica os direitos totais da obra. “A razão está do meu lado e aguardo tranquilamente pelo julgamento. O livro foi feito por mim e eu pedi a essa senhora que me corrigisse o português. É uma história de setenta anos e parte dela foi escrita muito antes de a ter conhecido” afirma o toureiro, salientando o facto de o livro ter tido um grande sucesso com a publicação de duas edições.
O toureiro espera ser absolvido em tribunal e mantém a confiança numa decisão favorável. Acrescenta que a sua vida sempre se pautou por uma linha recta e frontal e só lamenta estar a passar por esta situação. “Da Prata ao Ouro – História de um Toureiro” é uma auto-biografia que percorre os 50 anos de toureiro e retrata memórias da vida de Mário Coelho. O prefácio foi escrito por Agustina Bessa-Luís e foi publicada pela editora D. Quixote. A obra foi lançada no dia 27 de Junho de 2005, na Fundação Mário Soares em Lisboa, pelo Padre Vítor Melícias, numa sessão presidida pelo ex Presidente da República.
Actualmente com 73 anos, Mário Coelho foi considerado o melhor bandarilheiro do mundo e um dos mais notáveis matadores de toiros. Somou êxitos, troféus, orelhas e rabos pelas praças por onde passou ao longo de 50 anos de actividade taurina.
in O Mirante
Matador de toiros é acusado de plagiar excertos no livro “Da Prata ao Ouro”
Toureiro Mário Coelho começa a ser julgado a 8 de Abril
A obra foi lançada no dia 27 de Junho de 2005, na Fundação Mário Soares em Lisboa, pelo Padre Vítor Melícias, numa sessão presidida pelo ex-Presidente da República.
O toureiro de Vila Franca de Xira, Mário Coelho, vai ser levado à barra dos tribunais por contrafacção. Textos da pintora Antonieta Janeiro foram alegadamente usados no livro “Do Ouro à Prata” que evoca o percurso da figura da tauromaquia.
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) decidiu levar a julgamento o toureiro de Vila Franca de Xira Mário Coelho pela eventual prática do crime de contrafacção. Em causa está o livro lançado pelo toureiro “Da Prata ao Ouro – História de um Toureiro”, em que alegadamente terá usado, sem autorização, textos escritos pela pintora Antonieta Janeiro, que os tinha registados na Sociedade Portuguesa de Autores e na Inspecção Geral das Actividades Culturais.
Dada a prova produzida em inquérito e instrução o colectivo de juízes daquele tribunal considerou haver indícios claros e suficientes de que o autor transpôs para a sua obra passagens inteiras de textos, alguns registados, outros não, da autoria da artista plástica. Mesmo que o arguido possa ter participado na construção de alguns desses textos, não foi ele o seu criador intelectual ou pelo menos exclusivo.
Apesar de ter conhecimento da existência desses textos e da sua autora, usou-os como se tivesse sido ele a escrevê-los, sem autorização prévia, não conferindo assim individualidade à obra e por isso, susceptível de integrar a previsão do crime de contrafacção, consideram os magistrados.
Inicialmente o Ministério Público deduziu acusação contra o arguido pelo crime de usurpação de direitos de autor (plágio), mas o caso foi arquivado na fase de instrução após contestação pelo arguido. A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) interpôs recurso da decisão instrutória para o Tribunal da Relação de Lisboa que considerou que o caso configura o crime de contrafacção e não usurpação de direitos de autor, como defendia a SPA. O arguido não deduziu oposição ao recurso e por isso vai a julgamento.
Mário Coelho, em declarações a O MIRANTE, confirma a existência do processo em tribunal, diz que o caso está entregue ao seu advogado e reivindica os direitos totais da obra. “A razão está do meu lado e aguardo tranquilamente pelo julgamento. O livro foi feito por mim e eu pedi a essa senhora que me corrigisse o português. É uma história de setenta anos e parte dela foi escrita muito antes de a ter conhecido” afirma o toureiro, salientando o facto de o livro ter tido um grande sucesso com a publicação de duas edições.
O toureiro espera ser absolvido em tribunal e mantém a confiança numa decisão favorável. Acrescenta que a sua vida sempre se pautou por uma linha recta e frontal e só lamenta estar a passar por esta situação. “Da Prata ao Ouro – História de um Toureiro” é uma auto-biografia que percorre os 50 anos de toureiro e retrata memórias da vida de Mário Coelho. O prefácio foi escrito por Agustina Bessa-Luís e foi publicada pela editora D. Quixote. A obra foi lançada no dia 27 de Junho de 2005, na Fundação Mário Soares em Lisboa, pelo Padre Vítor Melícias, numa sessão presidida pelo ex Presidente da República.
Actualmente com 73 anos, Mário Coelho foi considerado o melhor bandarilheiro do mundo e um dos mais notáveis matadores de toiros. Somou êxitos, troféus, orelhas e rabos pelas praças por onde passou ao longo de 50 anos de actividade taurina.
in O Mirante
Matador de toiros é acusado de plagiar excertos no livro “Da Prata ao Ouro”
Toureiro Mário Coelho começa a ser julgado a 8 de Abril
A obra foi lançada no dia 27 de Junho de 2005, na Fundação Mário Soares em Lisboa, pelo Padre Vítor Melícias, numa sessão presidida pelo ex-Presidente da República.
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