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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Antitaurina colhida violentamente por um toiro...

Uma activista Anti-tauromaquia foi violentamente colhida por um toiro,  num festejo popular taurino onde andava a colher dados para uma reportagem ANTI. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

"Touradas"

Do livro "Touradas", com prefácio do Dr. António Maria Pereira, pai dos Direitos Animais em Portugal(*)
"O touro é um animal que nasceu para ser toureado… não temos culpa…
José Dias Paulo (embolador e fabricante de bandarilhas)

“Taking the Face: the portuguese bullfight” [Documentário] 2008


Trata-se de um retrato das actividades relacionadas com a luta dos pegadores de touros, filmadas um pouco por todo o País, durante cerca de dois anos.
No início de 2007, sou contactado pelo Sr. Juliusz Kossakowski, realizador deste filme, a fim de os Mordomos de Santo António deste ano, permitirem as filmagens das festas de Junho e Agosto, particularmente, as relacionadas com a Capeia e o Forcão.
Explanou a ideia, que era fazer um filme com as tradições dos pegadores de touros em Portugal, englobando também as nossas Capeias.
Todos os Mordomos, estivemos de acordo, oferecendo a melhor hospitalidade e colaboração em tudo aos nossos amigos visitantes, pela primeira vez nesta zona.
Ao longo de Junho e Agosto decorreram os trabalhos de recolha de imagem e testemunhos em Aldeia da Ponte, como fazendo parte deste filme, que vai ter a estreia mundial neste sábado, no antigo cinema Roma, com as restantes filmagens nas várias zonas do País, onde as tradições tauromáquicas estão mais implantadas, reportando-as neste filme, em que a nossa Aldeia tem a honra de estar representada.
O filme vai estrear agora, depois de um árduo trabalho dos realizadores e filmadores, levando um pouco da nossa Aldeia e do Concelho de Sabugal, por esse mundo fora.
Como todos sabem, as Capeias da Raia são fonte inesgotável de reportagens, permitindo colher imagens espectaculares todos os anos, chamando a atenção de muitos operadores, tanto nacionais como estrangeiros.
Esta é uma boa forma, entre muitas outras, de potenciarmos a nossa região, em termos de turismo, chamando cada vez mais visitantes à Raia e ao Concelho, por esta altura, pese embora, também haja quem não aprecie, por aí além, as Capeias. São opções, que têm de se respeitar, não pondo em causa, minimamente, o que já está entranhado no sangue, desde tempos bem longínquos e, que irá continuar, cada vez mais.
As gerações que aí despontam, mais o apreciam e se embrenham nesta tradição de muitos e muitos anos.
Transcrevemos, com a devida vénia, a descrição em Inglês, da ficha técnica do filme, do site www.takingtheface.com relativo a Aldeia da Ponte:
«Aldeia da Ponte: A tiny village in the northern edge of Portugal where the festa of the forcao takes place in homage to Saint Anthony, an event that might have been conceived by Monty Python’s Flying Circus in which a giant multi-tanged wooden fork is manned by the village’s ex-patriate sons in a pitched battle with the sacrificial bull

Touradas(*) Trata-se de um livro inédito no mercado editorial português: uma obra em que se assume abertamente uma postura anti-touradas. O livro, amplamente ilustrado com imagens fortes relativas ao espectáculo que se considera degradante, consta de um prefácio do Dr.António Maria Pereira, de poemas de M. Dulce Penaguião sobre as diversas facetas do espectáculo e, ainda, de uma breve resenha histórica da luta anti-touradas em Portugal, com especial incidência na própria Igreja Católica que chegou a emitir uma bula papal condenando e ameaçando de excomunhão quem participasse ou promovesse o espectáculo. Também é de realçar a postura de eminentes figuras do séc.XIX (Passos Manuel, que decretou a extinção num marco histórico do direito português, Castilho, Alexandre Herculano,entre outros, que em jornais e revistas assumiram abertamente o abolicionismo. O livro contém ainda excertos de uma recente acta da Câmara Municipal de Barcelona proibindo as touradas e a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Maestro Vitorino d'Almeida

"Se Tourada é Cultura, Canibalismo é Gastronomia"

Programa 'A Voz do Cidadão' emitido em 10 de Março de 2012 na RTP1.
Entrevista do Provedor do Telespectador da RTP ao Maestro Victorino D'Almeida a propósito da transmissão de touradas na televisão pública portuguesa.

"... é selvajaria torturar os nossos irmãos vivos..."




É PRECISO DIZER MAIS??

Maestro António Victorino d'Almeida, touradas e Julio Pomar

No primeiro episódio (6/3/2011) de Memórias de Mim Mesmo, ao minuto 20, o Maestro António Victorino d'Almeida encontra-se com Júlio Pomar, um grande amigo com quem tem uma “discussão” sobre o tema "Touradas". 
Júlio Pomar é aficionado, o Maestro é contra a tourada.

Pois bem, sob o olhar amigo e receptivo de Júlio Pomar, o Maestro faz a mais clarividente e deliciosa ridicularização da tourada:




domingo, 11 de março de 2012

Consequências de ver videos de touradas em crianças


Um grupo de investigação de uma universidade espanhola realizou um estudo sobre os efeitos que assistir a uma tourada produz em crianças espanholas.
O estudo efectuou-se com 240 crianças oriundas de Madrid, 120 rapazes e 120 raparigas com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos, de vários contextos socioeconómicos. Foi-lhes mostrado vídeos de touradas com 3 narrações distintas, uma justificando-a como uma “festa nacional”, outra relatando-a como violenta e uma terceira narração que pretendia ser imparcial e neutra.
No presente estudo, 60% das crianças referiu a morte do touro como a parte que menos gostavam das touradas. Ao nível emocional e cognitivo, 52% sentiu mágoa ao ver o evento; mais de metade achou que não se devia fazer mal ao animal e um quarto da amostra, referiu que era um exemplo claro de mal trato animal.
As crianças que viram o vídeo com a narração de que era uma festa nacional (descrevendo a tourada mas ignorando as suas consequências negativas), obtiveram pontuações mais altas na escala de agressão e de ansiedade, em comparação com as que viram o vídeo com uma narração neutra. Dentro do mesmo grupo, os rapazes de nove anos alcançaram níveis de agressividade superiores às raparigas.
O vídeo com uma narração violenta causou maior impacto emocional negativo nas crianças, em comparação com as que viram o vídeo com uma narração neutra e imparcial. A principal conclusão é que a mensagem que acompanha o vídeo, produz grandes consequências na agressividade e ansiedade. As narrações “festivas” produzem maiores níveis de agressão e ansiedade, enquanto que, as narrações focadas nos aspectos negativos, produzem um maior impacto emocional nas crianças.
Assistir e ver episódios ou cenas violentas tem um maior impacto em crianças e no seu comportamento, do que em adultos, esta susceptibilidade dos mais jovens prolonga-se até aos 19 anos de idade (Viemero, 1986; Viemero e col., 1998). As raparigas parecem saber distinguir melhor entre realidade e ficção, enquanto que os rapazes tendem a analisar se o que vêem é possível e se corresponde ao que é esperado deles, identificando-se mais facilmente com personagens agressivas (Huesmann, 1986; Huesmann e col., 1998).
Ao passo que as justificações dadas ás cenas agressivas vão aumentando, também a tolerância das crianças a estes comportamentos violentos vai crescendo, aumentando por sua vez o seu nível de aceitação geral em relação a comportamentos agressivos (Drabman e Thomas, 1975; Drabman e col., 1977; Peña e col.,1999; Ramirez, 1991, 1993; Ramirez e col., 2001).

Podem ler o artigo completo em: “Agressive Behavior. volume 30, pag 16-28, (2004)”.
Fonte


Altera a Lei N.º 27/2007, de 30 de Julho, designando espectáculos tauromáquicos como susceptíveis de influírem negativamente na formação da personalidade de crianças e adolescentes
Março de 2011

Multiplicam-se os estudos académicos que têm, de forma sustentada, demostrado os efeitos negativos das crianças e adolescentes assistirem a touradas na formação da sua personalidade.
Num desses estudos, do Departmento de Psicologia Clínica de Madrid, foram estudados os comportamento de 240 crianças espanholas, com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos, de vários contextos socioeconómicos. A um dos grupos de crianças foram mostrados vídeos de violência contra os animais durante as touradas, tendo de seguida sido observados os níveis mais altos na escala de agressão e de ansiedade, em comparação com outros grupos controlo. Dentro do mesmo grupo, os rapazes alcançaram níveis de agressividade superiores às raparigas.
A realidade é que a transmissão televisiva de touradas parece causar, de forma sustentada no conhecimento que está disponível até hoje, um impacto emocional negativo nas crianças, porque produz graves consequências na agressividade e ansiedade das crianças. Esta situação leva a que aumentem as justificações dadas às cenas agressivas, aumentando a tolerância das crianças a estes comportamentos violentos, aumentando por sua vez o seu nível de aceitação geral em relação a comportamentos agressivos.
Esta situação já levou a que vários países tenham limitado ou proibido a emissão televisiva de touradas.
Fonte





Televisão pública espanhola deixa de transmitir touradas
As touradas, uma das mais emblemáticas tradições espanholas, vão deixar de se ter transmitidas pela televisão pública nacional. A Radiotelevision Espanola (RTVE) justifica a medida com o risco de exposição das crianças à violência contra animais.

Decorrente da recente actualização do seu livro de estilo, a RTVE anunciou no sábado que deixará de transmitir corridas de touros, especialmente porque elas coincidem com as horas em que as crianças ainda estão a ver televisão, normalmente durante a tarde.

Esta medida terá, porém, pouco impacto na programação actual, uma vez que a estação já tinha deixado de transmitir regularmente corridas de touros em 2007, por razões comerciais (muitas vezes não conseguia comprar os direitos de transmissão) e optando por transmitir eventos mais populares, nomeadamente jogos de futebol.

O novo livro de estilo da estação estatal passa a consagrar as touradas como um acto de violência contra os animais e escuda-se nesta revisão das normas para justificar a sua decisão.

A Espanha tem vindo a intensificar o debate acerca do fim das corridas de touros, especialmente depois dos decisores da Catalunha terem votado, em Julho último, a favor do fim das touradas naquela região a partir de 2012. Uma medida semelhante tinha já sido posta em vigor nas Ilhas Canárias, que baniram a prática em 1991.

A decisão da Catalunha encorajou grupos de defesa dos animais, que reforçaram os seus protestos em Espanha e no norte de França, onde cerca de 100 touradas decorrem todos os anos.

Pelo contrário, os defensores das touradas vieram criticar a decisão da RTVE, apelidando-a de hipocrisia motivada por razões políticas. “Parece hipócrita que o mesmo critério não seja aplicado a outro tipo de conteúdos. Há muito mais cenas violentas, não apenas contra animais mas contra pessoas, mostradas em filmes e série de televisão e que são transmitidas em canais público”.

Este argumento é, porém, falacioso, uma vez que os filmes e as séries são ficção e as touradas são reais.

RTVE indica, porém, que a decisão não vai ficar “indiferente à relevância do universo das corridas de touros” em Espanha, sublinhando que irá continuar a oferecer “programação que destaque as dimensões artísticas, literárias, ambientais e sociais das touradas”.

As corridas de touros continuam a ser a pièce de résistance das festas que decorrem em muitas localidades espanholas, sobretudo no sul do país, onde esta prática está muito enraizada. Mesmo em Madrid, a praça de touro de Las Ventas, conta com cerca de 19 mil espectadores com bilhete de época.

Em sentido contrário, alguns canais de televisão passaram a desviar mais recursos para a transmissão de corridas de touros, nomeadamente o Canal Plus, um operador privado que introduziu em Maio uma opção que permite aos telespectadores verem uma tourada em 3D, indica o “NY Times”.

A Espanha tem vindo a intensificar o debate acerca do fim das corridas de touros, especialmente depois dos decisores da Catalunha terem votado, em Julho último, a favor do fim das touradas naquela região a partir de 2012

Público


Does bullfighting represent a psychological danger for young spectators ?
Why is it important to raise the question of youth attendance at bullfights ?
The particular nature of bullfighting violence
Traumatic effect of bullfighting spectacles
Habituation or incitement to violence
Does culture protect from the effects of violent spectacles ?
Are the parents who take their children to see bullfights bad parents ?
Learning to bullfight
Conclusion

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Embolação

Embolação
Ato de embolar, que consiste em guarnecer os cornos dos bovinos com diversos materiais com o fim de diminuir ou anular o poder de perfuração das hastes.

- Embolação para a tourada à portuguesa -

Principal objectivo: Anular o poder de perfuração dos cornos para que estes não firam os toureiros e os forcados e não perfurem os cavalos.

Procedimento: 

1.º Imobilização dos bovinos;
2.º Corte e aparagem das pontas dos cornos;
3.º Colocação das embolas.

1. Imobilização dos bovinos – Alguns métodos

1.1. Começa por ser passada pela raiz dos cornos do bovino uma corda grossa com laço corredio de forma a que quanto mais se puxa a corda mais se aperta essa zona da cabeça, com grande pressão sobre a testa. Iça-se o animal, puxando a corda, de maneira a que fique suspenso, com a possibilidade de tocar no solo apenas com as patas traseiras. Usualmente coloca-se um cilindro na horizontal a cerca de um metro do chão onde o peito fica apoiado para maior estabilização.

1.2. Processo semelhante ao anterior, mas em que em vez de se suspender o bovino, faz-se passar a sua cabeça por baixo do cilindro, ficando a parte superior do pescoço a fazer pressão contra aquele e manuseando-se a corda de forma a que auxilie na imobilização da cabeça. 



1.3. Coloca-se o touro dentro de uma espécie de contentor pouco maior do que ele que tem umas portas que permitem que apenas a sua cabeça fique imobilizada na parte exterior, e mete-se uma venda a tapar-lhe a totalidade da cabeça para que não consiga ver nada e fique também com os movimentos ainda mais dificultados.


http://www.tauromania.pt/noticias_detail_gallery.php?typ=reportagens&aID=952
1.4. Outras muito piores, mas menos frequentes.

2. Corte e aparagem das pontas dos cornos

As pontas dos cornos são cortadas e limadas. O corte é feito com uma serra. Seguidamente, os cornos são aparados com uma lima. 


http://www.tauromania.pt/noticias_detail_gallery.php?typ=reportagens&aID=952
3. Colocação das embolas

Cada embola é composta por um copo de metal, que cobre 10 cm de comprimento de corno, envolvido por uma manga de couro que cobre todo o corno. O copo é enfiado na extremidade já “arranjada” do corno, sendo muitas das vezes necessário bater naquele com golpes de maço para que fique devidamente colocado. Na outra extremidade de cada embola, existem duas argolas metálicas de 2 cm de diâmetro cada, numa das quais se segura um cordel que, após muito bem apertado, a une ao seu par, e na outra passa um outro cordel que a fixa melhor ao corno.



Algumas notas dignas de referencia: 

- Em Portugal, não é só para as corridas de touros à portuguesa que se procede à embolação. Muitos dos animais utilizados, por exemplo, em garraiadas, incluindo nas académicas, são, também eles, sujeitos a todo este difícil processo;

- Durante a lide, a transformação de que as hastes foram previamente alvo confunde os animais sempre que estes tentam utilizá-las como defesa;

- Cortar a ponta de um corno a um bovino é o equivalente a cortar a parte superior de um dente a uma pessoa (tudo sem anestesia). Os cornos têm terminações nervosas e é provável que o seu corte e limagem provoque dor e um enorme desconforto. Com mais ou menos dor, é inegável o stress que todo este procedimento provoca.

- Já têm morrido bovinos de ataque cardíaco durante a embolação. Não temos como provar esta afirmação, mas sugerimos a visualização do vídeo abaixo e cada pessoa que acredite no que quiser.

Fonte:  


Preparação dos cornos de um touro para uma corrida à portuguesa
Excerto do documentário sobre touradas portuguesas "Taking the Face" do realizador polaco Juliusz Kossakowski


Pega de Cara / Taking The Face

“Taking the Face: the portuguese bullfight”
[Documentário] 2008

Filmado inteiramente em Portugal, é um mergulho no universo arcaico da tourada à Portuguesa. Desde o nascimento do touro à lide na arena, passando pela sangrenta formação dos matadores que nunca irão poder matar no seu próprio país; sem esquecer o colorido dos forcados que pegam touros de mãos nuas e peito aberto; os cavaleiros e os seus cavalos dançantes; o bizarro ritual do forcão, até desembocar no espectáculo brutal da tourada de Barrancos.

In the seventeenth century after the death of a young nobleman in a bullfight, the king of Portugal issued a decree requiring that the horns of a bull be sheered and covered before any bullfighting spectacle. Centuries later the killing of the bull in the ring was outlawed completely, thereby putting the finishing touches on the unique spectacle that is the Portuguese corrida.
Taking The Face is a full length documentary that explores the phenomenon of the Portuguese bullfight in all its forms, from the training of Matadors who may never kill in their own country, to the colorful Forcados who charge bulls head-on without weapons, to the costumed Cavaliers and their dancing horses, to the bizarre ritual of the Giant Fork, to the spectacle of Barrancos – the one brutal exception to the law prohibiting the killing of the bull in the arena. A world filled with contradiction, passion, faith and cruelty. Taking The Face follows the Touro Bravo from birth to death while exploring the rising polemic that may signal the tradition’s demise. 
Chamaco: Taking The Face follows a young Matador in training – the eighteen year old “Chamco of Alenquer” - whose boyish demeanor and enthusiasm belie the grisly nature of his occupation, as he searches for bloody glory in the arena. 
The Forcados: The jolly fraternity of costumed men whose objective is ‘to take the face’ of the bull, charging it head on in a bone-crunching duel that sends bodies flying in all directions. 
The Tauro Bravo: Exploring the mythos around the famed bull, the object of so much attention and controversy, it’s origins and history; we follow the Tauro Bravo from its birth, through its idyllic existence in the wild, to the final twenty minutes of its life in the ring. 
The Old Bullfighter: Jose Julio, a living legend and one of Portugal’s most famous Matadors, guides us through the process of training the matador and killing the bull, explaining the details of the peculiar passion that is the ‘corrida de morte’. 
The Cavaleiro: The vainglorious, laughing Cavalier who rides the famed Lusitano horse in seventeenth century costume, pursuing the bull with brightly ribboned harpoons as he is cheered on by the crowd. 
Aldeia da Pointe: A tiny village in the northern edge of Portugal where the festa of the forcao takes place in homage to Saint Anthony, an event that might have been conceived by Monty Python’s Flying Circus in which a giant multi-tanged wooden fork is manned by the village’s ex-patriate sons in a pitched battle with the sacrificial bull. 
Barrancos: The outlaw state within a state and the only place in Portugal where the bull is still killed in the ‘ring’ in defiance of Portuguese law. This town with its colorful history and its citizens who are descendents of smugglers and brigands, still call for the blood of the Tauro once a year in their annual homage to the Virgin. 
Taking The Face interviews the men and women, trainers, veterinarians, animal rights activists, aficionados, politicians, priests, ranchers, wranglers and bullfighters as it gives a colorful, in depth view of this controversial subject.
http://www.takingtheface.com/


Entrevista:
Taking the Face - The Portuguese Bullfight é um dos destaques do Artivist Film Festival. O documentário de Juliusz Kossakowski, um realizador polaco que fala com sotaque brasileiro e mora em Portugal, correu o país durante oito meses para ouvir os aficcionados e os defensores dos direitos dos animais.